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dc.creatorRodrigues, Francisco Carlos Pinto
dc.date.accessioned2018-08-27T19:51:44Z
dc.date.available2018-08-27T19:51:44Z
dc.date.issued2017-10-23
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/14109
dc.description.abstractThe issues surrounding the safety culture (CS) and the occurrence of adverse events (AE) are contemporary themes that stand out, worldwide, in the scientific and educational scenario. The study aimed to evaluate the safety culture of the patient and predisposition to the occurrence of adverse events in an Intensive Care unit. This is a cross-sectional study carried out with nurses and nursing technicians working in Adult Intensive Care Units of four hospitals located in the Southern Region of Brazil. Data were collected between June 2015 and January 2016. A questionnaire containing sociodemographic and labor data from the population was used, the Safety Attitudes Questionnaire (SAQ) to evaluate the safety culture, and the Predisposing Scale for the occurrence of Adverse Events (EPEA). The data were organized in Epi-Info, version 6.4, with double independent typing and analysis in the Statistical Package for the Social Sciences (SPSS), version 18.0 for Windows, through descriptive and inferential statistics. The cut-off point for positive evaluation of safety culture was ≥ 75 points in all SAQ domains. For EPEA cut-off points, three percentages (<50, between 50 and 75 and> 75), respectively, low, moderate and high perception were used. 115 workers participated, of which 29 were nurses and 85 were nursing technicians. Predominated female workers, young adults (24 to 37 years), race self-referred white, married, with children and without specialization. Higher percentage of workers had an employment relationship and considered ICU work little exhausting. The internal consistency of the SAQ was 0.88 (with a range of 0.60 to 0.81 in the domains) and the EPEA was 0.94 (0.74 for structure and 0.93 for process). The SAQ score ranged from 47.2 to 96.5 (71.6 ± 12.0). There was a positive evaluation in the areas of team work climate (76 ± 15.5) and satisfaction at work (89.9 ± 10.8). The Hospital Management Perception domain obtained the lowest result (62 ± 21.0). In EPEA, the mean score of the difference between ideal and real in the Structure domain was 0.97 (± 0.55) and in the Process was 0.87 (± 0.62). In both domains, workers were classified with low perception for predisposition to the occurrence of adverse events (46.1% and 49.5%, respectively). There was an inverse correlation between safety culture and predisposition to the occurrence of adverse events. It is concluded that the workers know the appropriate means for the referral and communication of the EA and that the safety culture in the hospitals surveyed is still in the process of construction, with demands and needs to be met in the short, medium and long term. The involvement of management by patient safety can improve the work processes and communication between the team, making the workers make their practices safer.eng
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/*
dc.subjectCultura organizacionalpor
dc.subjectEnfermagempor
dc.subjectErros médicospor
dc.subjectSegurança do pacientepor
dc.subjectUnidade de terapia intensivapor
dc.subjectOrganizational cultureeng
dc.subjectNursingeng
dc.subjectMedical errorseng
dc.subjectPatient safetyeng
dc.subjectIntensive care uniteng
dc.titleCultura de segurança do paciente e predisposição à ocorrência de eventos adversos em unidade de terapia intensivapor
dc.title.alternativePatient safety culture and predisposition to the occurrence of adverse events in intensive care uniteng
dc.typeTesepor
dc.description.resumoAs questões que envolvem a cultura de segurança (CS) e a ocorrência de eventos adversos (EA) são temáticas contemporâneas que se destacam, mundialmente, no cenário científico e educativo. O estudo objetivou avaliar a cultura de segurança do paciente e predisposição à ocorrência de eventos adversos em unidade de Terapia Intensiva. Trata-se de um estudo transversal, realizado com enfermeiros e técnicos em enfermagem, atuantes em Unidades de Terapia Intensiva Adulta de quatro hospitais localizados na Região Sul do Brasil. Os dados foram coletados entre junho de 2015 e janeiro de 2016. Utilizou-se um questionário contendo dados sociodemográficos e laborais da população, o Safety Attitudes Questionnaire (SAQ) para avaliação da cultura de segurança e, a Escala de predisposição à ocorrência de Eventos Adversos (EPEA). Os dados foram organizados no programa Epi-Info, versão 6.4, com dupla digitação independente e a análise no Statistical Package for the Social Sciences (SPSS), versão 18.0 for Windows, por meio da estatística descritiva e inferencial. O ponto de corte para avaliação positiva da cultura de segurança foi ≥ 75 pontos em todos os domínios do SAQ. Para os pontos de cortes da EPEA, foram utilizadas três faixas percentílicas (<50; entre 50 e 75; >75), respectivamente, baixa, moderada e alta percepção. Participaram do estudo 115 trabalhadores, sendo 29 enfermeiros e 85 técnicos de enfermagem. Predominou trabalhadores do sexo feminino, adultos jovens (24 a 37 anos), raça autorreferida branca, casados, com filhos e sem especialização. Maior percentual de trabalhadores tinha um vínculo empregatício e consideraram o trabalho em UTI pouco desgastante. A consistência interna do SAQ foi de 0,88 (com variação de 0,60 a 0,81 nos domínios) e da EPEA foi de 0,94 (0,74 para estrutura e 0,93 para processo). A pontuação total do SAQ variou entre 47,2 e 96,5 (71,6 ± 12,0). Verificou-se avaliação positiva nos domínios Clima de trabalho em equipe (76 ± 15,5) e Satisfação no trabalho (89,9 ± 10,8). O domínio Percepção de Gerência do Hospital obteve o resultado mais baixo (62 ± 21,0). Na EPEA, a pontuação média da diferença entre ideal e real no domínio Estrutura foi de 0,97 (±0,55) e, no Processo foi de 0,87 (±0,62). Em ambos os domínios, os trabalhadores foram classificados com baixa percepção para predisposição à ocorrência de eventos adversos (46,1% e 49,5%, respectivamente). Observou-se correlação inversa entre cultura de segurança e predisposição à ocorrência de eventos adversos. Conclui-se que os trabalhadores conhecem os meios apropriados para encaminhamento e comunicação dos EA e que a cultura de segurança nos hospitais pesquisados ainda está em processo de construção, com demandas e necessidades a serem atendidas a curto, médio e longo prazo. O envolvimento da gestão pela segurança do paciente pode melhorar os processos de trabalho e a comunicação entre a equipe, fazendo com que os trabalhadores tornem suas práticas mais seguras.por
dc.contributor.advisor1Magnago, Tânia Solange Bosi de Souza
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3081145376769567por
dc.contributor.referee1Carvalho, Rhanna Emanuela Fontenele Lima de
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1388111488949476por
dc.contributor.referee2Fontana, Rosane Teresinha
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/3006856785620477por
dc.contributor.referee3Seidel, Enio Júnior
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/7115995033005231por
dc.contributor.referee4Andolhe, Rafaela
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/1631718462183919por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6129767152539395por
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.departmentEnfermagempor
dc.publisher.initialsUFSMpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Enfermagempor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::ENFERMAGEMpor
dc.publisher.unidadeCentro de Ciências da Saúdepor


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