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dc.creatorCantarelli, Ana Paula
dc.date.accessioned2013-10-21
dc.date.available2013-10-21
dc.date.issued2013-02-25
dc.identifier.citationCANTARELLI, Ana Paula. ALLEGORY AND DEATH IN PEDRO PÁRAMO, BY JUAN RULFO: THE FUTURE IN RUINS. 2013. 249 f. Tese (Doutorado em Letras) - Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, 2013.por
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/3985
dc.description.abstractThis paper proposes an analysis on the novel Pedro Páramo, by Juan Rulfo, in which elements such as the conception of future and past defended by Modernity, the allegorical construction and the work of mourning arise as central axis. Throughout four chapters we sought to answer the following question: How, in Pedro Páramo, the Mexican revolutionary process and future prospects arising from Modernity are expressed? In the first, based on authors like Carlos Fuentes, Alejo Carpentier, Jorge Alberto Vital and Ruffinelli, we linked the author, the work and the context of production in an attempt to apprehend the formation of the Mexican historical-social-economic reality. Also at this stage, we make some considerations about the processes of cultural encounters experienced by Mexico (since the arrival of the Spanish to the mexican revolution) in order to relate issues of modernity and the constitutive process of the novel studied. In the second chapter, we detailed the process of the narrative construction, associating the external to the internal elements in a process of entry and exit of the novel, adding the literary text to the Mexican political-historical-social context. Also, we used the concept of literary transculturation proposed by the Uruguayan critic Ángel Rama, who helped us understand the narrative structure of Rulfo s novel, especially in relation to the historical moment in which it was produced. In the third chapter, we approached the cultural elaboration of death in Mexico, in its condition as national totem. Furthermore, based on the studies developed by Walter Benjamin, Jürgen Habermas, Octavio Paz and Darcy Ribeiro, we related, to the narrative analyzed, Benjamin s concept of allegory and the temporal conception adopted in Modernity. In the fourth and final chapter, the writings of Theodor Adorno and Idelber Avelar helped us with concepts such as mourning, loss, defeat, tension - associated to negative dialectics - taking Pedro Páramo as an open system in which the tension leads to a conception of future that subverts the conception presented by Modernity: a future in ruins. The projection of a future in ruins turns active the past, the present and the future. In this light, the different narrative voices in Pedro Páramo are taken as different possibilities, singular and incomplete, which propose the revision of the constitution of the Great National Report of Mexico related to the Revolution, starting from the recognition of the past as heterogeneous and fragmented, breaking with the homogenizing and totalizing visions of history and taking diversity and opposition as positive aspects.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectRevolução mexicanapor
dc.subjectGrande relato nacionalpor
dc.subjectRuínaspor
dc.subjectAlegoriapor
dc.subjectFuturopor
dc.subjectMexican revolutioneng
dc.subjectGreat national historyeng
dc.subjectRuinseng
dc.subjectAllegoryeng
dc.subjectFutureeng
dc.titleAlegoria e morte em Pedro Páramo, de Juan Rulfo: o futuro em ruínaspor
dc.title.alternativeAllegory and death in Pedro Páramo, by Juan Rulfo: the future in ruinseng
dc.typeTesepor
dc.description.resumoEste trabalho apresenta uma proposta de análise do romance Pedro Páramo, de Juan Rulfo, na qual a concepção de futuro e de passado defendida pela Modernidade, a construção alegórica e o trabalho de luto erigem-se como eixos centrais. Ao longo de quatro capítulos, buscamos responder a seguinte pergunta: Como, em Pedro Páramo, o processo revolucionário mexicano e a perspectiva de futuro decorrente da Modernidade estão expressos? No primeiro, os escritos de Carlos Fuentes, Alejo Carpentier, Alberto Vital e Jorge Ruffinelli nos ajudaram a relacionar o autor, a obra e o contexto de produção, na tentativa de apreender a formação da realidade histórico-social-econômica mexicana. Ainda nesta etapa, tecemos algumas considerações sobre os processos de encontros culturais vivenciados pelo México (desde a chegada dos espanhóis até a revolução mexicana) com o intuito de abarcarmos questões relativas à Modernidade e à constituição do romance estudado. No segundo capítulo, analisamos a construção da narrativa, associando os elementos externos aos internos em um processo de entrada e saída do romance, somando o texto literário ao contexto político-histórico-social mexicano. Também, empregamos o conceito de transculturação literária proposto pelo crítico uruguaio Ángel Rama, o qual nos ajudou a compreender a estrutura narrativa de Pedro Páramo, principalmente, face ao momento histórico em que foi produzida. No terceiro capítulo, a partir de autores como Claudio Lomnitz, Carlos Monsiváis e Octavio Paz, abordamos a elaboração cultural da morte no México, em sua condição de totem nacional. E, partindo dos estudos desenvolvidos por Walter Benjamin, Jürgen Habermas, Octavio Paz e Darcy Ribeiro, relacionamos ao romance analisado o conceito benjaminiano de alegoria e a concepção temporal moderna. No quarto e último capítulo, os escritos de Theodor Adorno e de Idelber Avelar auxiliaram-nos com conceitos como luto, perda, derrota, tensão - associados à dialética negativa , a partir dos quais tomamos Pedro Páramo como um sistema aberto no qual a tensão conduz para uma concepção de futuro que subverte a apresentada pela Modernidade: um futuro em ruínas. A projeção de um futuro de ruínas torna atuante tanto o passado quanto o presente e o futuro. Sob esse prisma, as distintas vozes narrativas de Pedro Páramo são possibilidades diversas, singulares e incompletas que propõem a revisão da constituição do grande relato nacional mexicano relacionado à revolução, partindo do reconhecimento do passado como heterogêneo e fragmentado, rompendo com as visões homogeneizantes e totalizantes da história e tomando a diversidade e a oposição como aspectos positivos.por
dc.contributor.advisor1Umbach, Rosani úrsula Ketzer
dc.contributor.advisor1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4766005J9por
dc.contributor.referee1Schwantes, Cintia Carla Moreira
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9443981715567191por
dc.contributor.referee2Martins, Aulus Mandagará
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/5779140095343632por
dc.contributor.referee3Ourique, João Luis Pereira
dc.contributor.referee3Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4777519E8por
dc.contributor.referee4Martins, Ricardo André Ferreira
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/1826258645097740por
dc.creator.Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4750283P5por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.departmentLetraspor
dc.publisher.initialsUFSMpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Letraspor
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRASpor


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