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dc.creatorMunareto, Camila Hirt
dc.date.accessioned2020-02-28T19:06:29Z
dc.date.available2020-02-28T19:06:29Z
dc.date.issued2019-06-06
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/19676
dc.description.abstractThe present research aims to contribute to a better understanding of the challenges posed by modernization to political development and its relations with the revolutionary processes. The object of study is the Islamic Republic of Iran and the research seeks to understand if "the iranian revolution of 1979 is a reaction of the traditional elites to the process of modernization that begun with the Shah's government in 1953. How and why?". To awnser this question, the research will use the path dependence as a theoretical-methodological instrument, emphasizing the existence of political legacies and its impacts on subsequent political choices. So, the process of Iranian modernization and political development will be analysed from two critical moments and the institutional trajectory established between them: (i) the coup of 1953 and (ii) the Islamic Revolution of 1979. The hypothesis adopted is that the Islamic Revolution consists in a reaction of the traditional elites to the process of modernization initiated in 1953. The changes promoted by the coup of State began a new political trajectory in Iran and promoted not only rapid economic growth, but also changes in the behavior patterns of society. In contrast, especially since the White Revolution of 1963, traditional elites were systematically cut off from decision-making spheres, and political institutions lost their autonomy as an instance of modulation of social demands. This discrepancy between modernization and political development established a scenario of political instability, in which the traditional elites could act. With a narrative capable of providing security and certainty to Iranian society in times of rapid change and dismantling of traditional values and attitudes, traditional elites managed to channel the social frustration of modernization and led the Islamic Revolution of 1979. The aim of this study is to understand the challenges posed by modernization to political stability and under what conditions political instability favors the development of a revolutionary rupture.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/*
dc.subjectIrãpor
dc.subjectModernizaçãopor
dc.subjectInstituiçõespor
dc.subjectRevoluçãopor
dc.subjectDesenvolvimento políticopor
dc.subjectIraneng
dc.subjectModernizationeng
dc.subjectInstitutioneng
dc.subjectRevolutioneng
dc.subjectPolitical developmenteng
dc.titleModernização, instituições e revolução: o caso iraniano (1953-1979)por
dc.title.alternativeModernization, institutions and revolution: the iranian case (1953-1979)eng
dc.typeDissertaçãopor
dc.description.resumoA presente pesquisa procura contribuir para uma melhor compreensão dos desafios impostos pela modernização ao desenvolvimento político, bem como sua relação com a ocorrência de processos revolucionários. Tendo como objeto de estudo a República Islâmica do Irã, pretende-se responder à seguinte pergunta de pesquisa: “A Revolução Iraniana de 1979 é, essencialmente, uma reação das elites tradicionais ao processo de modernização iniciado em 1953 pelo governo do Xá? Como e por quê?”. Para isto, o trabalho adota a dependência da trajetória (path dependence) como instrumento teórico-metodológico, enfatizando a existência de legados políticos e seus impactos sobre escolhas políticas subsequentes. Deste modo, o processo de modernização e desenvolvimento político iraniano foram analisados a partir de dois momentos críticos e da trajetória institucional estabelecida entre eles, a saber: (i) o Golpe de Estado de 1953 e (ii) a Revolução Islâmica de 1979. A hipótese adotada é de que a Revolução Islâmica consiste de fato em uma reação das elites tradicionais ao processo de modernização iniciado em 1953. As mudanças promovidas pelo golpe de Estado deram início a uma nova trajetória política no Irã e promoveram não só um rápido crescimento econômico, bem como alterações nos padrões de comportamento da sociedade. Em contrapartida, principalmente a partir da Revolução Branca de 1963, as elites tradicionais foram sistematicamente afastadas das esferas de tomada de decisão e as instituições políticas perderam sua autonomia como uma instância de modulação e canalização das demandas sociais. Essa discrepância entre a modernização e o desenvolvimento político estabeleceram um cenário de instabilidade política, no qual as elites tradicionais puderam atuar. Possuindo uma narrativa capaz de oferecer segurança e certeza à sociedade iraniana em tempos de rápida mudança e desacomodação de valores e atitudes tradicionais, as elites tradicionais conseguiram canalizar a frustração social decorrente da modernização e lideraram a Revolução Islâmica de 1979. Pretende-se assim, por meio do estudo do caso iraniano, compreender os desafios impostos pela modernização à estabilidade política e sob quais condições a instabilidade política favorece o desenvolvimento de uma ruptura revolucionária.por
dc.contributor.advisor1Dornelles Júnior, Arthur Coelho
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9604625080346874por
dc.contributor.referee1Rodriguez, Júlio César Cossio
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0978923229782170por
dc.contributor.referee2Oliveira, Lucas Kerr de
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4584511557852332por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3222216021979176por
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.departmentSociologiapor
dc.publisher.initialsUFSMpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Sociaispor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::SOCIOLOGIApor
dc.publisher.unidadeCentro de Ciências Sociais e Humanaspor


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