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dc.creatorFreitas, Gabrielle Coelho
dc.date.accessioned2017-06-06
dc.date.available2017-06-06
dc.date.issued2009-03-06
dc.identifier.citationFREITAS, Gabrielle Coelho. Epidural analgesia with morphine or buprenorphine in ponies submitted to carpal synovitis with lipopolysacharide. 2009. 82 f. Dissertação (Mestrado em Medicina Veterinária) - Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, 2009.por
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/10042
dc.description.abstractPain control of synovitis is important in the reduction of stress responses, suffering and occurrence of laminitis on the contralateral limb. The use of epidural opioids stands out for its analgesic quality, reduction of doses of the drugs used, reduction of their side effects and prolonged period of action. The study aimed to evaluate the physiological and the analgesic effects of epidural administration of 0.1 mg/kg of morphine or 5 μg/kg of buprenorphine in ponies submitted to synovitis induced with E. coli lipopolysacharide (LPS) in the radiocarpal articulation. Six healthy ponies weighing 131.3 kg and age between 3.5 to 9 years were used and divided randomly in 3 groups and arranged in a Latin Square. The control group (GC) received 0.15 mL/kg of 0.9% NaCl solution, morphine group (GM) received 0.1 mg/kg of morphine and buprenorphine group (GB) 5 μg/kg of buprenorphine via epidural and dilluted in 0.9% NaCl solution, using a stardard total volume of 0.15 mL/kg and time of administration of 10 seconds/mL. After general and specific clinical examination, they were sedated and the carpal synovitis was induced with 0.5 ng of LPS administered to the radiocarpal articulation. Subsequently, an epidural catheter was introduced in the epidural space, so that the treatments would be placed in the thoracolumbar region. 6 hours after LPS, the animals were submitted to a new general and specific clinical exam (time 0) and assigned to one of the treatments. The general physical examination (HR, RR, SAP, CRT, color of mucous membranes, TºC and intestinal motility) and specific (pain on palpation, maximum angle of carpal flexion, pain on maximum flexion, grade of articulation movement, stride lenght and lameness degree) were carried out 30 minutes and 1, 2, 4, 6, 8, 10, 12, 16, 20 and 24 hours after epidural administration of the assigned treatment by a blind examinator. Parametric variables were analyzed with ANOVA, followed by Dunnett test for intra group and Tukey test between groups. For the non-parametric variable Wilcoxon test was used. Differences was considered significant when P<0.05. The synovitis induction model produced changes in the lameness degree, pain on palpation and angle of flexion, maintaining present pain on maximum flexion and reduced grade of articulation movement, but it did not cause changes in the physiological parameters. The control group showed changes in lameness in relation to physiological parameters up to 12 hours. Lameness degree was reduced in GM and GB for 30 minutes up to 12 hours and 6 up to 12 hours, respectively. Regarding physiological parameters, alterations were observed in the intestinal motility, where hypomotility occurred at 1 hour in GM and for 30 minutes up to 1 hour in GB; and body temperature, which was maintained higher in GM and GB up to 10 hours. The intra-articular synovitis induction model with the use of LPS was efficient for 12 hours. Morphine provided analgesia starting at 30 minutes and lasting for 12 hours after its administration, whereas buprenorphine was effective only after 6 hours, lasting for another 6 hours.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectAnalgesia epiduralpor
dc.subjectMorfinapor
dc.subjectBuprenorfinapor
dc.subjectPôneispor
dc.subjectArtritepor
dc.subjectEpidural analgesiaeng
dc.subjectMorphineeng
dc.subjectBuprenorphineeng
dc.subjectPonieseng
dc.subjectArthritiseng
dc.titleAnalgesia epidural com morfina ou buprenorfina em pôneis submetidos à sinovite carpal com lipopolissacarídeopor
dc.title.alternativeEpidural analgesia with morphine or buprenorphine in ponies submitted to carpal synovitis with lipopolysacharideeng
dc.typeDissertaçãopor
dc.description.resumoO controle da dor da sinovite é importante na diminuição das respostas ao estresse, do sofrimento e da ocorrência de laminite no membro contralateral. O uso de opióides pela via epidural destaca-se pela qualidade analgésica, redução da dose dos fármacos empregados e redução de efeitos colaterais e prolongado período de ação. O estudo objetivou avaliar os efeitos fisiológicos e analgésicos da administração epidural de 0,1 mg/kg de morfina ou 5 μg/kg de buprenorfina em pôneis submetidos à sinovite induzida com lipopolissacarídeo (LPS) de E. coli na articulação radiocarpiana. Foram utilizados 6 pôneis hígidos, divididos em 3 grupos autocontrole e dispostos em um Quadrado Latino. O controle (GC) recebeu 0,15 mL/kg de solução de NaCl 0,9%, o grupo morfina (GM) recebeu 0,1 mg/kg de morfina e o grupo buprenorfina (GB) 5 μg/kg de buprenorfina, ambos pela via epidural e diluídos em solução de NaCl 0,9%, padronizando-se um volume final de 0,15 mL/kg e tempo de administração de 10 segundos/mL. Após avaliação dos parâmetros fisiológicos basais, os animais foram sedados e submetidos ao modelo de indução da sinovite, administrando-se 0,5 ng de LPS na articulação radiocarpiana. Ato contínuo foi introduzido um cateter epidural no referido espaço, até a região tóraco-lombar. 6 horas após a administração do LPS, os animais foram submetidos a um novo exame clínico geral e específico (tempo 0) e administrados um dos tratamentos. Os exames clínicos geral (FC, f, PAS, TPC, coloração das mucosas, TºC e motilidade intestinal) e específico (dor à palpação, ângulo de flexão máxima do carpo, dor à flexão máxima, grau de movimentação da articulação, comprimento do passo e grau de claudicação) foram realizados aos 30 minutos e 1, 2, 4, 6, 8, 10, 12, 16, 20 e 24 horas após a administração epidural, por um observador cego aos tratamentos. Para as variáveis paramétricas utilizou-se análise de variância para amostras pareadas, com posterior teste de Dunnett. Para comparações entre os grupos, realizou-se análise de variância, seguido de teste de Tukey. Para as variáveis não-paramétricas utilizou-se o teste de Wilcoxon para amostras pareadas. As diferenças foram consideradas significantes quando P<0,05. O modelo de indução da sinovite produziu alterações no grau de claudicação, dor à palpação e ângulo de flexão, mantendo presentes dor à flexão máxima e reduzido grau de movimentação da articulação, mas não causou alterações nos parâmetros fisiológicos. O GC apresentou diferença na análise da claudicação em relação aos parâmetros basais até 12 horas. GM e GB apresentaram redução de claudicação entre 30 minutos e 12 horas, e 6 e 12 horas, respectivamente. Dentre os parâmetros fisiológicos, observaram-se alterações na motilidade intestinal, ocorrendo hipomotilidade aos 30 minutos no GM e entre 30 minutos e 1 hora no GB; e na temperatura corporal, que se manteve elevada até 10 horas em GM e GB. O modelo de indução da sinovite foi eficiente por 12 horas. A morfina proporcionou analgesia entre 30 minutos e 12 horas após a sua administração, enquanto que a buprenorfina apresentou esse efeito somente após 6 horas, permanecendo por mais 6 horas.por
dc.contributor.advisor1Carregaro, Adriano Bonfim
dc.contributor.advisor1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4773355Z3por
dc.contributor.referee1Corte, Flavio Desessards de La
dc.contributor.referee1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4784151A7por
dc.contributor.referee2Oleskovicz, Nilson
dc.contributor.referee2Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4766745U6por
dc.creator.Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4247353Y4por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.departmentMedicina Veterináriapor
dc.publisher.initialsUFSMpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Medicina Veterináriapor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::MEDICINA VETERINARIApor


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