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dc.creatorCremonese, Luiza
dc.date.accessioned2021-09-15T11:24:51Z
dc.date.available2021-09-15T11:24:51Z
dc.date.issued2020-10-02
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/22222
dc.description.abstractIntroduction: In the pediatric field, the diagnosis of HIV infection in childhood is understood as a difficult communication, as it is a permanent serological condition immersed in a stigmatizing context. This indicates that family members and professionals use different strategies for such communication, aiming to minimize failures and negative associations with the situation. However, there is a gap in the elements that make up the communicative process of this diagnosis. Objective: to map how the diagnosis of HIV infection occurs in pediatrics. Method: scope review according to the guidelines of the Joanna Briggs Institute. The inclusion criteria were original articles whose participants were the child, family and/or health professional, whose theme was the communication of the diagnosis of HIV infection, published from 2011 and in Portuguese, English or Spanish. Considering that communication can extend to the teaching and, sometimes, investigations include both participants, there was a need, during the study, for inclusion of HIV adolescents infected in childhood. In January 2020, the following sources were accessed: PubMed, CINAHL, Scopus, WoS, ASSIA, PsycINFO, ERIC, Sociological Abstracts, Edubase and LILACS, BDENF and IndexPsi by VHL, in addition to the reference list of the included studies. Results: 64 articles were included and the results organized from the elements of the communicative process such as sender, receiver, message, context, channel and effect. The emitters were health professionals and family members and the recipients were family members, children and adolescents. The message was the diagnosis of HIV infection for the child and sometimes happening in adolescence. The main context that family members and professionals analyzed to communicate refers to the preparation of children or adolescents. As a communication channel, professionals and family members used physical materials and other strategies and evaluated the amount of information and the quality of the content. In the vast majority, the effects were beneficial for those involved, and the negative effects occurred when there was a delay in communication and it happened in adolescence. The noises occurred, especially when the family members were the emitters and the professionals recognized that they had committed failures due to the lack of preparation for the situation. Final thoughts: it is important that the services establish conditions to have an appropriate context for the communication of bad news in pediatrics. Moreover, health professionals must develop skills to support family members as senders of this message. It is noteworthy that the use of communication strategies appropriate for the age group is positive, as well as the monitoring of the effects of this communication by a multidisciplinary team, being the procedural communication early and timely, avoiding noise and failures, as they can generate negative effects. Further studies are necessary especially to assess the communication failures of the diagnosis of HIV infection in the children’s experience.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/*
dc.subjectSaúde da criançapor
dc.subjectSaúde do adolescentepor
dc.subjectComunicação em saúdepor
dc.subjectHIVpor
dc.subjectRevisão de escopopor
dc.subjectChild healtheng
dc.subjectAdolescent healtheng
dc.subjectHealth communicationeng
dc.subjectScoping revieweng
dc.titleComunicação do diagnóstico de infecção pelo HIV em pediatria: revisão de escopopor
dc.title.alternativeCommunication of the diagnosis of HIV infection in pediatrics: scoping revieweng
dc.typeTesepor
dc.description.resumoIntrodução: No campo da pediatria o diagnóstico de infecção pelo HIV na infância é compreendido como uma comunicação difícil, por se tratar de uma condição sorológica permanente e imersa em um contexto estigmatizante. Isso indica que familiares e profissionais utilizem diferentes estratégias para tal comunicação, visando minimizar falhas e associações negativas a situação. Porém, há lacuna quanto aos elementos que compõe o processo comunicativo deste diagnóstico. Objetivo: mapear como acontece a comunicação do diagnóstico de infecção pelo HIV em pediatria. Método: revisão de escopo conforme as orientações do Joanna Briggs Institute. Os critérios de inclusão foram artigos originais que tiveram como participantes, criança, familiar e/ou profissional de saúde, que o tema fosse a comunicação do diagnóstico de infecção pelo HIV; recorte temporal de 2011 e os idiomas português, inglês ou espanhol. Considerando que a comunicação pode se estender à adolescência e, por vezes, as investigações incluem ambos participantes, houve a necessidade, no decorrer do estudo, de inclusão de adolescentes infectados pelo HIV na infância. Foram acessadas, em janeiro de 2020, as fontes: PubMed, CINAHL, Scopus, WoS, ASSIA, PsycINFO, ERIC, Sociological Abstracts, Edubase e LILACS, BDENF e IndexPsi via BVS. Bem como, a lista de referência dos estudos incluídos. Resultados: foram incluídos 64 artigos e os resultados organizados a partir dos elementos do processo comunicativo como o emissor, receptor, mensagem, contexto, canal e efeito. Os emissores foram os profissionais da saúde e familiares e os receptores foram familiares, crianças e adolescentes. A mensagem foi o diagnóstico de infecção pelo HIV para a criança e, por vezes, acontecendo na adolescência. O principal contexto que os familiares e profissionais analisaram para comunicar se refere ao preparo das crianças ou adolescentes. Como canal da comunicação os profissionais e familiares utilizaram materiais físicos e outras estratégias e avaliaram a quantidade de informações e a qualidade do conteúdo. Na grande maioria, os efeitos foram benéficos para os envolvidos, sendo que os efeitos negativos aconteceram quando houve atraso na comunicação e ela aconteceu na adolescência. Os ruídos aconteceram, especialmente quando os familiares foram os emissores e os profissionais reconheceram que cometeram falhas devido a falta de preparo para a situação. Considerações finais: é importante que os serviços estabeleçam condições de ser ter um contexto apropriado para a comunicação de más noticias em pediatria. E, também, para que os profissionais de saúde desenvolvam habilidades para apoiarem os familiares como emissores desta mensagem. Destaca-se que é positivo o uso de estratégias de comunicação adequadas para a faixa etária, o acompanhamento dos efeitos dessa comunicação por equipe multiprofissional, sendo a comunicação processual, precoce e oportuna, evitando ruídos e falhas, pois podem gerar efeitos negativos. Novos estudos são necessários especialmente para avaliar as falhas de comunicação do diagnóstico de infecção pelo HIV na experiência das crianças.por
dc.contributor.advisor1Paula, Cristiane Cardoso de
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8247264269439154por
dc.contributor.advisor-co1Padoin, Stela Maris de Mello
dc.contributor.referee1Gomes, Antonio Marcos Tosoli
dc.contributor.referee2Soares, Cássia Baldini
dc.contributor.referee3Fontes, Cassiana Mendes Bertoncello
dc.contributor.referee4Lomba, Maria de Lurdes Lopes de Freitas
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0694947922451943por
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.departmentEnfermagempor
dc.publisher.initialsUFSMpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Enfermagempor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::ENFERMAGEMpor
dc.publisher.unidadeCentro de Ciências da Saúdepor


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