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dc.creatorPereira, Dieison Marconi
dc.date.accessioned2016-06-21
dc.date.available2016-06-21
dc.date.issued2015-12-18
dc.identifier.citationPEREIRA, Dieison Marconi. DOCUMENTÁRIO QUEER NO SUL DO BRASIL (2000 A 2014): NARRATIVAS CONTRASSEXUAIS E CONTRADISCIPLINARES NAS REPRESENTAÇÕES DAS PERSONAGENS LGBT. 2015. 232 f. Dissertação (Mestrado em Comunicação) - Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, 2015.por
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/6366
dc.description.abstractThrough a queer perspective, this study aims to investigate the representations of LGBT characters in documentaries produced in southern Brazil between 2000 and 2014. By understanding sexuality as a historical device regulation and social order, we discussed how these films appear the representations of gender, body and sexuality of "abject subject" and how to take or not a counteraesthetics and resistance to sexed and gendered norms. Representations as anchors narratives contribute to understanding the processes of imagining and recognize each other, because every film produces representations submitted to the view of a self enunciator, that is, as others see us and design in the film portraits. Postulate that horizon, the intention of this work unfolds in: (1) investigate the ethical stances of the works to articulate the film universe, leading the meanings given to LGBT characters; (2) analyze how the technical and stylistic devices used in the documentary contribute or not to the subversions of discriminatory film portraits; and (3) understand what are the representations that this movie has figured to establish (and down) his speech and queer aesthetics. The choice of the timeline is justified, first, by demarcating the post resumption of Brazilian cinema (NAGIB, 2002). Second, the emergence of a more committed national films with various representations of LGBT people (GARCIA, 2012). Third, it is from the year 2002 there is a greater heating of the national documentary production (Maruno, 2008). And fourth, the configuration of the LGBT movement in the last decade, which struggle for media spaces - including the cinema to give social existence to his speeches against hegemonic (SIMÕES, FACHINI, 2009). 19 mapped movies, analysis procedures underlie the prior literature and the analysis method filmic representation of LGBT characters that make up the filmic scenarios. In the end, it was possible to infer that, in general, the mapped films and analyzed share of an organic commitment to represent these subjects differently, developing an alternative and opposed to negative and stereotypical representations speech, humanizing the subjects that were out of a possible "humanity." Representing these oppositions and resistances to the discourses of prejudiced order, the filmic representations advance, at times, for upgrades and (re) signification of a place that would serve only to reinforce a control and exclusion strategy. However, to constantly seek to oppose the discourses of prejudiced order, some of these movies fall into the trap of reframing representations of these people characters in hegemonic terms, valuing speeches and aesthetic sanitized and aseptic rather reinvent and circumvent the very discursive regime which elects and defines how LGBT should behave to achieve a status of "viable life". While others bet on an identity reification and some open onto views of homosexuality, travestilidade, transsexuality or bisexuality as real critical land deconstruction of sex / gender, representing these subjects through ethnic and identity model. However, there are those films that are not just concerned with opposing the stereotyped portraits, to draw up a positive image of LGBT or reduce your creativity to an identity reification. In addition, betting on a resistance representation is also counterproductive contrasexual and queer.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectTeoria queerpor
dc.subjectCinemapor
dc.subjectDocumentáriopor
dc.subjectÉticapor
dc.subjectEstéticapor
dc.subjectLGBTpor
dc.subjectQueer theoryeng
dc.subjectCinemaeng
dc.subjectDocumentaryeng
dc.subjectEthicseng
dc.subjectAestheticseng
dc.subjectLGBTeng
dc.titleDOCUMENTÁRIO QUEER NO SUL DO BRASIL (2000 A 2014): NARRATIVAS CONTRASSEXUAIS E CONTRADISCIPLINARES NAS REPRESENTAÇÕES DAS PERSONAGENS LGBTpor
dc.typeDissertaçãopor
dc.description.resumoAtravés de uma perspectiva queer, este estudo tem por objetivo investigar as representações das personagens LGBT nos documentários produzidos na região Sul do Brasil, entre 2000 e 2014. Ao compreender a sexualidade como um dispositivo histórico de regulação e ordem social, problematizamos como estes filmes figuram as representações de gênero, corpo e sexualidades dos sujeitos abjetos e como assumem ou não uma estética contraprodutiva e de resistência as normas sexuadas e generificadas. As representações, enquanto âncoras narrativas, contribuem para compreender os processos de imaginar e reconhecer o outro, pois todo filme produz representações submetidas ao ponto de vista de um eu enunciador, isto é, como o outro nos vê e nos projeta em retratos fílmicos. Postulado esse horizonte, a intenção desse trabalho se desdobra em: (1) investigar as posturas éticas das obras para articular o universo fílmico, conduzindo as significações dadas às personagens LGBT; (2) analisar como os dispositivos técnicos e estilísticos utilizados no documentário contribuem ou não para as subversões de retratos fílmicos discriminatórios; e (3) compreender quais são as representações que este cinema tem figurado para estabelecer (e se estabelece) seu discurso e estética queer. A escolha do espaço temporal justifica-se, primeiramente, por demarcar a pós retomada do cinema brasileiro (NAGIB, 2002). Em segundo lugar, pelo despontar de um maior número de filmes nacionais comprometidos com representações mais diversas das pessoas LGBT (GARCIA, 2012). Em terceiro lugar, é a partir do ano de 2002 que há um maior aquecimento da produção de documentários nacionais (MARUNO, 2008). E em quarto lugar, pela configuração do movimento LGBT nesta última década, o qual luta por espaços midiáticos entre eles o cinema para dar existência social aos seus discursos contra-hegemônicos (SIMÕES; FACHINI, 2009). Com 19 filmes mapeados, os procedimentos de análise perpassam pela pesquisa bibliográfica prévia e pelo método de análise fílmica da representação das personagens LGBT que compõe os enredos fílmicos. Ao final, pôde-se aferir que, de modo geral, os filmes mapeados e analisados compartilham de um comprometimento orgânico em representar esses sujeitos de maneira diversa, elaborando um discurso alternativo e de contraposição às representações negativas e estereotipadas, humanizando os sujeitos que antes estavam fora de uma humanidade possível . Ao representar estas contraposições e resistências aos discursos de ordem preconceituosa, as representações fílmicas avançam, em alguns momentos, para atualizações e (re)significações de um lugar que serviria apenas para reforçar uma estratégia de controle e exclusão. No entanto, ao buscar constantemente se opor aos discursos de ordem preconceituosa, alguns desses filmes recaem na armadilha de ressignificar as representações dessas pessoas personagens em termos hegemônicos, valorizando discursos e estéticas higienizadas e assépticas (em vez reinventar e burlar o próprio regime discursivo que elege e define como as LGBT devem se comportar para alcançarem um status de vida viável ). Já outros apostam em uma reificação identitária e pouco se abrem para visões da homossexualidade, travestilidade, transexualidade ou bissexualidade como reais terrenos críticos de desconstrução do sexo/gênero, representando estes sujeitos através de um modelo étnico e identitário. No entanto, há aqueles filmes que não estão preocupados apenas em se opor aos retratos estereotipados, em elaborar uma representação positiva das LGBT ou reduzir sua criatividade a uma reificação identitária. Para além disso, apostam em uma representação de resistência que também é contraprodutiva, contrassexual e queer.por
dc.contributor.advisor1Tomaim, Cássio dos Santos
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3376343720313755por
dc.contributor.referee1Montoro, Tania Siqueira
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1890681940758286por
dc.contributor.referee2Borges, Zulmira Newlands
dc.contributor.referee2Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4799708Y6por
dc.contributor.referee3Lisbôa Filho, Flavi Ferreira
dc.contributor.referee3Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4764342A7por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6269149997775577por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.departmentComunicaçãopor
dc.publisher.initialsUFSMpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Comunicaçãopor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAOpor


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