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dc.creatorGonçalves, Thissiane de Lima
dc.date.accessioned2017-05-02
dc.date.available2017-05-02
dc.date.issued2008-12-19
dc.identifier.citationGONÇALVES, Thissiane de Lima. Evaluation of oxidative stress and d-aminolevulinic acid dehydratase in bone marrow transplantation patients. 2008. 108 f. Tese (Doutorado em Bioquímica) - Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, 2008.por
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/4405
dc.description.abstractBone marrow transplantation (BMT) has been used in the treatment of a number of diseases. Before BMT, patients are submitted to a conditioning regime (CR) that consists of administration of high doses of chemo- or radiotherapy. This CR has the objective of eradicating the residual disease and inducing an immunosuppression that will allow the engraftment of cells infused in the BMT. The action of the cytostatic drugs, of radiotherapy and of the BMT itself is associated with the production of a great quantity of reactive oxygen species (ROS), which, if anti-oxidant defenses are inadequate, can lead to oxidative stress, which in turn has been implied in the etiology of several diseases and post-BMT complications. The objectives of this study were: to evaluate the oxidative status and to analyze aminolevulinic acid dehydratase activity (d-ALA-D) as a possible marker of oxidative stress in allogeneic or autologous BMT patients and compare these two modalities of BMT; to compare different CRs to determine which is less toxic in terms of oxidative stress; and to analyze d-ALA-D in the different CRs. In order to achieve these objectives, some indicators of oxidative stress, such as thiobarbituric acid reactive species (TBARS), vitamin C, catalase, superoxide dismutase, protein thiol groups (P-SH), non-protein thiol groups (NP-SH) and d- ALA-D, were evaluated in patients undergoing BMT at the University Hospital of the Universidade Federal de Santa Maria, between March 2007 and March 2008. The results obtained showed that patients presented signs of oxidative stress before BMT, during the CR and up to 20 days after BMT. A decrease in antioxidant defenses and in d-ALA-D activity was verified and an increase in lipid peroxidation in the blood of allogeneic and autologous patients was observed. In addition, there was a decrease in enzymatic and non-enzymatic antioxidants and in d-ALA-D activity in all CRs analyzed (fludarabine + cyclophosphamide FluCy, busulfan + cyclophosphamide BuCy and cyclophosphamide + total body irradiation CyTBI, for allogeneic patients and cyclophosphamide + BCNU+ etoposide CBV and melphalan, for autologous patients). There was also an increase in lipid peroxidation in the blood in all CRs, however, it was more pronounced with the use of CyTBI in allogeneic patients and with melphalan in autologous patients. In conclusion, this study demonstrated oxidative stress in allogeneic and autologous BMT patients. All CRs analyzed brought about an elevation of oxidative stress, however, this increase was greater with CyTBI (allogeneic patients) and melphalan (autologous patients). Finally, evaluation of d-ALA-D seems to be an efficient biomarker of oxidative stress in BMT patients, as well as to be reduced in these patients, also showed a negative correlation with the levels of TBARS and positive with antioxidantseng
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectEstresse oxidativopor
dc.subjectAntioxidantespor
dc.subjectTransplante de medula ósseapor
dc.subjectOxidative stresseng
dc.subjectAntioxidantseng
dc.subjectBone marrow transplantationeng
dc.titleAvaliação do estresse oxidativo e da atividade da enzima d-aminolevulinato desidratase em pacientes transplantados de medula ósseapor
dc.title.alternativeEvaluation of oxidative stress and d-aminolevulinic acid dehydratase in bone marrow transplantation patientseng
dc.typeTesepor
dc.description.resumoO transplante de medula óssea (TMO) vem sendo usado no tratamento de várias doenças. Antes do TMO, os pacientes são submetidos a um regime de condicionamento (RC), que consiste na administração de altas doses de quimioterapia ou radioquimioterapia. Este RC tem a finalidade de erradicar a doença residual do paciente e induzir uma imunossupressão que permita a pega das células infundidas no TMO. A ação das drogas citostáticas, da radioterapia e do próprio procedimento TMO está associada à produção de grandes quantidades de espécies reativas de oxigênio (EROs), que com uma defesa antioxidante inadequada pode resultar em estresse oxidativo, que por sua vez, tem sido implicado na etiologia de várias doenças e complicações pós-TMO. Os objetivos deste estudo foram avaliar o estatus oxidativo e também analisar a atividade da enzima d-aminolevulinato desidratase (d-ALA-D) como possível marcador de estresse oxidativo em pacientes transplantados de medula óssea, alogênico ou autólogo, comparando essas duas modalidades de TMO. Comparar diferentes RCs, visando determinar qual deles poderia ser menos tóxico para os pacientes transplantados de medula do tipo alogênico ou autólogo, em termos de estresse oxidativo. E também analisar a atividade da enzima d-ALA-D nos diferentes RCs. Para atingir tais objetivos, alguns indicadores de estresse oxidativo como, espécies reativas ao ácido tiobarbitúrico (TBARS), vitamina C, catalase, superóxido dismutase, grupos tióis protéicos (P-SH), e não protéicos (NP-SH) e a enzima d-ALA-D, foram avaliados em pacientes submetidos à TMO no Hospital Universitário de Santa Maria, no período de Março de 2007 à Março de 2008. Os resultados obtidos revelaram que os pacientes apresentaram sinais de estresse oxidativo antes do TMO, durante o RC e até 20 dias após o TMO. Ocorreu uma diminuição nas defesas antioxidantes e na atividade da enzima d-ALA-D e um aumento na peroxidação lipídica no sangue dos pacientes alogênicos e autólogos. Com relação aos RCs, nos pacientes alogênicos e também nos autólogos, ocorreu uma diminuição nos antioxidantes enzimáticos e não enzimáticos e na atividade da enzima d-ALA-D em todos os RCs analisados (fludarabine+ciclofosfamida FluCy, bussulfan+ciclofosfamida BuCy e ciclofosfamida+irradiação corporal CyTBI, para pacientes alogênicos e ciclofosfamida+BCNU+etoposide CBV e melfalan, para pacientes autólogos), ocorreu também um aumento na peroxidação lipídica no sangue com todos os RCs, porém mais pronunciadamente com o uso de CyTBI nos pacientes alogênicos e melfalan nos autólogos. Concluindo, esse estudo demonstrou estresse oxidativo nos pacientes com TMO alogênico e autólogo. Todos os RCs analisados promoveram estresse oxidativo, porém este foi mais evidente com o uso de CyTBI (pacientes alogênicos) e melfalan (pacientes autólogos) e ainda a avaliação da atividade da enzima d-ALA-D, parece ser um biomarcador de estresse oxidativo em pacientes TMO, já que além de encontrar-se diminuída nestes pacientes, esta ainda mostrou uma correlação negativa com os níveis de TBARS e positiva com os antioxidantes.por
dc.contributor.advisor1Rocha, João Batista Teixeira da
dc.contributor.advisor1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4782281H2por
dc.contributor.referee1Garcia, Solange Cristina
dc.contributor.referee1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4790220Y7por
dc.contributor.referee2Portela, Luiz Valmor
dc.contributor.referee2Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4705355Z4por
dc.contributor.referee3Schetinger, Maria Rosa Chitolina
dc.contributor.referee4Puntel, Robson Luiz
dc.contributor.referee4Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4771515A8por
dc.creator.Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4771975J3por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.departmentBioquímicapor
dc.publisher.initialsUFSMpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Biológicas: Bioquímica Toxicológicapor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::BIOQUIMICApor


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