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dc.creatorObem, Marielle Kulakowski
dc.date.accessioned2020-02-03T13:42:48Z
dc.date.available2020-02-03T13:42:48Z
dc.date.issued2018-08-30
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/19461
dc.description.abstractFamily is a group of individuals linked together, whether by alliance, affiliation, adoption, kinship, cohabitation or socio-affectivity. It must be understood as a historically determined institution that corresponds to the needs of society. From this perspective, there is the recognition of the right to be family and respect for the formation of homoaffective families. Thus, the research question was formulated: how does the interactional experience of homoaffective families in the care received in health services, according to the families' perspective? And, as objective: To know the interactional experience of homoaffective families in the care received in health services, according to the families' perspective. Refers to a qualitative approach study. Nine homoaffective families participated in the study, being two male and seven female couples, living in cities in the interior of the state of Rio Grande do Sul. Semi-structured interviews were conducted with the families, the interviews occurring from March to September. 2017. The ethical aspects were respected following Resolution No. 466/2012 of the National Health Council that concerns research on human beings. Homoaffective families, when consulting in the health services, face difficulties and feel treated differently due to their family constitution. Often these families do not feel recognized within health spaces, which contributes to their non-visibility in these environments. Families also report that, although there is no spoken revelation, affective ties between the members present in the care, which are often ignored by health professionals, are perceptible. These situations, characterized as negative, cause families to fear to reveal themselves as homogenous within health spaces, because they feel they need to protect themselves as a unit and their members as individuals of prejudice and discrimination, so as not to run the risk of exposing them, if not be understood and suffer any kind of emotional discomfort during the care provided by the professionals. The (in) visibility was thus placed, in parentheses, because it is perceived that these families are often seen by health professionals, but are not recognized by them as families.eng
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/*
dc.subjectFamíliapor
dc.subjectFamília homoafetivapor
dc.subjectHomossexualidadepor
dc.subjectHomoparentalidadepor
dc.subjectEnfermagempor
dc.subjectFamilyeng
dc.subjectHomoaffective familyeng
dc.subjectHomosexualityeng
dc.subjectHomoparentalityeng
dc.subjectNursingeng
dc.titleA (in)visibilidade de famílias homoafetivas durante atendimentos nos serviços de saúdepor
dc.title.alternativeThe (in) visibility of homoafetive families during health care serviceseng
dc.typeDissertaçãopor
dc.description.resumoIntrodução: Família é um conjunto de indivíduos unidos entre si, seja por aliança, filiação, adoção, parentesco, coabitação ou socioafetividade. É preciso compreendê-la como uma instituição historicamente determinada que corresponde às necessidades da sociedade. Nessa perspectiva, há o reconhecimento do direito de ser família e do respeito à formação das famílias homoafetivas. Dessa forma, formulou-se a questão pesquisa: como ocorre a experiência interacional de famílias homoafetivas no atendimento recebido em serviços de saúde, segundo a perspectiva das famílias? E, como objetivo: Conhecer a experiência interacional de famílias homoafetivas no atendimento recebido em serviços de saúde, segundo a perspectiva das famílias. Refere-se a um estudo de abordagem qualitativa. O referencial teórico utilizado foi o interacionismo simbólico, que estuda a compreensão da ação humana a partir de interações sociais. Metodologia: Participaram do estudo nove famílias homoafetivas, sendo dois casais do gênero masculino e sete do feminino, residentes em cidades do interior do estado do Rio Grande do Sul. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas com as famílias participantes, as entrevistas ocorrem do mês de março a setembro de 2017. A captação das famílias ocorreu de três maneiras: pelas estratégias de saúde da família (ESF) pela ABRAFH e pela técnica Snowball. Os dados foram analisados pelo método espital de proposto por Creswell. Foram respeitados os aspectos éticos seguindo a Resolução Nº 466/2012 do Conselho Nacional de Saúde que diz respeito a pesquisas sobre seres humanos. Resultados: As famílias homoafetivas ao consultarem nos serviços de saúde enfrentam dificuldades e se sentem tratadas de maneira diferente devido sua constituição familiar. Muitas vezes essas famílias não se sentem reconhecidas dentro dos espaços de saúde, o que contribui para a não visibilidade delas nesses ambientes. As famílias também referem que, muitas vezes, por mais que não ocorra revelação falada, é perceptível os laços afetivos entre os membros presentes no atendimento, que por diversas vezes são ignorados pelos profissionais da saúde. Essas situações caracterizadas como negativas, fazem com que as famílias temam se revelar como homoafetivas dentro dos espaços de saúde, pois sentem que precisam proteger a si enquanto unidade e aos seus membros como indivíduos do preconceito e da discriminação, para não correr riscos de expor-se, não ser compreendidas e sofrer qualquer tipo de desconforto emocional durante o atendimento prestado pelos profissionais. A (in) visibilidade, foi assim colocada, entre parênteses, pois se percebe que essas famílias, muitas vezes, são vistas pelos profissionais da saúde, mas não são reconhecidas por eles enquanto famílias.por
dc.contributor.advisor1Perlini, Nara Marilene Oliveira Girardon
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4867558399150837por
dc.contributor.referee1Araújo, Ednaldo Cavalcante de
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7392652886296731por
dc.contributor.referee2Van Der Sand, Isabel Cristina Pacheco
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/3850769100209475por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9633739364302929por
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.departmentEnfermagempor
dc.publisher.initialsUFSMpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Enfermagempor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::ENFERMAGEMpor
dc.publisher.unidadeCentro de Ciências da Saúdepor


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