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dc.creatorDias, Verônica Tironi
dc.date.accessioned2020-03-05T13:57:38Z
dc.date.available2020-03-05T13:57:38Z
dc.date.issued2019-11-22
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/19737
dc.description.abstractAddiction, which is characterized by the desire and the search for the drug, despite negative consequences, is a serious health problem, causing impairments to the individual, your family, and society. Thus, the developing of strategies to better understand neurobiological mechanisms related to this disorder are extremely relevant. Studies revealed that adverse experiences during the adolescence period could lead to neural circuit impairments facilitating neuropsychiatric disorders development, which could be manifested throughout life and even into adulthood. In this perspective, the inadequate use of licit prescribed psychostimulant drugs during adolescence has become a social concern nowadays. The objective of the current study was to evaluate the influence of modafinil (MOD) administration, a prescription drug, during adolescence on the conditioned place preference (CPP) for amphetamine (AMPH) in rats. The study is based on the hypothesis that prolonged MOD exposure during adolescence could modify the expression of molecular biomarkers related to memory (pro-BDNF, BDNF, Trk-B e GDNF) and targets of the mesolimbic dopaminergic pathway (D1R, D2R, DAT, TH e VMAT-2), affecting the cerebral oxidative status leading to behavioral alterations. From the pilot study (experimental protocol I), when we evaluate the MOD (64mg/kg p.o.) exposure influence on adolescent rats for 14 days, MOD improves short-term memory without causes changes in locomotor or anxiety parameters in the animals. Concerning the oxidative status, the MOD increased the catalase (CAT) activity decreasing oxidative damage markers in the prefrontal cortex, striatum and ventral tegmental área (VTA), as one exception the hippocampus, which MOD did not exert significative influence on the parameters evaluated. From the experimental protocol II, adolescent animals were exposed to MOD and consecutively conditioned with AMPH in the CPP paradigm in adulthood, when we observed that MOD reduced the preference for the drug, preventing locomotor alterations, anxiety-like symptoms, and memory impairments during withdrawal. MOD also showed antioxidant activity and beneficial influences on biomarkers related to memory (pro-BDNF, BDNF, and Trk-B), acting as a modulator of the hippocampal dopaminergic system (DAT, D1R, and D2R). The experimental protocol III was aimed to evaluate whether the same MOD beneficial influences would be repeated when these animals were AMPH-exposed still during adolescence. Again, MOD exposure reduced AMPH-CPP reducing the anxiety-like symptoms during withdrawal. Oxidative and molecular alterations in the dopaminergic system were observed in the VTA and striatum of this animals when MOD exerted an upregulation of striatal dopaminergic targets (TH, DAT, D1R, and D2R) after AMPH exposure, possibly preventing the decrease of dopamine levels during withdrawal and this could be reflected in the behaviors presented. From the experimental protocol IV, the MOD exposure occurred after AMPH-CPP was established, it was proposed as a treatment in the relapse. Such approach showed that MOD treatment prevented the AMPH relapse acting beneficially on memory. At the molecular level, the MOD caused beneficial changes in the dopaminergic system as well in neurotrophins related to the maintenance of this pathway upon AMPH exposure in the ventral striatum. In conclusion of these studies, it is possible to infer that MOD exerted beneficial behavioral effects on the preference and relapse for AMPH when administered during adolescence. Those behaviors occurred together with positive responses on oxidative status and molecular in brain areas related to addiction. So far, until this moment it is possible to propose that MOD could be acting as a modulator of the dopaminergic system against the damage caused by AMPH in rats.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/*
dc.subjectAdiçãopor
dc.subjectAdolescênciapor
dc.subjectAnfetaminapor
dc.subjectPsicoestimulantepor
dc.subjectAddictioneng
dc.subjectAdolescenceeng
dc.subjectAmphetamineeng
dc.subjectPsychostimulanteng
dc.titleInfluência da exposição ao modafinil sobre a preferência por anfetamina em diferentes períodos do desenvolvimentopor
dc.title.alternativeInfluence of modafinil exposure on amphetamine preference in different periods of developmenteng
dc.typeTesepor
dc.description.resumoA adição, a qual é caracterizada pelo desejo e busca pela droga apesar das consequências negativas, é um grave problema de saúde pública causando prejuízos para o indivíduo, sua famíllia e para a sociedade. Dessa forma, o desenvolvimento de estratégias para o entendimento dos mecanismos neurobiológicos relacionados a esse transtorno são de extrema relevância. Estudos revelam que experiências adversas durante a adolescência, podem causar prejuízos aos circuitos neurais do indivíduo, facilitando o desenvolvimento de transtornos neuropsiquiátricos, que podem se manifestar ao longo da vida e até na idade adulta. Em vista disso, o uso inadequado de fármacos psicoestimulantes de uso lícito com prescrição médica durante a adolescência têm se tornado um assunto preocupante na sociedade atual. O presente estudo teve por objetivo avaliar a influência da administração de modafinil (MOD), um psicoestimulante de prescrição, durante a adolescência sobre a preferência de lugar condicionada (PLC) e sobre a recaída por anfetamina (ANF) em ratos. Tal estudo baseia-se na hipótese de que a exposição prolongada ao MOD durante a adolescência poderia modificar a expressão de biomarcadores relacionados à plasticidade sináptica (pro-BDNF, BDNF, Trk-B, GDNF), assim como, alvos da via mesolímbica dopaminérgica (D1R, D2R, DAT, TH, VMAT-2), afetando o status oxidativo cerebral em áreas mesocorticolímbicas, relacionadas com a recompensa e adição, resultando em alterações comportamentais. A partir de um estudo piloto (protocolo experimental I), Destinado a avaliar a influência da exposição de ratos adolescentes ao MOD (64mg/kg, per oral, p.o.) durante 14 dias, observou-se que o MOD melhorou a memória recente sem alterar parâmetros locomotores ou de ansiedade dos animais. Em relação ao status oxidativo, o MOD aumentou a atividade da catalase, e diminuiu marcadores de dano oxidativo no córtex préfrontal, estriado e área tegmental ventral (ATV), exceto no hipocampo, onde o MOD não exerceu influência significativa sobre os parâmetros avaliados. No protocolo experimental II, animais adolescentes foram expostos ao MOD e, posteriormente, condicionados com ANF no paradigma de PLC na idade adulta, quando observou-se que o MOD reduziu a preferência pela droga, prevenindo alterações locomotoras, sinais de ansiedade e prejuízos de memória recente no período de abstinência da droga. O MOD também mostrou atividade antioxidante e efeitos benéficos sobre os biomarcadores relacionados à memória (pro-BDNF, BDNF, Trk-B) agindo como um modulador do sistema dopaminérgico hipocampal (DAT, D1R e D2R). O protocolo experimental III foi realizado com o objetivo de verificar se as mesmas influências benéficas do MOD seriam observadas quando os animais fossem expostos à ANF ainda na adolescência. Novamente, a exposição ao MOD reduziu a PLC por ANF, reduzindo comportamentos de ansiedade durante a abstinência da droga. Alterações do status oxidativo e moleculares no sistema dopaminérgico foram observadas na ATV e estriado desses animais, quando o MOD exerceu uma suprarregulação de alvos estriatais dopaminérgicos (TH, DAT, D1R e D2R) após a exposição à ANF, possivelmente prevenindo a redução nos níveis de dopamina durante a retirada da droga, o que pode ter sido refletido sobre os comportamentos apresentados. No protocolo experimental IV, a exposição ao MOD ocorreu após a PLC por ANF já estar estabelecida, assim o MOD foi proposto como um tratamento à recaída. Tal abordagem mostrou que o MOD preveniu a recaída pela ANF agindo beneficamente sobre a memória. Em nível molecular, o MOD causou alterações benéficas tanto no sistema dopaminérgico como em neurotrofinas relacionadas a manutenção dessa via, no estriado ventral, após a exposição à ANF. Como conclusão desses estudos, é possível inferir que o MOD exerceu efeitos comportamentais benéficos frente à preferência e à recaída por ANF quando administrado durante a adolescência, os quais ocorreram juntamente a respostas positivas sobre o status oxidativo e molecular em áreas cerebrais relacionadas à adição. Até o presente momento é possível propor que o MOD poderia estar agindo como um modulador do sistema dopaminérgico frente ao dano causado pela ANF em ratos.por
dc.contributor.advisor1Burger, Marilise Escobar
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9128090974948413por
dc.contributor.referee1Brucker, Natália
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7188237428821146por
dc.contributor.referee2Bortolatto, Cristiani Folharini
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8879481124489885por
dc.contributor.referee3Brüning, César Augusto
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/6471517217246368por
dc.contributor.referee4Segat, Hecson Jesser
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/0331710735278045por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8908165893324844por
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.departmentFarmacologiapor
dc.publisher.initialsUFSMpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Farmacologiapor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::FARMACOLOGIApor
dc.publisher.unidadeCentro de Ciências da Saúdepor


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