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dc.creatorBenetti, Eliane Raquel Rieth
dc.date.accessioned2014-02-24
dc.date.available2014-02-24
dc.date.issued2013-03-27
dc.identifier.citationBENETTI, Eliane Raquel Rieth. STRESS AND COPING IN NURSING WORKERS AT A PRIVATE HOSPITAL. 2013. 115 f. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) - Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, 2013.por
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/7382
dc.description.abstractThis study aimed to analyze stress and Coping in nursing workers at a private hospital. This is a cross sectional, analytical and quantitative study, performed with 209 nursing workers of a private hospital in Rio Grande do Sul northwest. Data were collected between September and October 2012, after Free and Informed Consent Term (FICT) signature, through a research protocol that included: Form to sociodemographic and functional characterization, Work Stress Scale (WWS) and Coping Strategies Inventory (CSI). This investigation included determinations recommended by Resolution 196/96 of the National Health Council(NHC) and was approved by Ethics Committee of the Santa Maria Federal University/ RS (CAAE: 06163312.8.0000.5346). For storage and organization of information, we built a database in an electronic spreadsheet in Excel (Office 2007). Sociodemographic and functional variables and items of instruments were statistically analyzed with the Statistical Package for the Social Sciences (SPSS - version 17.0). Satisfactory internal consistency was attested for the ETT (Alpha= 0.914) and the IEC (Alpha= 0.897). There was a predominance of females, married, with one or more children, of aged between 30 and 39 years, who lives at Ijuí city and take less than 30 minutes to arrive at hospital. About functional characteristics, we found that 83.25% are nursing technicians, 41.15% completed the training (higher/professionalizing) within the last five years, 29.67% work in the institution between two and four years and 30 , 14% work in the unit that are crowded for the same period. Still, 55.02% chose unit that would like to work, 51.20% were trained to perform their job in unit they are scaled and 53.11% have academic or other labor activity. We observed that 52.15% perform physical activities and 67.94% enjoy of leisure moments. In this study, 71.29% of nursing workers showed moderate stress. WSS situations of lowest and highest mean, respectively, were: "I have felt bothered by working in tasks below my skill level" and "I'm angry at discrimination / favoritism in my work environment". Coping Factors mostly used by nursing workers were Positive Reappraisal, Social Support and Problems Resolution. In Positive Reappraisal Factor, "prayed" was the action most used. There was a statistically significant difference between stress and training, and those who received training had lower stress means. There were significant statistically differences between sex and Self-control; Social Support and salary range; Acceptance of Responsibility and age, number of children, training and salary.eng
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectEnfermagempor
dc.subjectEstresse Psicológicopor
dc.subjectCopingpor
dc.subjectSaúde do trabalhadorpor
dc.subjectNursingeng
dc.subjectPsychological Stresseng
dc.subjectCopingeng
dc.subjectWorker Healtheng
dc.titleESTRESSE E COPING EM TRABALHADORES DE ENFERMAGEM DE UM HOSPITAL PRIVADOpor
dc.title.alternativeSTRESS AND COPING IN NURSING WORKERS AT A PRIVATE HOSPITALeng
dc.typeDissertaçãopor
dc.description.resumoEste estudo objetivou analisar estresse e Coping em trabalhadores de enfermagem de um hospital privado. Trata-se de um estudo transversal, analítico e com abordagem quantitativa, realizado com 209 trabalhadores de enfermagem de um hospital privado do noroeste do Rio Grande do Sul. Os dados foram coletados entre Setembro e Outubro de 2012, após assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), por meio de um protocolo de pesquisa que constou de: Formulário de caracterização sociodemográfica e funcional, Escala de Estresse no Trabalho (EET) e Inventário de Estratégias de Coping (IEC). O estudo contemplou às determinações preconizadas pela resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde e foi aprovado no Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal de Santa Maria/RS (CAAE: 06163312.8.0000.5346). Para o armazenamento e organização das informações, construiu-se um banco de dados em uma planilha eletrônica no programa Excel (Office 2007). As variáveis sociodemográficas e funcionais e os itens que compõem os instrumentos foram analisados estatisticamente com o software Statistical Package for the Social Sciences (SPSS versão 17.0). Atestou-se consistência interna satisfatória para o ETT, com Alfa de 0,914, e para o IEC, com Alfa de 0,897. Verificou-se predomínio do sexo feminino, casados, com um ou mais filhos, na faixa etária de 30 a 39 anos, residentes no município de Ijuí e que levam menos de 30 minutos para chegar até o hospital. Quanto às características funcionais, identificou-se que 83,25% são técnicos em enfermagem, 41,15% concluíram a formação (superior/profissionalizante) há menos de cinco anos, 29,67% atuam na instituição entre dois e quatro anos e 30,14% trabalham na unidade que estão lotados pelo mesmo período. Ainda, 55,02% escolheram a unidade que gostariam de trabalhar, 51,20% receberam treinamento para atuar na unidade em que estão escalados e 53,11% possui outra atividade laboral ou acadêmica. Observou-se que 52,15% realizam atividades físicas e 67,94% usufruem de momentos de lazer. Neste estudo, 71,29% dos trabalhadores de enfermagem apresentaram moderado estresse. As situações da EET de menor e maior média, respectivamente, foram: tenho me sentido incomodado por trabalhar em tarefas abaixo de meu nível de habilidade e fico irritado com discriminação/favoritismo no meu ambiente de trabalho . Os Fatores de Coping mais utilizados pelos trabalhadores de enfermagem foram Reavaliação Positiva, Suporte Social e Resolução de Problemas. No Fator Reavaliação Positiva, a ação rezei foi a mais utilizada. Verificou-se diferença estatisticamente significativa entre o estresse e treinamento, sendo que aqueles que receberam treinamento apresentaram menores médias de estresse. Houve diferença estatística significativa entre Autocontrole e sexo; Suporte Social e faixa salarial; Aceitação de Responsabilidade e variáveis idade, número de filhos, treinamento e faixa salarial.por
dc.contributor.advisor1Guido, Laura de Azevedo
dc.contributor.advisor1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4770022P7por
dc.contributor.referee1Batista, Karla de Melo
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7477446640175505por
dc.contributor.referee2Weiller, Teresinha Heck
dc.contributor.referee2Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4785221T0por
dc.contributor.referee3Costa, Ana Lucia Siqueira
dc.contributor.referee3Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4796537Z8por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5999440267424049por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.departmentEnfermagempor
dc.publisher.initialsUFSMpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Enfermagempor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::ENFERMAGEMpor


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