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dc.creatorKern, Paula Roberta
dc.date.accessioned2019-04-18T18:50:57Z
dc.date.available2019-04-18T18:50:57Z
dc.date.issued2018-12-04
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/16267
dc.description.abstractThe exchange bias (EB) arises, generally, from the interfacial coupling between a ferromagnetic layer (FM) and an antiferromagnetic layer (AFM). The most well-known manifestations of this phenomenon, in samples with a FM/AFM interface, are the field shift in the magnetization curves and the increase in the coercive field when compared to the uncoupled FM material. Many experimental results have shown that the exchange bias field (Heb) and coercivity (HC) in FM/AFM bilayers are inversely proportional to the FM layer thickness. On the other hand, the relationship between these parameters and the AFM layer is more complicated and the particularities of each system will define how the evolution of Heb and HC with the AFM thickness will be. The general rule is that there exists a critical thickness of the AFM below which the EB vanishes. In this thesis, in order to investigate the emergence and evolution of EB as a function of the AFM layer thickness, NiFe(50 nm)/FeMn(tAFM) bilayers were produced with 3 nm tAFM 30 nm. The work was carried out by means of structural and magnetic characterization techniques, such as X-ray reflectivity and diffraction, magnetometry and ferromagnetic resonance (at a fixed frequency and broadband). The results obtained by static and dynamic magnetic characterization have shown that, for this FM/AFM system, the EB arises when tAFM 6 nm. A description of the angular evolution of the ferromagnetic resonance field, considering the Zeeman, demagnetization, uniaxial, unidirectional and rotatable energies, confirmed the existence of a misalignment between the uniaxial and unidirectional anisotropies axes, which was found to be dependent on the AFM layer thickness. In addition, the evaluation of the ferromagnetic resonance linewidth as a function of temperature, performed for two samples, presented a peak at approximately 75 K, which was interpreted in terms of inomogeneities in the samples.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/*
dc.subjectExchange biaspor
dc.subjectRessonância ferromagnéticapor
dc.subjectDesalinhamentopor
dc.subjectLargura de linhapor
dc.subjectAnisotropiapor
dc.subjectTemperaturapor
dc.subjectFerromagnetic resonanceeng
dc.subjectMisalignmenteng
dc.subjectLinewidtheng
dc.subjectAnisotropyeng
dc.subjectTemperatureeng
dc.titleExchange bias em bicamadas de NiFe/FeMn: um estudo em função da espessura da camada antiferromagnéticapor
dc.title.alternativeExchange bias in NiFe/FeMn bilayers: a study as a function of the antiferromagnetic layer thicknesseng
dc.typeTesepor
dc.description.resumoO exchange bias (EB) surge, comumente, do acoplamento interfacial entre uma camada ferromagnética (FM) e uma camada antiferromagnética (AFM). As duas manifestações mais bem conhecidas desse fenômeno, em amostras com uma interface FM/AFM, são o deslocamento em campo das curvas de magnetização e o aumento da coercividade quando comparada à do material FM desacoplado. A maior parte dos resultados experimentais tem mostrado que os campos de exchange bias (Heb) e coercivo (HC) de bicamadas FM/AFM são inversamente proporcionais à espessura da camada FM. Por outro lado, a relação entre esses parâmetros e a camada AFM é mais complicada, sendo que as particularidades de cada sistema definirão como será a evolução de Heb e HC com a espessura AFM. A regra geral é que existirá uma espessura AFM crítica abaixo da qual o EB desaparecerá. Nessa tese, com o objetivo de investigar o aparecimento e a evolução do EB em função da espessura da camada AFM, foram produzidas bicamadas de NiFe(50 nm)/FeMn(tAFM) com 3 nm tAFM 30 nm. O trabalho foi realizado por intermédio de técnicas de caracterização estrutural e magnética, tais como difração e refletividade de raios-X, magnetometria e ressonância ferromagnética (com frequência fixa e banda larga). Os resultados encontrados por meio da caracterização magnética estática e dinâmica mostraram que, para esse sistema FM/AFM, o EB surge quando tAFM 6 nm. Uma descrição feita para a evolução angular do campo de ressonância ferromagnética, considerando a energia Zeeman e as energias de anisotropias magnetostática, uniaxial, unidirecional e rodável, confirmou a existência de um desalinhamento entre os eixos das anisotropias uniaxial e unidirecional, o qual se revelou dependente da espessura da camada AFM. Além disso, a avaliação da largura de linha da ressonância ferromagnética em função da temperatura, realizada para duas amostras, apresentou um pico em, aproximadamente, 75 K, o qual foi interpretado em termos de inomogeneidades nas amostras.por
dc.contributor.advisor1Carara, Marcos André
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1334485128053939por
dc.contributor.referee1Denardin, Juliano Casagrande
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5425237044575885por
dc.contributor.referee2Viegas, Alexandre Da Cas
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/5936503285330202por
dc.contributor.referee3Oliveira, Artur Harres de
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/5413344891000141por
dc.contributor.referee4Silva, Leandro Barros da
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/2500664315353832por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7337023805392903por
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.departmentFísicapor
dc.publisher.initialsUFSMpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Físicapor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::FISICApor
dc.publisher.unidadeCentro de Ciências Naturais e Exataspor


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