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dc.creatorAndolhe, Rafaela
dc.date.accessioned2009-03-18
dc.date.available2009-03-18
dc.date.issued2009-01-07
dc.identifier.citationANDOLHE, Rafaela. STRESS AND COPING OF NURSING TEAM IN THE BREAST CANCER WOMAN CARE. 2009. 136 f. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) - Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, 2009.por
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/7316
dc.description.abstractThis study had as objective to identify the pointed stressors by the nursing team in the care of woman with breast cancer, as well as knowing the confrontation strategies more used by them. It is a descriptive field research, with quantitative boarding, developed in the Tocogynecological Unit of the Hospital Universitário de Santa Maria, Rio Grande do Sul. Two instruments were used: Daily Activities in Tocogynecological Unit Survey Form, adapted from Bianchi, and Jalowiec Coping Inventory. After the collection, data had been organized in an electronic spread sheet, on Excel program (Office, 2007), creating a data base, in which the study variables had been distributed, so that, later, they could be analyzed electronically with SAS - 8.02 version and Statistica - version 7.1. The evaluation of Daily Activities in Tocogynecological Unit Survey Form trustworthiness was carried through by the analysis of the internal consistency of its items, by Cronbach s Alpha Method. Through the results it was verified that the studied population was composed by 26 women, married, with predominant age between the 41-50 years old, with children, working in the institution between 11-15 years and in the unit between 1-5 years. The subjective demands in the care had been identified as more stressing and interpersonal relationship as less stressing. It was observed that 46.15% of these women had gotten low level of stress, 30.77% average level, 15,38% stress alert and 7,70% with the highest level. The style of coping more used was the optimist for 40% of the population, confirming the formulated hypothesis.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectStresspor
dc.subjectCopingpor
dc.subjectCâncer de mamapor
dc.subjectEnfermagempor
dc.subjectStresseng
dc.subjectCoping, breast cancereng
dc.subjectNursingeng
dc.titleSTRESS E COPING DA EQUIPE DE ENFERMAGEM NO CUIDADO À MULHER COM CÂNCER DE MAMApor
dc.title.alternativeSTRESS AND COPING OF NURSING TEAM IN THE BREAST CANCER WOMAN CAREeng
dc.typeDissertaçãopor
dc.description.resumoEste estudo teve como objetivo identificar os estressores apontados pela equipe de enfermagem no cuidado à mulher com câncer de mama, assim como conhecer as estratégias de enfrentamento utilizadas pela mesma. Trata-se de uma pesquisa descritiva, de campo e com abordagem quantitativa desenvolvida na Unidade Tocoginecológica do Hospital Universitário de Santa Maria, Rio Grande do Sul. Foram utilizados dois instrumentos: Formulário para o Levantamento das Atividades Diárias em Unidade Tocoginecológica, adaptado de Bianchi, e Inventário de Coping de Jalowiec. Após a coleta, os dados foram organizados em uma planilha eletrônica, no programa Excel (Office, 2007), criando um banco de dados, no qual foram distribuídas as variáveis do estudo, para que, posteriormente, pudessem ser analisadas eletronicamente com o auxílio dos programas SAS versão 8.02 e Statistica versão 7.1. A avaliação da confiabilidade do instrumento Formulário para o Levantamento das Atividades Diárias em Unidade Tocoginecológica foi realizada pela análise da consistência interna dos itens que o compõem, pelo Método do Coeficiente Alfa de Cronbach. Pelos resultados verificou-se que a população estudada foi composta por 26 mulheres, casadas, com idade predominante entre 41 a 50 anos, com filhos, com tempo de serviço na instituição entre 11 a 15 anos e na unidade entre um e cinco anos. As demandas subjetivas no cuidado foram identificadas como as mais estressantes e o relacionamento interpessoal como menos estressante. Observou-se que 46,15% dessas mulheres apresentaram baixo nível de stress, 30,77% médio nível, 15,38% obtiveram estado de alerta para o nível de stress e 7,70% com stress altíssimo. O estilo de coping mais utilizado foi o otimista para 40% da população, confirmando a hipótese formulada.por
dc.contributor.advisor1Guido, Laura de Azevedo
dc.contributor.advisor1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4770022P7por
dc.contributor.referee1Bianchi, Estela Regina Ferraz
dc.contributor.referee1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4780238T3por
dc.contributor.referee2Beck, Carmem Lúcia Colomé
dc.contributor.referee2Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4700118Y2por
dc.creator.Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4718692Y5por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.departmentEnfermagempor
dc.publisher.initialsUFSMpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Enfermagempor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::ENFERMAGEMpor


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