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dc.creatorMedeiros, Luis Aquiles Martins
dc.date.accessioned2017-05-11
dc.date.available2017-05-11
dc.date.issued2004-07-30
dc.identifier.citationMEDEIROS, Luis Aquiles Martins. Genetic resistance of beans (phaseolus vulgaris l.) to Colletotrichum lindemuthianum. 2004. 97 f. Tese (Doutorado em Agronomia) - Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, 2004.por
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/3158
dc.description.abstractOne hundred and twenty eight genotypes of common bean (Phaseolus vulgaris L.) divided into local varieties, cultivars and lines both from meso-america and andean gene pool, were evaluated in 2003 and 2004. Several experiments were conducted at Universidade Federal de Santa Maria, State of Rio Grande do Sul, Brazil. Host genetic structure was studied based on reaction on juvenile resistance (V1/V2) to 12 physiological races of Colletotrichum lindemuthianum. Also, the relation among three phonological stages (V1/V2; R4/R5 and R5/R6) of 26 germplasm and the reaction to four races of Colletotrichum lindemuthianum was characterized. The plant reaction, virulence and resistance index were obtained from a 1 to 9 scale. The phenetic analysis was generated from virulence data considering incompatible reaction (0) and compatible reaction (1). Common bean germplasm variability was not coherent to decade of release, origin and gene pool. Higher diversity was observed among local genotypes than commercial ones. Variability of common bean lines was not related to population structure of the pathogen. The absence of Mexican genes (Co-4 and Co-5) was observed in genotypes with resistance index higher that 80%. Higher frequency of resistant genotypes was observed from 1980 to 1990. However, such result was not applied to the wide spread virulence genes. Phenetic data analysis showed that intrinsic diversity was observed among local genotypes of common bean. Specific interactions between genotypes and races were observed as growth stage evolved.eng
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectAgronomiapor
dc.subjectFeijaopor
dc.subjectGenetica vegetalpor
dc.subjectFungospor
dc.subjectAntracnosepor
dc.titleResistência genética do feijão (phaseolus vulgaris l.) ao Colletotrichum lindemuthianumpor
dc.title.alternativeGenetic resistance of beans (phaseolus vulgaris l.) to Colletotrichum lindemuthianumeng
dc.typeTesepor
dc.description.resumoNos anos de 2003 e 2004, na Universidade Federal de Santa Maria, foram avaliados cento e vinte e oito genótipos de feijoeiro comum (Phaseolus vulgaris L.) locais, cultivares comerciais e linhagens de origem meso-americana e andina, com o objetivo de caracterizar sua estrutura genética quanto à resistência a 12 raças fisiológicas de Colletotrichum lindemuthianum, no estádio juvenil (V1/V2). Destes genótipos, vinte e seis foram selecionados e inoculados em 3 estádios fenológicos (V1/V2; R4/R5 e R5/R6), com 4 raças fisiológicas de C. lindemuthianum, sendo avaliada a proporção de reações resistentes de acordo com a idade da planta. Reações caracterizadas com base em uma escala de notas de severidade de 1 a 9, permitiram calcular os índices de resistência dos genótipos e da virulência das raças. A análise fenética dos dados de virulência foi obtida a partir da construção de uma matriz, considerando as reações incompatíveis (0) e as reações compatíveis (1). A variabilidade em germoplasma de feijão não se mostrou coerente com a década de lançamento, local origem e pool gênico. Não foi observado aumento significativo na proporção de genótipos resistentes entre as décadas de 80 e 90, assim como não houve incremento de alguns genes de virulência especialmente dispersos e abundantes. Genótipos que apresentaram índice de resistência superior a 80% não continham genes Mexicanos (Co-4 e Co-5). Variabilidade em linhagens não se mostrou ligada à estrutura populacional de C. lindemuthianum. A análise fenética mostrou que maior diversidade intrínseca foi observada entre os genótipos locais de feijoeiro comum. Para interações específicas entre genótipos e raças, foi observada variação na resistência relacionada com o envelhecimento da planta.por
dc.contributor.advisor1Balardin, Ricardo Silveiro
dc.contributor.advisor1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4721447T7por
dc.contributor.referee1Dutra, Luiz Marcelo Costa
dc.contributor.referee1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4780519T1por
dc.contributor.referee2Antunes, Irajá Ferreira
dc.contributor.referee2Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4787174E2por
dc.creator.Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4791090J8por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.departmentAgronomiapor
dc.publisher.initialsUFSMpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Agronomiapor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::AGRONOMIApor


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