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dc.creatorAmaral, Lúcio de Paula
dc.date.accessioned2014-11-20
dc.date.available2014-11-20
dc.date.issued2014-01-30
dc.identifier.citationAMARAL, Lúcio de Paula. GEOSTATISTICAL APPLIED TO EXPERIMENTAL FOREST MANAGEMENT IN MIXED OMBROPHILOUS FOREST. 2014. 91 f. Dissertação (Mestrado em Agronomia) - Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, 2014.por
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/4807
dc.description.abstractForests present spatial-temporal strucutre, and their management can be aided by geostatistics. The present study aimed to use geostatistics in the experimental forest management of Mixed Ombrophylous Forest (MOF), in Rio Grande do Sul, Brazil, with two case studies. The specific objectives were to determine areas of production for a population of Araucaria angustifolia and check the sensitivity of geostatistics to different intensities of management (selective wood harvesting), at different time points, before and after the intervention in the forest. The first study was carried out in an area of 11.35 ha in Tapera, using census data from a population of Araucaria, which was used as a virtual sampling. Punctual ordinary kriging and co-kriging were used to the data of 52 virtual sampling units (30x30m) obtained. Cross semivariograms were adjusted based on the spatial structure of the number of individuals for basal area (G), volume (V), biomass (B) and carbon (C) combined through the use of map algebra to determine the production zones (PZ). The second study was held in Tupi Farm, Nova Prata, using sample units of 0.50 ha, with subunits of 10x10 m, where selective wood harvestings were implemented in 2002, with the removal of 0 (control), 20 (light harvest), 40 (medium harvest) and 60% (heavy harvest) of basal area in all diameter class. Inventories were carried out in 2001 (pre-harvesting), 2006 and 2010 (1st and 2nd monitoring). The available data were basal area and commercial volume, organized by subunits. In the first study, low, medium and high production zones were obtained (55.03, 35.54 and 9.43 % for the area of forest fragment, respectively). We obsereved that the forest was under disturbance and the population had balanced diameter distribution. In the second study, the light harvesting caused the less changes in the spatial structure of the forest, more noticeable in the simulated surface relative to the semivariogram, with the replacement of the wood removed when compared to the others. The control area was not more structured than the light harvesting, besides producing less wood. To the medium harvesting we observed pure nugget effect because it intensified the existing randomness in the sample unit prior to the intervention. However, in the heavy harvesting, there were major changes in the forest structure, where areas of high basal and commercial volume areas have become low value areas due to the mortality of individuals remaining in the former, and to the increase and inflow of trees occurring in the latter. The light selective harvesting was the most suitable, and it was spatially less structured, but more productive when compared to the control. Therefore, geostatistics may be used in forest management since it detects changes in the spatial structure of the forest and describes the behavior of variables.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectFloresta de precisãopor
dc.subjectManejo florestal de precisãopor
dc.subjectAgricultura de precisãopor
dc.subjectPrecision foresteng
dc.subjectPrecision forest managementeng
dc.subjectPrecision agricultureeng
dc.titleGEOESTATÍSTICA APLICADA AO MANEJO FLORESTAL EXPERIMENTAL EM FLORESTA OMBRÓFILA MISTApor
dc.title.alternativeGEOSTATISTICAL APPLIED TO EXPERIMENTAL FOREST MANAGEMENT IN MIXED OMBROPHILOUS FORESTeng
dc.typeDissertaçãopor
dc.description.resumoAs florestas possuem estrutra espaço-temporal, e seu manejo pode ser auxiliado pela geoestatística. O presente trabalho teve como objetivo geral utilizar a geoestatística no manejo florestal experimental de Floresta Ombrófila Mista - FOM, no Rio Grande do Sul, tendo dois estudos de caso. Os objetivos específicos foram determinar zonas de produção para uma população de Araucaria angustifolia, e verificar a sensibilidade da geoestatística à diferentes intensidades de manejo (cortes seletivos), em distintas épocas, antes e após, a intervensão na floresta. O primeiro estudo foi realizado numa área de 11,35 ha, em Tapera, com uso de dados censitários de uma população de araucária, onde fez-se uma amostragem virtual. Foram utilizadas krigagem ordinária pontual e co-krigagem, aos dados de 52 unidades amostrais virtuais (30x30 m) obtidas. Foram ajustados semivariogramas cruzados, a partir da estrutura espacial do número de indivíduos, para área basal (G), volume (V), biomassa (B) e carbono (C), combinados por meio de álgebra de mapas para determinar as zonas de produção (ZP). O segundo foi realizado na Fazenda Tupi, em Nova Prata, com uso de parcelas de 0,50 ha, divididas em subunidades de 10x10 m, onde foram realizados cortes seletivos em 2002, com retirada de 0% (testemunha), 20% (corte leve), 40% (corte médio) e 60% (corte pesado) de área basal em todas as classes de diâmetro. Os inventários foram realizados em 2001 (pré-exploratório), 2006 e 2010 (1º e 2º monitoramentos). Os dados disponíveis dos mesmos foram G e volume comercial, organizados por subunidades. No primeiro trabalho foram obtidas zonas de baixa, média e alta produção (55,03; 35,54 e 9,43% da área do fragmento florestal, respectivamente). A floresta encontra-se sob distúrbio e a população apresentou distribuição diamétrica balanceada. No segundo estudo, o corte leve foi o que causou menores alterações na estrutura espacial da floresta, mais perceptível na superfície simulada em relação ao semivariograma, havendo a reposição da madeira retirada. A testemunha não mostrou-se mais estruturada que o mesmo, além de ter produzido menos madeira. Para o corte médio observou-se efeito pepita puro, pois este intensificou a aleatoriedade existente na parcela anteriormente à intervenção. Já no corte pesado, houve grandes mudanças na estrutura da floresta, onde zonas de altos valores de G e volume comercial passaram a ser zonas de baixos valores, devido a mortalidade de indivíduos remanescentes na primeira, e aos incremento e ingressos ocorridos na segunda. O corte seletivo leve foi o mais indicado, e em relação a testemunha, apresentou-se menos estruturado espacialmente, porém mais produtivo. Conclui-se que a geoestatística pode ser utilizada no manejo florestal, pois detecta as mudanças na estrutura espacial da floresta e descreve o comportamento de variáveis.por
dc.contributor.advisor1Sebem, Elódio
dc.contributor.advisor1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4767432P7por
dc.contributor.referee1Watzlawick, Luciano Farinha
dc.contributor.referee1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4767560Z6#Eventospor
dc.contributor.referee2Pereira, Rudiney Soares
dc.contributor.referee2Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4783643H0por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6612592358172016por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.departmentAgronomiapor
dc.publisher.initialsUFSMpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Agricultura de Precisãopor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::AGRONOMIApor


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