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dc.creatorVieira, Juliano Marchi
dc.date.accessioned2019-08-14T22:20:32Z
dc.date.available2019-08-14T22:20:32Z
dc.date.issued2017-01-31
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/17926
dc.description.abstractCaffeine has been used as ergogenic substance for the purpose of improving athletic performance or attenuating fatigue mechanisms. However, the ergogenic effect of caffeine on high-intensity exercise remains controversial and unclear, others factors such as exercise duration, protocol used, and individuals' training status may interfere in response. Objective of this study was to evaluate the effects of caffeine on biochemical muscle, neurochemical and inflammatory parameters in rats submitted to high-intensity interval training (HIIT). The animals were also divided in six groups: Control group, Caffeine 4 mg, Caffeine 8 mg, HIIT, HIIT + caffeine 4 mg and HIIT + caffeine 8 mg. The rats of groups HIIT, HIIT + 4mg and HIIT + 8mg were trained three times a week for 6 weeks for a total workload 23% of the body weight at the end of the experiment. The exercise protocol (Swimming) was performed three times per week on alternate days (48h of recovery between sessions) always at the same time. Caffeine was administered 30 minutes before training, orally. In muscle was evaluated glycogen levels, enzymes acetylcholinesterase/Ca2+-ATPase activity and histological changes. In CNS was evaluated anxiolytic behavior, enzyme Na+, K+-ATPase activity and oxidative stress parameters. In lymphocytes, was evaluated the effects of caffeine and HIIT on proliferation, cellular immune response to phytohemagglutinin (PHA) and cytokines (IL-06 – IL-10). Our results demonstrated an increase in glycogen levels all groups when compared to control group. HIIT increased thickness in the left ventricle as well as caused an increase in Ca2+-ATPase (67,43%- acute and 34,51% - chronic) activity and decrease in AChE (20,69%) activity in gastrocnemius muscle. Caffeine treatment prevented changes in enzymatic activities, as well as adaptation to left ventricular hypertrophy induced by HIIT. HIIT induced anxiolytic behavior and increased the activity of Na +,K +-ATPase (46,13% cerebral cortex and 50,13% hippocampus) and glutathione peroxidase (38%), TBARS levels (60% - cerebral cortex and 37,66% - hippocampus) and altered the activity of superoxide dismutase and catalase in cerebral cortex, hippocampus and striatum of rats. Caffeine treatment was able to prevent CNS alterations HIIT-induced. In T lymphocytes, caffeine associated to HIIT promoted an increase in T lymphocyte proliferation (147, 61%) and glucocorticoid sensitivity. HIIT induced a decrease in ATP (19,88%) and ADP (31,28%) hydrolysis lymphocytes already caffeine was able to reverse only alterations in the ATP hydrolysis. HIIT caused an increase in ADA (30,27%) and AChE (54,76%) activities in lymphocytes and this effect was pronounced in rats trained and treated with caffeine. IL-6 level (138,5% ) was increased while IL-10 level (41%) was decreased in trained animals (HIIT) and caffeine was able to reverse this effect. Our results demonstrate that caffeine can modulate pathways for muscle contraction in addition to preventing inflammatory, redox state changes induced by HIIT.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/*
dc.subjectExercíciopor
dc.subjectCafeínapor
dc.subjectLinfócitospor
dc.subjectAcetilcolinesterasepor
dc.subjectNa+ K+ ATPasepor
dc.subjectEstresse oxidativopor
dc.subjectCa2 + ATPasepor
dc.subjectEctonucleotidasespor
dc.subjectCitocinaspor
dc.subjectExerciseeng
dc.subjectCaffeineeng
dc.subjectLymphocyteseng
dc.subjectAcetylcholinesteraseeng
dc.subjectOxidative stresseng
dc.subjectCytokineseng
dc.titlePotenciais efeitos da cafeína sobre parâmetros bioquímicos e inflamatórios em ratos submetidos ao treinamento intervalado de alta intensidadepor
dc.title.alternativeEffects of caffeine on muscular biochemical, neurochemical and inflammatory parameters of rats submitted to high-intensity interval trainingeng
dc.typeTesepor
dc.description.resumoA cafeína tem sido usada como uma substância ergogênica com a finalidade de melhorar a performance atlética ou atenuar os mecanismos geradores de fadiga. No entanto, o efeito ergogênico da cafeína em exercícios de alta intensidade permanece controverso e pouco esclarecido, parecendo ser dependente de alguns fatores como duração do exercício, protocolo utilizado e estado de treinamento dos indivíduos. O objetivo do presente trabalho foi avaliar os feitos da cafeína em parâmetros bioquímicos musculares, neuroquímicos e inflamatórios em ratos submetidos ao treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT). Os animais foram divididos em seis grupos: controle, cafeína 4 mg/kg, cafeína 8 mg/kg, HIIT, HIIT/cafeína 4 mg/kg e HITT/ cafeína 8 mg/kg. Os ratos foram treinados utilizando-se um protocolo de natação, três vezes por semana, durante 6 semanas, totalizando uma carga de trabalho de 23% do peso corporal no final do experimento. A cafeína foi administrada oralmente 30 minutos antes da sessão de treinamento. Em músculo foi avaliado níveis de glicogênio, atividade das enzimas acetilcolinesterase (AChE) e Ca2+ATPase e alterações histológicas. Em sistema nervoso foi avaliado o comportamento ansiolítico, a atividade da enzima Na+ K+ ATPase e parâmetros de estresse oxidativo. O impacto da cafeína e do HIIT na sensibilidade e proliferação dos linfócitos, níveis de IL-6 e IL-10 e atividade das enzimas NTPDase, adenosina desaminase (ADA) e AChE em linfócitos também foi determinado. Nossos resultados demonstraram um aumento nos níveis glicogênio em todos os grupos quando comparado ao grupo controle. HIIT aumentou a espessura do ventrículo esquerdo bem como causou um aumento na atividade de Ca2+ ATPase (67,43%- agudo e 34,51% - crônico) e uma diminuição na atividade da AChE (20,69%) em músculo gastrocnêmio. O tratamento com cafeína preveniu as alterações nas atividades enzimáticas, bem como a adaptação à hipertrofia ventricular esquerda induzida pelo HIIT. O treinamento induziu um comportamento ansiolítico e aumentou a atividade da Na+ K+ ATPase (46,13% em córtex cerebral e 50,13%em hipocampo) e da glutationa peroxidase (38%) os níveis de TBARS (60% e 37,66%) e alterou a atividade da superóxido dismutase e da catalase em córtex cerebral, hipocampo e estriado de ratos. O tratamento com cafeína foi capaz de prevenir as alterações em sistema nervoso causada pelo HIIT. Quando cafeína foi associada com HIIT ocorreu um aumento na proliferação de linfócitos T (147, 61%) e na sensibilidade destas células a glicocorticoides. No protocolo crônico o HIIT induziu a diminuição na hidrólise de ATP (19,88%) e ADP (31,28%) em linfócitos sendo que cafeína foi capaz de reverter apenas alterações na hidrólise de ATP. HIIT causou um aumento nas atividades ADA (30,27%) e AChE (54,76%) nos linfócitos e este efeito foi mais pronunciado em ratos treinados e tratados com cafeína (95,99%). O nível de IL-6 foi aumentado (138,5%) enquanto que o nível de IL-10 foi diminuído (41%) em animais treinados (HIIT) e a cafeína foi capaz de reverter este efeito. Nossos resultados demonstram que a cafeína pode modular vias cruciais para a contração muscular além de prevenir alterações inflamatórias e no estado redox induzidas pelo HIIT.por
dc.contributor.advisor1Spanevello, Roselia Maria
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3446031341157893por
dc.contributor.referee1Silva, Aleksandro Schafer da
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3485147800868305por
dc.contributor.referee2Braganhol, Elizandra
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/3081112950297594por
dc.contributor.referee3Stefanello, Francieli Moro
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/8828875564145245por
dc.contributor.referee4Oliveira, Sara Marchesan de
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/6574555059806902por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2914639921369231por
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.departmentBioquímicapor
dc.publisher.initialsUFSMpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Biológicas: Bioquímica Toxicológicapor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::BIOQUIMICApor
dc.publisher.unidadeCentro de Ciências Naturais e Exataspor


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