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dc.contributor.advisorFialho, Marco Antônio Verardi
dc.creatorBrito, Andréia Nunes Sá
dc.date.accessioned2018-07-09T12:28:10Z
dc.date.available2018-07-09T12:28:10Z
dc.date.issued2011-08
dc.date.submitted2011
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/13692
dc.descriptionMonografia (especialização) - Universidade Federal de Santa Maria, Centro de Ciências Rurais, Curso de Especialização em Agricultura Familiar Camponesa e Educação do Campo, RS, 2011.por
dc.description.abstractBeef cattle production is still considered an undesirable activity for the development of agrarian reform settlements and family agriculture, despite the fact that contemporary studies and public policies for agriculture in Rio Grande do Sul approach it as a specific issue. Nevertheless, the actual production in those areas shows a different scenario from the one advocated by segments related to agrarian reform. This research starts with the assumption that such production is invisible in and outside the settlements. It was designed as an exploratory study, using semistructured interviewsto collect data in settlements in the city of Santana do Livramento, with qualitative analysis of form and content.The results obtained suggest that people engaged in beef cattle farming in the settlements becomes invisible both as a social group and within the agrarian reform environment.Their labor, products and income are ignored and thus minimized. Moreover, their social relations and strategies of social reproduction are perpetuated. Beef cattle production represents about 10% of the production by agrarian reform settlers on the western border of the state, carried out by locals and people from other regions. Their main motivations are the expertise in the trade, its relatively lower risks, greater adaptability to regional constraints and the need of less personnel. It is implemented as monoactivity, together with milk and rice for commercial purposes or with crops for on-farm consumption; the most practiced raising systems are growing and finishing.eng
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/*
dc.subjectPecuária de cortepor
dc.subjectReforma agráriapor
dc.subjectPecuária familiarpor
dc.subjectAssentamentospor
dc.subjectBeef cattleeng
dc.subjectAgrarian reformeng
dc.subjectFamily livestockeng
dc.subjectSettlementseng
dc.titlePerspectivas sobre a pecuária de corte praticada em assentamentos da reforma agrária do RSpor
dc.title.alternativePerspectives in beef cattle farming in agrarian reform settlements in the state of Rio Grande do Suleng
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso de Especializaçãopor
dc.degree.localSanta Maria, RS, Brasilpor
dc.degree.specializationAgricultura Familiar Camponesa e Educação do Campopor
dc.description.resumoApesar de estudos mais contemporâneos e políticas públicas para agricultura familiar gaúcha considerarem a pecuária familiar como grupo específico desta categoria, a pecuária de corte continua sendo vista como atividade não desejável para a agricultura familiar, tampouco para o desenvolvimento dos assentamentos. Entretanto, a realidade produtiva dessas áreas apresenta cenário distinto do preconizado pelos setores ligados à reforma agrária. A presente pesquisa parte do pressuposto que tal produção está invisibilizada interna e externamente aos assentamentos. Nesta investigação foi realizada pesquisa de caráter exploratório e a ferramenta escolhida para a coleta dos dados foi a entrevista semi estruturada com análise qualitativa de forma e conteúdo, conduzida em assentamentos de Santana do Livramento. E, por intermédio dos resultados apresentados, pode-se inferir que se processa a dupla invisibilidade do pecuarista familiar assentado: enquanto grupo social e nos ambientes da reforma agrária. Seu trabalho, seus produtos e sua renda, são ignorados e ficam assim minimizados, bem como suas relações e estratégias de reprodução social perpetradas. Adicionalmente, o que se pode afirmar sobre a atividade é que: representa aproximadamente 10% da opção produtiva dos assentados da fronteira oeste; é desenvolvida por agentes locais e oriundos de outras regiões; tem como principais motivações o conhecimento sobre a atividade, menor risco relativo, maior adaptabilidade aos condicionantes regionais, e a menor demanda por mão de obra; aparece como monoatividade, mas também em conjunto com leite e arroz para fim comercial, ou com as “plantas de cercado” para autoconsumo; Os sistemas de criação mais praticados são cria e terminação.por
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.initialsUFSMpor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS AGRARIASpor
dc.publisher.unidadeCentro de Ciências Ruraispor


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Acesso Aberto
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