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dc.creatorFreitas, Catiuscia Molz de
dc.date.accessioned2019-07-02T19:03:01Z
dc.date.available2019-07-02T19:03:01Z
dc.date.issued2014-10-02
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/17261
dc.description.abstractReserpine administration is considered an animal model for the study of tardive dyskinesia by some authors and a model for the study of parkinsonism by others. However, despite several studies used this model to assess the potential of substances to treat these movement disorders, little is known about the mechanisms involved in the development of behavioral changes in reserpine model. Thus, the present study investigated whether behavioral alterations induced by reserpine are related to alterations in dopaminergic system proteins as tyrosine hydroxylase (TH), dopamine transporter (DAT) and monoaminoxidase (MAO). For this, reserpine was administered subcutaneously in mice at doses of 0.1, 0.5 or 1 mg / kg or vehicle (0.2% acetic acid in NaCl 0.9%) for 4 consecutive days. The number of vacuous chewing movements (VCMs), exploratory and locomotor activity were assessed 48 hours (6th day) and 20 days (24th day) after withdrawal of treatment in order to evaluate the induction and maintenance of motor disorders caused by reserpine. It was also analyzed the TH and DAT immunoreactivity by Western blot and the MAO-A and MAO-B activity in striatum and region containing substantia nigra on days 6 and 24. Treatment with 1 mg/kg reserpine caused an increase in VCMs and hypolocomotion in animals, and this effect remained for at least 20 days after withdrawal of reserpine. These alterations were accompanied by a reduction in striatal DAT immunoreactivity and a reduction of TH immunoreactivity in the substantia nigra evaluated on day 6. On the 24th day was observed a decrease in the DAT and TH immunoreactivity in both striatum and substantia nigra. The dose of 0.5 mg/kg reserpine caused behavioral alterations on day 6, but these changes were not maintained after withdrawal of treatment and also neurochemical changes not were found at this dose. We did not find any statistical differences when behavioral and neurochemical parameters were evaluated at a dose of 0.1 mg/kg reserpine. Thereby, these results suggest that reserpine causes changes in dopaminergic system proteins which lead to motor alterations. Thus, possible pharmacological interventions in these proteins could ameliorate motor symptoms in both, Parkinson's disease and tardive dyskinesia.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/*
dc.subjectReserpinapor
dc.subjectTirosina hidroxilasepor
dc.subjectTransportador de dopaminapor
dc.subjectDiscinesia tardiapor
dc.subjectDoença de Parkinsonpor
dc.subjectReserpineeng
dc.subjectTyrosine hydroxylaseeng
dc.subjectDopamine transportereng
dc.subjectTardive dyskinesiaeng
dc.subjectParkinson’s diseaseeng
dc.titleAvaliação dos efeitos comportamentais e neuroquímicos induzidos por diferentes doses de reserpina em camundongospor
dc.title.alternativeEvaluation of behavioral and neurochemical effects induced by different doses of reserpine in miceeng
dc.typeDissertaçãopor
dc.description.resumoA administração de reserpina é considerada um modelo animal para o estudo da discinesia tardia por alguns autores e um modelo para estudo do parkinsonismo por outros. No entanto, apesar de inúmeros trabalhos utilizarem este modelo para avaliar o potencial de substâncias para o tratamento desses distúrbios do movimento, pouco se sabe sobre os mecanismos envolvidos no desenvolvimento das alterações comportamentais presentes no modelo da reserpina. Assim, o presente estudo investigou se as alterações motoras induzidas pela reserpina estão relacionados com alterações em proteínas do sistema dopaminérgico como a tirosina hidroxilase (TH), o transportador de dopamina (TDA) e monoaminoxidase (MAO). Para isso, a reserpina foi administrada subcutaneamente em camundongos nas doses de 0,1, 0,5 ou 1 mg/kg ou veículo (0,2% ácido acético em NaCl 0,9%) durante 4 dias consecutivos. O número de movimentos de mascar no vazio (MMVs), atividade locomotora e exploratória foram avaliados 48 horas (6º dia) e 20 dias (24º dia) após a retirada do tratamento, a fim de avaliar a indução bem como a manutenção das alterações motoras causadas pela reserpina. Foram também analisados a imunoreatividade da TH e do TDA por Western Blot e a atividade da MAO-A e MAO-B em estriado e região contendo a substantia nigra no 6º e 24º dia. O tratamento com 1 mg/kg de reserpina causou um aumento dos MMVs e hipolocomoção nos animais e este efeito se manteve por pelo menos 20 dias após a retirada da reserpina. Essas alterações foram acompanhadas por uma redução na imunoreatividade do TDA no estriado e redução da TH na substantia nigra avaliadas no 6º dia. No 24º dia foi observada uma diminuição na imunoreatividade da TH e do TDA tanto no estriado quanto na substantia nigra. A dose de 0,5 mg/kg de reserpina causou alterações comportamentais no 6º dia, mas estas alterações não se mantiveram após a retirada do tratamento e também não foram encontradas alterações neuroquímicas nesta dose. Não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas quando os parâmetros comportamentais e neuroquímicos foram avaliados na dose de 0,1 mg/kg de reserpina. Assim, esses resultados sugerem que a reserpina causa alterações em proteínas do sistema dopaminérgico que conduzem às alterações motoras. Desta forma, possíveis intervenções farmacológicas nessas proteínas poderiam aliviar os sintomas motores tanto na doença de Parkinson quanto na discinesia tardia.por
dc.contributor.advisor1Fachinetto, Roselei
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7203076675431306por
dc.contributor.referee1Oliveira, Mauro Schneider
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7132934163734175por
dc.contributor.referee2Barbosa, Nilda Berenice de Vargas
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/5901511067144019por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1871026716156302por
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.departmentBioquímicapor
dc.publisher.initialsUFSMpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Biológicas: Bioquímica Toxicológicapor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::BIOQUIMICApor
dc.publisher.unidadeCentro de Ciências Naturais e Exataspor


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