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dc.contributor.advisorLöbler, Mauri Leodir
dc.creatorAntonello, Marcia Stecca
dc.date.accessioned2017-12-05T10:06:44Z
dc.date.available2017-12-05T10:06:44Z
dc.date.issued2012-12-21
dc.date.submitted2012
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/12124
dc.descriptionMonografia (especialização) - Universidade Federal de Santa Maria, Centro de Ciências Sociais Humanas, Curso de Especialização em Gestão Pública Municipal, EaD, RS, 2012.por
dc.description.abstractThe present study has as its theme the invasion as a means of access to housing. And as questioning, he was elected the following question: who they are, how they live and where they come from families that are part of the invasion in Km2 in Santa Maria, RS? The main objective of this study was to profile Invaders Km2. The study was conducted by an exploratory approach and like design was used to study case. Data collection occurred through a questionnaire containing 31 (thirty one) closed questions, and participated in the research (30) residents of Invasion Km2. Analyzing the responses of all respondents, it was possible to have the following characteristics profile of residents in the invasion of Km2: young, white, live in stable, with up to 10 people living in the same household, low education, unskilled, income below the average monthly published by the IBGE, most have access to water from the general distribution network, enjoy garbage collection on site, receive electricity. Among the motives for the invasion are seeking quality of life, believe it is the duty of the State to regularize the invaded area, the regularization of the land (deed) is a major concern, say the government be responsible for compensating the families who have their their homes destroyed or expropriated lots, reside more than 4 years in the invaded area, are from District next to the invasion, were not homeowners, have no house to live is what motivated to participate in the invasion, usually do not participate motion social or organized group.eng
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/*
dc.subjectDireito à moradiapor
dc.subjectInvasãopor
dc.subjectAcesso à moradiapor
dc.subjectRight to housingeng
dc.subjectInvasioneng
dc.subjectAccess to housingeng
dc.titleA invasão como meio de acesso à moradia : identificação do perfil dos invasorespor
dc.title.alternativeThe invasion as a means of access to housing: identification of the profile of invaderseng
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso de Especializaçãopor
dc.degree.localPolo de Restinga Seca, RS, Brasilpor
dc.degree.specializationGestão Pública Municipal, EaDpor
dc.description.resumoO presente estudo tem como tema a invasão como meio de acesso à moradia. E, como problematização, elegeu-se a seguinte questão: quem são, como vivem e de onde vieram as famílias que fazem parte da invasão no Km2 em Santa Maria, RS? O objetivo maior desse estudo foi traçar um perfil dos invasores do Km2. O estudo foi desenvolvido por meio de uma abordagem exploratória e, como delineamento, utilizou-se o estudo de caso. A coleta de dados se deu por meio da aplicação de um questionário contendo 31 (trinta e uma) questões fechadas, sendo que participaram da pesquisa 30 (trinta) moradores da Invasão do Km2. Ao analisar as respostas de todos os entrevistados, foi possível apresentar as seguintes características como perfil dos moradores na invasão do Km2: jovens, brancos, vivem em união estável, residem com até 10 pessoas no mesmo domicilio, baixa escolaridade, sem qualificação profissional, renda mensal aquém da média divulgada pelo IBGE, a maioria tem acesso a água proveniente da rede geral de distribuição, usufruem da coleta de lixo no local, recebem energia elétrica. Entre os motivos que levaram a invasão estão, a busca de qualidade de vida, acreditam ser dever do Estado regularizar a área invadida, a regularização do terreno (escritura) é a maior preocupação, afirmam ser o governo responsável por indenizar as famílias que tem suas casas destruídas ou seus lotes desapropriados, residem a mais de 4 anos na área invadida, são oriundos de Bairro próximo à invasão, não eram proprietários de imóvel, não ter casa para morar foi o que motivou a participar da invasão, habitualmente não participam de movimento social nem de grupo organizado.por
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.initialsUFSMpor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ADMINISTRACAO::ADMINISTRACAO PUBLICApor
dc.publisher.unidadeCentro de Ciências Sociais e Humanaspor


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Acesso Aberto
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