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dc.contributor.advisorPozobon, Rejane de Oliveira
dc.contributor.advisorGirard, Bibiano da Silva
dc.creatorSantos, Adrieli da Silva
dc.date.accessioned2016-08-17T12:37:32Z
dc.date.available2016-08-17T12:37:32Z
dc.date.issued2015-12
dc.date.submitted2015
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/2015
dc.descriptionTrabalho de conclusão de curso (graduação) - Universidade Federal de Santa Maria, Centro de Ciências Sociais e Humanas, Curso de Comunicação Social – Publicidade e Propaganda, RS, 2015.por
dc.description.abstractObserving the placement of the Brazilian anti-drug campaigns, we noticed a predominance today of the US model of trying to curb the drugs. Considering the media responsibility, we conducted a survey that could speak about the senses offered in anti-drug campaigns. Making use of the theoretical and methodological perspective of the framework, we analyze the campaigns related to the decades of 1980, 1990, 2000 and 2010, in order to ask ourselves about the communication quality and the model approach regarding the issue. Connecting relevant events in these decades and seek symbolic relations between social, cultural, media and politics, we note that most campaigns cares to spread the idea of denial to drugs, but no campaign is dedicated to explain the causes and the consequences of drug addiction in an objective and non-stereotyped way.eng
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectDrogapor
dc.subjectEnquadramentopor
dc.subjectCampanha antidrogapor
dc.subjectDrugpor
dc.subjectFrameeng
dc.subjectAnti-drug campaigneng
dc.titlePor que tão bundinhas? Enquadramentos das campanhas "antidrogas" nas décadas de 1980, 1990, 2000 e 2010por
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso de Graduaçãopor
dc.degree.localSanta Maria, RS, Brasilpor
dc.degree.graduationCurso de Comunicação Social – Publicidade e Propagandapor
dc.description.resumoObservando a veiculação das campanhas antidrogas brasileiras, percebemos uma predominância até hoje do modelo estadunidense de tentar coibir as drogas. Considerando a responsabilidade midiática, realizamos uma pesquisa que pudesse dissertar sobre os sentidos ofertados nas campanhas antidrogas. Fazendo uso da perspectiva teórico-metodológica do enquadramento, analisamos as campanhas referentes às décadas de 1980, 1990, 2000 e 2010, com o intuito de indagar-nos sobre a qualidade comunicacional e o modelo de abordagem referente à temática. Conectando acontecimentos relevantes nas referidas décadas, procurando encontrar relações simbólicas entre o social, o cultural, a mídia e a política, observamos que a maioria das campanhas se preocupa em difundir a ideia da negação às drogas, mas nenhuma campanha se dedica a explicar as causas e as consequências da drogadição de maneira objetiva e não estereotipada.por
dc.publisher.unidadeCentro de Ciências Sociais e Humanaspor


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