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dc.contributor.advisorNegrini, Tatiane
dc.creatorGuzzo, Nazaré Alves Zaniboni
dc.date.accessioned2016-08-17T14:29:50Z
dc.date.available2016-08-17T14:29:50Z
dc.date.issued2010-12-15
dc.date.submitted2010
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/2033
dc.descriptionArtigo (especialização) - Universidade Federal de Santa Maria, Centro de Educação, Curso de Especialização em Educação Especial - Déficit Cognitivo e Educação de Surdos , EaD, 2010.por
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectEducação inclusivapor
dc.subjectInclusão escolarpor
dc.subjectPráticas pedagógicaspor
dc.subjectPPNE (Pessoas Portadoras de Necessidades Especiais)por
dc.titleUma análise da prática pedagógica na perspectiva da educação inclusiva em Rio Bonito/RJpor
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso de Especializaçãopor
dc.degree.localPolo de Rio Bonito, RJ, Brasilpor
dc.degree.specializationEducação Especial - Déficit Cognitivo e Educação de Surdos , EaDpor
dc.description.resumoA educação em geral, está pautada no pleno desenvolvimento do educando e em seu preparo para o exercício da cidadania. Pensando nisso, surge a necessidade de se garantir o direito de acesso e permanência em escola regular. Os alunos com necessidades especiais, pois eles estavam sendo excluídos da sociedade, sendo mantidos em “escolas especiais”. É garantido na Constituição Federal, que todos somos iguais perante a lei. Então, como se daria a garantia deste direito, se os nossos alunos com necessidades especiais estavam sendo segregados em “escolas especiais” e não, nas escolas regulares? Com isso, acabavam com todas as vantagens que a convivência com a diversidade pode nos oferecer. A lei veio por abrir uma janela para estes alunos, que também fazem parte desta sociedade, no qual todos devem ter a mesma oportunidade. A inclusão aconteceu nas escolas de modo geral e caminha a passos lentos em alguns aspectos. No entanto, na EMPHAC (Escola Municipal Professor Honesto de Almeida Carvalho), depois do primeiro impacto, ou seja, encarar a inclusão e as dificuldades do próprio educador de não saber como fazer e o que fazer, com a nova realidade, passo a passo, está a equipe que descobriu que, em meio a tantas diversidades, também estavam cada profissional, com suas diferenças e limitações. Então, só havia um caminho: devíamos encará-las de frente e renovar as nossas práticas pedagógicas. Foi preciso ter bem claro em nossa concepção, que para a conquista de uma inclusão de qualidade, algumas adaptações em nosso ambiente escolar se faziam necessárias. E juntos, inseridos no processo, começamos a galgar a passos curtos, avanços muito importantes. Partimos para algumas mudanças: novas estratégias, reformular métodos e utilizar novos recursos pedagógicos. Assim, a escola começou a eliminar barreiras em suas estruturas e na sua parte pedagógica. Umas de pequeno porte e outras de grande porte, mas avançando rumo à conquista de zelar por uma aprendizagem igualitária e de qualidade para as nossas crianças com necessidade. Sob o olhar de uma integração significativa, que garanta não só o acesso, mas a permanência de qualidade, uma vez que a inclusão só é inclusão, quando se faz uma série de adaptações para receber o aluno e promover a aprendizagem.por
dc.publisher.unidadeCentro de Educaçãopor


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