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dc.creatorSilva, Ana Paula da
dc.date.accessioned2019-01-11T11:08:10Z
dc.date.available2019-01-11T11:08:10Z
dc.date.issued2018-02-15
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/15306
dc.description.abstractAnimal shelters are private households that house abandoned cats, which are kept there for indefinite periods of time. Such places are considered intensive rearing systems, where exposure, susceptibility and infectious diseases transmission end up being amplified. Among the diseases observed in shelter cats, those which affect the oral cavity, such as periodontal disease (PD) and feline chronic gingivostomatitis (FCGS), may me cited. Periodontal disease (PD) and feline chronic gingivostomatitis (FCG) present multifactorial etiology, and it is believed that retroviruses may be involved in the progression and severity of these diseases. The first study aimed at identifying the chief inflammatory oral affections in sheltered cats and verifying the results of the feline immunodeficiency virus (FIV) and feline leukemia virus (FeLV) tests. Forty-three felines from private shelters in the Central Region of Rio Grande do Sul which presented clinically evident oral lesions, regardless of age, race, sex and reproductive status, were the subjects of this investigation. Serological tests for FIV and FeLV were performed in all the cats, and data regarding the rearing system were obtained. Sixteen cats (37.2%) were reared in a free system, while 27 (62.8%) were kept in a restrict system. Of the 43 cats with oral lesions, 29 (67.44%) presented one type of lesion only, characterized as periodontitis (n=22) (51.16%), followed by gingivitis (n=06) (13.95%) and stomatitis (n=01) (2.32%). Concomitant stomatitis and periodontitis lesions were found in the 14 remaining cats (100%). With respect to the retroviruses test results, nine (20.93%) of the 43 felines were positive for FIV only. Co-infection with both viruses was observed in seven cats (16.28%). No cat was seropositive for FeLV only. None of the six cats which presented gingivitis was positive for FIV and FeLV; one cat which had stomatitis was positive for FIV and FeLV; of the 22 cats with periodontitis, six (27.27%) were FIV positive and two (9.09%) were FIV/FeLV positive; and of the 14 cats which presented stomatitis and periodontitis, three (21.43%) were FIV positive and four (28.57%) were FIV/FeLV positive. As for the diagnosis, 28 cats (65.1%) presented PD only, one cat (2.32%) had FCG only, and 14 (32.5%) had both PD and FCG. In view of the results attained, it may be concluded that the main oral lesions found in sheltered cats from the Central Region of RS were gingivitis, stomatitis and periodontitis; the latter, in association or not with stomatitis, was the most frequent oral lesion in FIV and/or FeLV-positive cats. The second study which integrates this thesis refers to a report about acquired skin fragility syndrome, which is considered a rare dermatological disease in cats. A 7 year-old male mixed breed feline, which had been adopted from a cat shelter, was admitted to the University Veterinary Hospital of an Institution with a history of polyphagia, polyuria and polydipsia, and skin ulcers on the trunk and in the cervical region about 2 months after onset and difficult to heal. The fasting plasma glucose level, the dexamethasone suppression test and the bilateral adrenal gland enlargement, visualized by ultrasonography, revealed diabetes mellitus and spontaneous hyperadrenocorticism, respectively. Histology evidenced markedly thin epidermis and moderate dermal atrophy, with thin and disorganized collagen fibers, suggestive of skin fragility syndrome. There was skin lesions relapse despite the hyperadrenocorticism therapy, and improvement was observed only after 5 months of treatment with trilostane.eng
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/*
dc.subjectMedicina felinapor
dc.subjectAbrigopor
dc.subjectDoenças oraispor
dc.subjectRetrovirosespor
dc.subjectPelepor
dc.subjectFeline medicineeng
dc.subjectSheltereng
dc.subjectOral diseaseseng
dc.subjectRetroviral diseaseseng
dc.subjectSkineng
dc.titleDoenças em gatos de abrigos na região central do Rio Grande do Sulpor
dc.title.alternativeDiseases in shelter cats in the central region of Rio Grande do Suleng
dc.typeTesepor
dc.description.resumoAbrigos de animais são domicílios privados que alojam gatos abandonados, os quais são mantidos no local por períodos indefinidos. Esses locais são considerados sistemas de criação intensiva, onde a exposição, a susceptibilidade e a transmissão de doenças infecciosas acabam por serem amplificadas. Entre as doenças observadas em gatos de abrigo, podem-se citar as que acometem a cavidade oral, entre elas, a doença periodontal (DP) e a gengivoestomatite crônica felina (GECF). A DP e a GECF tem etiologia multifatorial e acredita-se que os retrovírus possam estar envolvidos na progressão e severidade das doenças. O objetivo do primeiro estudo foi identificar as principais afecções orais inflamatórias em gatos de abrigos e verificar os resultados dos testes para o vírus da imunodeficiência felina (FIV) e o vírus da leucemia felina (FeLV). Foram incluídos 43 felinos provenientes de abrigos privados localizados na Região Central do Rio Grande do Sul que apresentavam lesões orais clinicamente evidentes, independente de idade, raça, gênero e estado reprodutivo. Em todos os gatos foram realizados testes sorológicos para FIV e FeLV e obtidas informações referentes ao sistema de criação. Em 16 gatos (37,2%), o sistema de criação era livre, enquanto que em 27 (62,8%) era restrito. Dos 43 gatos com lesões orais, em 29 (67,44%) foi verificado somente um tipo de lesão, caracterizado como periodontite em 22 gatos (51,16%), seguido de gengivite (n=06) (13,95%) e estomatite (n=01) (2,32%). Lesões concomitantes de estomatite e periodontite foram encontradas nos 14 gatos (100%) restantes. Quanto aos resultados dos testes para retrovírus, nove (20,93%) dos 43 felinos testados, foram positivos somente para FIV. Em sete gatos (16,28%) foi observada coinfecção pelos dois vírus. Em nenhum gato foi observado soropositividade somente para FeLV. Dos seis gatos com gengivite, nenhum foi positivo para FIV e FeLV; um gato com estomatite foi positivo para FIV e FeLV; dos 22 gatos com periodontite, seis (27,27%) foram FIV e dois (9,09%) FIV/FeLV positivos; e dos 14 com estomatite e periodontite, três (21,43%) foram FIV e quatro (28,57%) FIV/FeLV positivos. Quanto ao diagnóstico, em 28 gatos (65,1%) foi observada somente doença periodontal (DP), em um (2,32%) somente gengivoestomatite crônica felina (GECF) e em 14 gatos (32,5%) DP e GECF. Diante dos resultados obtidos, pode-se concluir que as principais lesões orais encontradas em gatos de abrigos da Região Central do RS foram gengivite, estomatite e periodontite; a periodontite associada ou não a estomatite foi a lesão oral mais frequente nos gatos positivos para FIV e/ou FeLV. O segundo estudo que compõe esta tese trata-se de um relato de síndrome da fragilidade cutânea adquirida, considerada uma doença dermatológica rara em gatos. Foi atendido no Hospital Veterinário Universitário de uma Instituição, um felino, macho, sete anos de idade, sem raça definida, adotado de um abrigo, com histórico de polifagia, poliúria, polidipsia e lesões de pele ulceradas no tronco e região cervical com evolução de dois meses e de difícil cicatrização. O nível glicêmico em jejum, o teste de supressão com dexametasona e o aumento bilateral das glândulas adrenais observadas pela ultrassonografia revelaram diabetes mellitus e hiperadrenocorticismo espontâneo, respectivamente. Na histologia observou-se epiderme acentuadamente fina e moderada atrofia dérmica, com fibras colágenas finas e desorganizadas, indicativas de síndrome da fragilidade cutânea. Mesmo com a terapia para o hiperadrenocorticismo, houve recidiva das lesões de pele que somente apresentaram melhora após cinco meses de tratamento com trilostano.por
dc.contributor.advisor1Fighera, Rafael Almeida
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6223365736139655por
dc.contributor.referee1Gerardi, Daniel Guimarães
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2779194283015459por
dc.contributor.referee2Emanuelli, Mauren Picada
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4714138643455131por
dc.contributor.referee3Schmidt, Claudete
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/7999436462608722por
dc.contributor.referee4Pinto Filho, Saulo Tadeu Lemos
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/1626744106896196por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9067578304345366por
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.departmentMedicina Veterináriapor
dc.publisher.initialsUFSMpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Medicina Veterináriapor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::MEDICINA VETERINARIApor
dc.publisher.unidadeCentro de Ciências Ruraispor


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