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dc.creatorMaroneze, Marília Cunha
dc.date.accessioned2021-07-27T18:48:27Z
dc.date.available2021-07-27T18:48:27Z
dc.date.issued2021-04-15
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/21620
dc.description.abstractTwo studies will be presented in this thesis involving the subject use of dental services in adolescence. The first study aimed to assess which factors in early adolescence influence regular dental attendance in the end of adolescence, considering 6 years of follow up. The second study aimed to assess what was the prevalence of dental service use in the last year and to understand what are the barriers and facilitators in the use of the dental service by adolescents. A prospective cohort study started in 2012 with an epidemiological survey carried out in 20 schools located within the 5 administrative regions of Santa Maria. In total, 1134 adolescents with 12 years were evaluated in the baseline (T1). Data collection included clinical examinations and a structured questionnaire answered by the parents. Data were collected considering contextual, demographic, socioeconomic, behavioral and psychosocial conditions. The outcome of the first study, regular attendance, was evaluated using the self-reported of adolescents considering the reason for their last dental visit at follow up. We consider regular attenders as those who reported going to the dentist for dental checkup and non-regular attenders were adolescents who visit the dentist due oral problems. Multilevel Logistic Regression models were performed to evaluate the association between baseline variables and routine dental attendance. A total of 759 adolescents were revaluated at T2. Having untreated dental caries (OR=0.66, 95% CI=0.47, 0.93) and malocclusion (OR=0.65, 95% CI=0.46, 0.90) were significantly associated with no routine regular attendance during follow up. A sequential explanatory mixed‐methods design was performed in the second study. In the quantitative phase, the prevalence of adolescents‘ dental visit in the last year was evaluated. Semi‐structured interviews were conducted consecutively in adolescents‘ residences in qualitative phase. All interviews were audio‐recorded until saturation was reached and analyzed according to thematic analysis proposed by Braun and Clarke. The prevalence of dental visit in the last year was 71.8%. From the 13 interviews conducted three subcategories emerged from the theme barriers to dental service: priorities and interests, difficulty of access, delay and difficult to get consultation. The subcategories that emerged from the facilitators were: motivation and health professionals at school. Then, dental caries and malocclusion have a negative influence on regular dental attendance. Furthermore, the majority of adolescents only visit the dentist due curative problems. Adolescents express the desire to have dentist and other health professionals inserted in school. This monitoring must be carried out in the beginning of adolescence due to the behavioral changes that occur in this period, which can contribute to oral problems. In this sense, we highlight the importance of longitudinal intersectional actions carried out between the health and education sectors to promote oral health among adolescents.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/*
dc.subjectAdolescentepor
dc.subjectAssistência odontológicapor
dc.subjectEstudo longitudinalpor
dc.subjectServiços odontológicospor
dc.subjectAdolescenteng
dc.subjectDental attendanceeng
dc.subjectDental careeng
dc.subjectLongitudinal studyeng
dc.titleAvaliação do uso de serviços odontológicos ao longo da adolescência: um estudo de coorte quantitativo e qualitativopor
dc.title.alternativeEvaluation of the use of dental services along the adolescence: a quantitative and qualitative cohort studyeng
dc.typeTesepor
dc.description.resumoNessa tese são apresentados dois estudos envolvendo o tema uso de serviços odontológicos na adolescência. O primeiro estudo teve como objetivo avaliar quais são os fatores no início da adolescência que influenciam no uso regular do serviço odontológico no fim da adolescência após 6 anos de acompanhamento. O segundo estudo teve como objetivo avaliar qual foi a prevalência de utilização do serviço odontológico no último ano e entender quais são as barreiras e facilitadores no uso do serviço odontológico por adolescentes. Um estudo de coorte prospectivo teve início em 2012 com um levantamento epidemiológico realizado em 20 escolas localizadas dentro das 5 regiões administrativas de Santa Maria. Ao todo, foram avaliados 1134 adolescentes de 12 anos de idade no baseline (T1). As coletas de dados foram compostas por exames clínicos e por questionário estruturado respondido pelos pais. Foram coletados dados a respeito de condições contextuais, sociodemográficas, socioeconômicas, comportamentais e psicossociais. O acompanhamento dos adolescentes ocorreu após 6 anos, em 2018 (T2). O desfecho do primeiro estudo, o uso regular do serviço odontológico, foi avaliado por meio do autorrelato dos adolescentes quanto ao motivo da última consulta odontológica no acompanhamento. Usuários regulares foram definidos como aqueles que referiram ir ao dentista para exame dentário e não regular como os adolescentes que procuram o dentista por problemas bucais. Os dados foram analisados utilizando modelos Multinível de Regressão Logística para avaliar a associação entre variáveis contextuais, socioeconômicas, demográficas, clínicas e psicossociais com o uso regular do serviço odontológico. Um total de 759 adolescentes foram reavaliados no T2. Ter cárie dentária não tratada (OR = 0,66, IC 95% = 0,47, 0,93) e má oclusão (OR = 0,65, IC 95% = 0,46, 0,90) foram significativamente associados com uso não regular do serviço odontológico por adolescentes no companhamento. No segundo estudo foi utilizado um estudo misto sequencial explanatório. Na fase quantitativa, foi avaliada a prevalência do uso do serviço odontológico dos adolescentes no último ano (T2). Entrevistas semiestruturadas foram realizadas consecutivamente nas residências de adolescentes na fase qualitativa. As entrevistas foram gravadas com gravador de áudio, transcritas e interrompidas após saturação dos dados. Foi utilizada a análise temática proposta por Braun e Clark. A prevalência de consulta odontológica no último ano foi de 71,8%. Das 13 entrevistas realizadas emergiram três subcategorias do tema barreiras ao atendimento odontológico: prioridades e interesses, dificuldade de acesso, demora e dificuldade de obtenção de consulta. As subcategorias que emergiram dos facilitadores foram: motivação e profissionais de saúde na escola. Logo, o uso regular do serviço odontológico é influenciado negativamente pela presença de cárie dentária e má oclusão. Além disso, a maioria dos adolescentes visita o dentista apenas por motivos curativos. Adolescentes expressaram o desejo de que o dentista e outros profissionais da saúde sejam inseridos na escola. Esse acompanhamento deve ser realizado no início da adolescência devido às mudanças comportamentais que ocorrem neste período, que podem contribuir para problemas bucais. Nesse sentido, salienta-se a importância de ações longitudinais realizadas entre os setores da saúde e da educação para a promoção da saúde bucal dos adolescentes.por
dc.contributor.advisor1Ardenghi, Thiago Machado
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3627421305871577por
dc.contributor.referee1Emmanuelli, Bruno
dc.contributor.referee2Ferreira, Fernanda de Morais
dc.contributor.referee3Pinto, Márcia Helena Baldani
dc.contributor.referee4Goettems, Marília Leão
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1246615708076263por
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.departmentOdontologiapor
dc.publisher.initialsUFSMpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Odontológicaspor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::ODONTOLOGIApor
dc.publisher.unidadeCentro de Ciências da Saúdepor


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