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dc.creatorCantarelli, Camila
dc.date.accessioned2019-08-12T19:11:20Z
dc.date.available2019-08-12T19:11:20Z
dc.date.issued2017-01-16
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/17901
dc.description.abstractThe Crioulo horses that were kept on native grassland, are now being bred confined to box stalls, fed high carbohydrate diets or on high energy pastures. These changes resulted in obesity and developmental musculoskeletal problems. Today, it is known that overweight animals are more prone to develop equine metabolic syndrome (EMS). This clinical syndrome, in addition to being associated with increased adiposity, is also characterized by insulin resistance (IR) and laminitis. In view of this and considering the limited literature regarding this breed, the aim of this study was to investigate EMS in obese Crioulo horses, evaluating the applicability of an oral sugar test (OST) to its diagnosis. Twenty-two Crioulo horses from different properties of Rio Grande do Sul were allocated into three groups according to their body condition score (BCS) and presence or absence of laminitis as follows: CON or G1 (6/22), BCS<7; OB or G2 (8/22), BCS ≥7 and LAM or G3 (8/22), BCS ≥7 with clinical and/or radiographic signs of laminitis. A complete clinical history and exam was obtained, followed by radiographic evaluation of front feet and by ultrasonography measurements of subcutaneous body fat on the rear of the rump, withers, behind the scapula and at retroperitoneal region. Morphometric measurements, BCS and cresty neck score (CNS) were also determined. For the OST, animals were fasted for eight hours overnight and blood samples were collect for glucose concentration before and 30, 60, 75, 90, 120, 150, 180, 210 and 240 min after sugar administration. Insulin was determined on the basal sample, at 75 min and at the peak glucose. Horses from G3 presented the highest morpho-metric measurements and insulin plasma concentration among the groups. Morphometric and metabol-ic differences (P < 0.05) were observed between G1 animals and obese ones. In nine obese horses (56,25%), the glucose peak, as the insulin peak response to OST, occurred in a different time (120-180 min) from the one described in literature (60-90 min). Furthermore, delaying time to return to glucose baseline levels was observed in most obese horses characterizing IR in 69% (n=11/16). The detection of IR through the oral sugar test was only possible because the glycemic curve was performed, once the plasma insulin concentrations were within reference ranges. The subcutaneous fat ultrasound measurement at the tail-head showed the highest correlation (R=0,87) with IR. Sampling at 75 minutes, as preconized for hyperinsulinism detection, without monitoring of the plasma glucose curve, was considered inadequate for the obese animals. These results indicate that there are clear obesity related differences in the glucose and insulin responses of Crioulo horses to oral sugar test, reinforcing the association between this condition and metabolic disturbs. Results of this study increase the accu-racy in the early diagnosis of this condition, allowing it to be identified before serious consequences such as laminitis occur.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/*
dc.subjectEndocrinopatiapor
dc.subjectResistência insulínicapor
dc.subjectGlicosepor
dc.subjectLaminitepor
dc.subjectEndocrinopathyeng
dc.subjectInsulin resistanceeng
dc.subjectGlucoseeng
dc.subjectLaminitiseng
dc.titleRelação entre obesidade e ocorrência de síndrome metabólica equina em cavalos crioulospor
dc.title.alternativeRelationship between obesity and ocurrance of equine meta-bolic syndrome in crioulo horseseng
dc.typeDissertaçãopor
dc.description.resumoOs cavalos da raça Crioula que antes eram mantidos soltos em campos nativos, passaram a ser criados em cocheiras ou pastagens com alimentação rica em energia. Essas mudanças resultaram no surgimento de problemas como as doenças ortopédicas do desenvolvimento e a obesidade. Atualmen-te, sabe-se que animais obesos estão mais predispostos a desenvolver a síndrome metabólica equina (SME), que se caracteriza pelo aumento da adiposidade corporal, resistência insulínica (RI) e laminite. Em vista disso e considerando a literatura escassa acerca do tema na raça, os objetivos deste trabalho foram investigar a SME em cavalos Crioulos considerados obesos e avaliar a aplicabilidade do teste dinâmico com glicose de milho via oral (TGO) para o seu diagnóstico. Vinte e dois cavalos Crioulos de diferentes propriedades do Rio Grande do Sul foram alocados em três grupos de acordo com seu escore de condição corporal (ECC) e presença ou ausência de laminite; G1 (6/22): ECC<7 e tido como controle, G2 (8/22): ECC≥7 sem laminite e G3 (8/22): ECC≥7 com laminite. Histórico e exame clíni-co completo foram obtidos, seguidos de exame radiográfico dos cascos e mensuração ultrassonográfi-ca da espessura do tecido adiposo subcutâneo na região da base da cola, cernelha, atrás da escápula e retroperitoneal. Medidas morfométricas, além do ECC e escore da crista do pescoço também foram determinadas. A avaliação da curva glicêmica foi realizada por meio do TGO após um jejum de oito horas, sendo coletadas amostras de sangue antes e aos 30, 60, 75, 90, 120, 150, 180, 210 e 240 minu-tos (min) da administração de glicose. A concentração plasmática de insulina foi mensurada na amos-tra basal, aos 75 min e ao pico de glicose. Os animais do G3 apresentaram as maiores medidas mor-fométricas e concentrações plasmáticas de insulina. Diferenças (p<0,05) morfométricas e metabólicas foram observadas entre animais do G1 e os do G2 e G3. Em nove animais obesos (56,25%), o pico de glicose, bem como o pico de insulina em resposta ao TGO, ocorreu em tempo superior (120-180min) ao descrito na literatura (60-90min). Além disso, o tempo de retorno da glicose aos níveis basais foi diferente entre os grupos, caracterizando RI em 69% (n=11/16) dos animais obesos. A detecção da RI por meio do TGO somente foi possível porque a curva da resposta glicêmica ao teste foi determinada, uma vez que as concentrações plasmáticas de insulina se mantiveram dentro dos valores de referência. A gordura subcutânea da região da base da cola foi o fator mais fortemente correlacionado (R=0,87) com a RI. A amostragem de animais obesos aos 75 min, preconizada para detecção de hiperinsuline-mia, foi considerada inadequada se realizada sem a curva glicêmica. Estes resultados revelam diferen-ças claras relacionadas com a obesidade nas respostas de glicose e insulina de cavalos Crioulos frente ao TGO, reforçando a associação dessa condição com distúrbios metabólicos. Além disso, aumentam a acurácia no diagnóstico da SME, permitindo sua identificação antes da ocorrência de laminite.por
dc.contributor.advisor1Côrte, Flávio Desessards De La
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4040388452531898por
dc.contributor.referee1Belli, Carla Bargi
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2822028351193569por
dc.contributor.referee2Nogueira, Carlos Eduardo Wayne
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/9648618344545667por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6141248180579871por
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.departmentMedicina Veterináriapor
dc.publisher.initialsUFSMpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Medicina Veterináriapor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::MEDICINA VETERINARIApor
dc.publisher.unidadeCentro de Ciências Ruraispor


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