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dc.contributor.advisorKocourek, Sheila
dc.creatorNeckel, Vanessa Carla
dc.date.accessioned2014-10-01T15:20:04Z
dc.date.available2014-10-01T15:20:04Z
dc.date.issued2014-03-18
dc.date.submitted2014
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/530
dc.descriptionArtigo (especialização) - Universidade Federal de Santa Maria, Centro de Ciências da Saúde, Curso de Especialização em Residência Multiprofissional Integrada em Gestão e Atenção Hospitalar no Sistema Público de Saúde, RS, 2014.por
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectCâncerpor
dc.subjectTransfusão de sanguepor
dc.subjectRede socialpor
dc.subjectDoadores de sanguepor
dc.subjectGestãopor
dc.titleA gente acha que nunca vai precisar. A vivência de familiares e usuários do serviço de hematologia-oncologia acerca do processo de captação de doadores de sangue no Hospital Universitário de Santa Mariapor
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso de Especializaçãopor
dc.degree.localSanta Maria, RS, Brasil.por
dc.degree.specializationResidência Multiprofissional Integrada em Gestão e Atenção Hospitalar no Sistema Público de Saúde.por
dc.description.resumoEste estudo é um recorde do projeto de pesquisa e intervenção: "Problematizando a doação de sangue a partir da necessidade dos usuários do Serviço de Hemato Oncologia do Hospital Universitário de Santa Maria", do Programa da Residência Multiprofissional Integrada em Gestão e Atenção Hospitalar. Objetivou-se com esse artigo conhecer a vivência dos familiares e usuários hemato-oncológicos que necessitaram de transfusão de sangue, componentes e hemoderivados referente ao processo de captação de doadores de sangue. Com abordagem metodológica qualitativa de caráter exploratório, foi selecionada uma amostra intencional de 20% dos 146 usuários do Serviço de Hemato-Oncologia que mais demandaram transfusão sanguínea, no período de 31 de maio de 2012 a 01 de junho de 2013. Esses dados foram coletados no Serviço de Hemoterapia do Hospital Universtário. Por meio de entrevista semiestruturada com 16 usuários ou familiares identificou-se que é delegado às famílias e usuários a responsabilidade pela reposição das bolsas de sangue utilizadas. Essa responsabilização intensifica as preocupações e estresses vivenciados no decorrer do tratamento. Também se identificou as fragilidades dos municípios em garantir apoio aos familiares e usuários no processo de captação de doadores, bem como barreiras relacionadas aos mitos e preconceitos da doação de sangue e a dificuldade de deslocamento e distância do hemocentro. Com vistas a qualificar a assistência prestada aos familiares e usuários necessitamos aprimorar a comunicação entre as instituições públicas - hemocentro, hospital e municípios sobre a doação de sangue, bem como incentivar ações e estratégias educativas sobre a importância do ato de doar.por
dc.publisher.unidadeCentro de Ciências da Saúdepor


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