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dc.contributor.advisorBiasoli, Vitor Otávio Fernandes
dc.creatorHowes Neto, Guilherme
dc.date.accessioned2016-09-09T13:21:45Z
dc.date.available2016-09-09T13:21:45Z
dc.date.issued2011-02-24
dc.date.submitted2011
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/2134
dc.descriptionMonografia (especialização) - Universidade Federal de Santa Maria, Centro de Ciências Sociais e Humanas, Curso de Especialização em História do Brasil, RS, 2011.por
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectPeãopor
dc.subjectLiteraturapor
dc.subjectHistóriapor
dc.titleDe Blau Nunes a João Guedes: o imaginário e as representações do gaúcho em “Contos Gauchescos” (1912) e “Porteira Fechada” (1944)por
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso de Especializaçãopor
dc.degree.localSanta Maria, RS, Brasil.por
dc.degree.specializationHistória do Brasilpor
dc.description.resumoEsse trabalho busca uma aproximação entre a história e a literatura. Visa refletir acerca do imaginário e das representações sobre o gaúcho – o herói campeiro e o peão de estância – em meados do século XX, tomando como matrizes literárias, as obras Contos Gauchescos (1912), de João Simões Lopes Neto e Porteira Fechada (1944), de Cyro Martins. Faz uma breve discussão teórica sobre o estado da questão, neste momento, no sentido de reafirmar que fontes literárias podem servir de subsídio para a história, desde que bem delimitados os seus campos de atuação. Inseridas essas obras em um período histórico em que o gauchismo passa a ser tratado como um objeto de culto e não mais somente como objeto ou tema de estudo historiográfico ou literário, busco nos personagens Blau Nunes e João Guedes, protagonistas das obras, compreender e refletir sobre o imaginário e sobre as representações, construídas a partir deles como possíveis sujeitos históricos, acerca do pampa simbólico, da estância, do elemento humano, ancorado no universo do trabalhador rural da campanha gaúcha. Na intenção de fazer uma leitura desse momento histórico, proponho, a partir desses autores, e de seus personagens, fazer um exercício de aproximação da obra ficcional com a história do trabalhador rural do Rio Grande do Sul nas primeiras décadas do século XX, apresentando um quadro humano e individualizado de quais motivações levaram o gaúcho a assumir um papel de herói, e não herói, metonímico do campeiro, que remete à figura emblemática e representativa do homem do campo, do peão de estância.por
dc.publisher.unidadeCentro de Ciências Sociais e Humanaspor


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  • História do Brasil [51]
    Coleção dos trabalhos de conclusão do Curso de Especialização em História do Brasil

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