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dc.creatorBrand, Jean Santis
dc.date.accessioned2019-10-07T15:06:37Z
dc.date.available2019-10-07T15:06:37Z
dc.date.issued2019-03-01
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/18488
dc.description.abstractThis work presents the analysis of low frequency ripple transmission from the bus voltage to the output current in LED drivers, in the power control stage. The buck, boost and buck-boost converters, operating in discontinuous conduction mode, are evaluated. The main goal is to check the maximum bus voltage ripple values allowed for the proposed topology, to follow the IEEE Std. 1789-2015 recommendations. This recommendation defines the current modulation levels in lighting systems to mitigate the effects of flicker on human health. To reach this condition, a mathematical approach to determine the low-frequency ripple transfer of the proposed topologies is presented, and is used to compare three different LED models. From these analyses, the LED load 3014, composed of 96 LEDs with rated power of 20W, is selected to be simulated and experimentally implemented in three operation points of bus voltage to each topology. The efficiencies of each experimental result are also measured. The buck-boost converter was the most flexible in ripple transfer because it presented a factor of 1.75 for the entire operating range evaluated, but it had the lowest efficiencies levels, between 90.7% and 92.7%, which reduces as the bus voltage increases. When it is possible to operate the converter with high bus voltages, the buck converter becomes a good alternative, with ripple transfer levels of around two times and efficiencies above 93.5%. When the bus voltage can be small, leading to a high relationship between the output voltage and the input voltage, the boost converter is an alternative, with a ripple transfers factor up to 2.4 times and efficiencies over 93.5%.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/*
dc.subjectConversores de energiapor
dc.subjectDiodos emissores de luzpor
dc.subjectDrivers de LEDpor
dc.subjectFlickerpor
dc.subjectOndulação de baixa frequênciapor
dc.subjectLED driverseng
dc.subjectLight emitting diodeseng
dc.subjectLow-frequency rippleeng
dc.subjectPower converterseng
dc.titleAnálise da transferência de ondulação de baixa frequência em drivers de LEDspor
dc.title.alternativeAnalysis of low-frequency ripple transfer to LED driverseng
dc.typeDissertaçãopor
dc.description.resumoEste trabalho apresenta a análise da transmissão de ondulação de baixa frequência da tensão de barramento para a corrente de saída em drivers de LEDs, no estágio de controle de potência. Os conversores buck, boost e buck-boost operando em modo de condução descontínuo são avaliados. O objetivo final é verificar os valores máximos de ondulação permitidos no barramento dos conversores para que a topologia proposta siga as recomendações da IEEE Std. 1789-2015. Esta recomendação define os níveis de modulação de corrente para mitigar os efeitos do flicker na saúde de observadores dos sistemas de iluminação. Para isso, é apresentado um procedimento de cálculo para determinar a transmissão de ondulação das topologias propostas, utilizado para comparar três diferentes modelos de LEDs. A partir dessas análises, a carga de LEDs 3014, composta por 96 LEDs e com potência nominal de 20W, é selecionada para ser simulada e implementada em três pontos de operação de tensão de barramento de cada topologia. Para uma avaliação mais ampla dos conversores, as eficiências de cada resultado experimental foram medidas. O conversor buck-boost mostrou-se o mais flexível em termos de transferência de ondulação, por possuir o fator de 1,75 vezes maior para toda a faixa de operação avaliada, porém apresenta os menores rendimentos do comparativo, entre 90,7% e 92,7%, que reduzem conforme aumenta a tensão na entrada do circuito. Quando é possível operar o conversor com tensões no barramento elevadas, o conversor buck torna-se uma boa alternativa, com níveis de transferência de ondulação de em torno de duas vezes e rendimentos acima de 93,5%. Quando a tensão de barramento pode ser pequena, levando a uma relação entre a tensão de saída e de entrada alta, o conversor boost é uma alternativa, com transferências de ondulação de até 2,4 vezes e rendimentos acima de 93,5%.por
dc.contributor.advisor1Dalla Costa, Marco Antônio
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4455422053321491por
dc.contributor.referee1Álvarez, José Marcos Alonso
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2845353851318732por
dc.contributor.referee2Luz, Paulo Cesar Vargas
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/3700969364643633por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2861203040814157por
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.departmentEngenharia Elétricapor
dc.publisher.initialsUFSMpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Engenharia Elétricapor
dc.subject.cnpqCNPQ::ENGENHARIAS::ENGENHARIA ELETRICApor
dc.publisher.unidadeCentro de Tecnologiapor


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