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dc.creatorBiermann, Ana Cristina Sapper
dc.date.accessioned2017-04-25
dc.date.available2017-04-25
dc.date.issued2009-04-29
dc.identifier.citationBIERMANN, Ana Cristina Sapper. Bioactivity of botanical insecticides on Ascia monuste orseis (lepidoptera: pieridae). 2009. 73 f. Dissertação (Mestrado em Agronomia) - Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, 2009.por
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/5010
dc.description.abstractGiven the great importance of Ascia monuste orseis as insect-pest of Brassicaceae, this work was carried out to evaluate, under laboratory conditions, the action of botanical insecticides on larvae and egg masses, as well as the food consumption of larvae and test, in field conditions, the efficiency of control, of botanical insecticides which showed better results in laboratory tests, on larvae of A. monuste orseis in kale plants (Brassica oleracea L. var. acephala DC). In laboratory tests were evaluated, at a temperature of 25 ± 2ºC, relative humidity of 60 ± 10% and photophase of 14 hours, the effects of aqueous extracts of 10% w/v of tobacco powder (Nicotiana tabacum L.), of leaves of Melia azedarach L., Eucalyptus tereticornis Sm., Cedrella fissilis Vell. and Trichilia claussenii C. DC., of leaves and twigs of Ateleia glazioveana Baill and Ruta graveolens L., as well as DalNeem®, commercial product based on ripe fruits of neem (Azadirachta indica A. Juss) at 1, 5 and 10% v/v. After being offered discs of kale leaves treated with different treatments to larvae of three days of age, the mortality, the viability of the larval stage and food consumption were evaluated. Also the action of the extracts on egg masses was tested. From topical applications of the extracts on larvae of three days the effect of contact was evaluated through observation of the viability and duration of the larval stage, pupal viability and weight of pupae, and the number of adults with defect. Finally, in experiment conducted in the field, the efficiency of control of products that had better performance on tests in laboratory (tobacco powder, DalNeem to 1% and M. azedarach), compared with the standard treatment, product-based deltamethrin (Decis 25 EC) was estimated. It was found that, in laboratory, the tobacco powder was the treatment that best showed ovicidal activity; after ingestion of the extracts tested, the tobacco powder, followed by DalNeem were better in relation to mortality caused to the larvae; DalNeem, tobacco powder and M. azedarach affected their viability; the contact of DalNeem and tobacco powder caused total mortality of larvae and extracts of M. azedarach resulted in little more than half of viable pupae, presenting a tendency to reduce the weight of pupae and causing malformation in the wings of all adults emerged; both by ingestion and contact action, the extracts tested practically did not change the duration of the larval stage and all the extracts caused fagodeterrente effect on A. monuste orseis. To control A. monuste orseis in Brassicaceae crop, it is recommended the commercial product DalNeem to 1%, respecting the product specifications, since the tobacco powder, in the field, causes dark pigmentation on kale plants.eng
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectPlantas inseticidaspor
dc.subjectAzadirachta indicapor
dc.subjectNicotiana tabacumpor
dc.subjectMelia azedarachpor
dc.subjectInsecticidal plantseng
dc.subjectAzadirachta indicaeng
dc.subjectNicotiana tabacumeng
dc.subjectMelia azedaracheng
dc.titleBioatividade de inseticidas botânicos sobre Ascia monuste orseis (lepidoptera: pieridae)por
dc.title.alternativeBioactivity of botanical insecticides on Ascia monuste orseis (lepidoptera: pieridae)eng
dc.typeDissertaçãopor
dc.description.resumoDevido à grande importância de Ascia monuste orseis como inseto-praga de brassicáceas, este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar, em condições de laboratório, a ação de inseticidas botânicos sobre lagartas e posturas, além do consumo alimentar de lagartas, bem como testar, em condições de campo, a eficiência de controle, dos inseticidas botânicos que apresentaram melhores resultados nos testes em laboratório, sobre lagartas de A. monuste orseis em cultivo de couve (Brassica oleracea L. var. acephala DC). Nos testes em laboratório foram avaliados, à temperatura de 25±2ºC, umidade relativa de 60±10% e fotofase de 14 horas, os efeitos dos extratos aquosos a 10% p/v de pó-de-fumo (Nicotiana tabacum L.), de folhas de Melia azedarach L., Eucalyptus tereticornis Sm., Cedrella fissilis Vell. e Trichilia claussenii C. DC., de folhas e ramos de Ateleia glazioveana Baill e Ruta graveolens L., além de DalNeem®, produto comercial à base de frutos maduros de nim (Azadirachta indica A. Juss) a 1, 5 e 10% v/v. Após serem oferecidos discos de folhas de couve tratados com os diferentes tratamentos, a lagartas com três dias de idade, foi avaliada a mortalidade, a viabilidade da fase larval e o consumo alimentar. Foi testada, também, a ação dos extratos sobre posturas. A partir de aplicações tópicas dos extratos sobre lagartas de três dias, foi avaliada a ação de contato dos mesmos através da observação da viabilidade e da duração da fase larval, da viabilidade pupal e do peso das pupas, além do número de adultos com defeito. Finalmente, em ensaio realizado no campo, foi estimada a eficiência de controle dos produtos que melhor desempenho tiveram nos testes em laboratório (pó-de-fumo, DalNeem a 1% e M. azedarach), comparados com tratamento padrão, produto à base de deltametrina (Decis 25 CE). Verificou-se que, em laboratório, o pó-de-fumo foi o extrato que apresentou melhor atividade ovicida; após ingestão dos extratos testados, destacou-se o pó-de-fumo, seguido de DalNeem, em relação à mortalidade causada a lagartas, além do DalNeem, pó-de-fumo e M. azedarach afetarem a viabilidade das mesmas; sob ação de contato, DalNeem e pó-de-fumo ocasionaram total mortalidade às lagartas e o extrato de M. azedarach destacou-se por resultar em pouco mais da metade de pupas viáveis, por apresentar uma tendência na diminuição do peso das pupas e por ocasionar malformação nas asas da totalidade de adutos emergidos; tanto sob ação de ingestão como de contato, os extratos testados praticamente não acarretaram alteração na duração da fase larval e todos os extratos ocasionaram efeito fagodeterrente sobre o curuquerê-da-couve. Para o controle de A. monuste orseis em cultivos de brassicáceas, recomenda-se o produto comercial DalNeem a 1%, respeitando-se as especificações do produto, já que o pó-de-fumo, no campo, ocasiona pigmentação escura em plantas de couve.por
dc.contributor.advisor1Dequech, Sônia Thereza Bastos
dc.contributor.advisor1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4794881J6por
dc.contributor.referee1Silva, Celson Roberto Canto
dc.contributor.referee1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4707523H0por
dc.contributor.referee2Blume, Elena
dc.contributor.referee2Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4789742J3por
dc.creator.Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4227700U0por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.departmentAgronomiapor
dc.publisher.initialsUFSMpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Agronomiapor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::AGRONOMIApor


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