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dc.creatorAlves, Robinson Fernando
dc.date.accessioned2008-11-26
dc.date.available2008-11-26
dc.date.issued2008-01-21
dc.identifier.citationALVES, Robinson Fernando. ROMEROS Y PEREGRINOS EN EL PEREGRINAJE DE ANTÃO SANTO: LA GENTE DE LA CRUZ EN RUTA DE LA SALVACIÓN EN AMERICANA LATINA. 2008. 151 f. Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, 2008.por
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/9687
dc.description.abstractIniciaron a vueltas para 1848, según el contexto messianico del sur del Brasil en el siglo XIX, y en el acuerdo de la realidad y las características de los movimientos rústicos de los sertanejos, en Campestre, Santa Maria, RS, un movimiento messianico dirigido por el asceta João Maria de Agostinho, el "monge santo" o el ermitaño solitario de Campestre y de Botucaraí. João Maria era hombre versátil. Su funcionamiento si los hallazgos la media manera entran en el astuteness táctico para emprender y la simplicidad rústica de su persona. Lo pusieron, ermitaño y caminante. Era un racionalista de una manera tal como para su manera de la vida personal, cuánto en que dirige las actitudes diarias prácticas y de la moraleja de las oficinas de su fieles. El anchoret estableció en local el culto a Antão Santo, legado a los fieles intitled el documento "Aos del Campestre", donde él eligió sus sucesores y él instituyó el peregrinaje o el "partido" de Antão Santo. De ahora encendido, la población comienza a conducir el acontecimiento religioso. El estudio del peregrinaje en tres fases fue basado: crecimiento, de 1848 a 1900; altura, de 1900 a 1930; y consolidación de 1930 a los días actuales. En todos los momentos de su historia, estaban sobre un acontecimiento popular, con diversos grupos sociales implicados. El trabajo analizaba algunos elementos que informan en quiénes son los romeros de Antão Santo. Para saber porqué la población si integra al culto era la intención para la cual si procedió al estudio del acontecimiento. También uno analizaba extensamente las formas diversas donde el la religiosa, social y la pragmática si revela en el peregrinaje, con los procesos de la memoria, las representaciones, reinterpretações, de la acción y de la cultura. La importancia del sacrificio, de los sacros de la manera, del Cerro del Campestre, del agua, de la imagen, del paisaje, del "monge", del Santo y del dios para los worshippers le fue estudiada. Fue intentada para entender el significado de la idea del "partido de Antão Santo" y si consideraba todos los rites y cultos que si podría observar durante la semana del acontecimiento. Intuiu a saber de eso que forma y por qué razón la profane si integra la sagrada y viceversa. Estaba quebrada de un histórico, de un antropológico y de un punto de vista cultural que da visibilidad a los romeros, a los peregrinos, a los habitantes del lugar y al clero, con la prominencia a la versión de la población que incorpora el peregrinaje. Uno valoró las diferencias entre los worshippers y el clero. En el último si procuró contra para los problemas sociales que pueden haber ofrecido coyuntura histórica al movimiento, para la diversidad del peregrinaje, el carácter colectivo de los seres humanos religiosos de las relaciones y para la idea de eso el hombre debe ser valorado antes de cualquier otro proyecto.spa
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectRomariapor
dc.subjectPovo cristão latino-americanopor
dc.subjectMovimento social na América Latinapor
dc.subjectIgreja católica na América Latinapor
dc.subjectMessianismopor
dc.subjectPeregrinajespa
dc.subjectGente cristiana Americana Latinaspa
dc.subjectMovimiento social en América Latinaspa
dc.subjectCatólico de la iglesia en América Latinaspa
dc.subjectMessianismspa
dc.titleROMEIROS E PEREGRINOS NA ROMARIA DE SANTO ANTÃO: O POVO DA CRUZ RUMO A SALVAÇÃO LATINO-AMERICANApor
dc.title.alternativeROMEROS Y PEREGRINOS EN EL PEREGRINAJE DE ANTÃO SANTO: LA GENTE DE LA CRUZ EN RUTA DE LA SALVACIÓN EN AMERICANA LATINAspa
dc.typeDissertaçãopor
dc.description.resumoPor volta de 1848, segundo o contexto messiânico do sul do Brasil no século XIX, e conforme a realidade e características dos movimentos rústicos sertanejos, iniciou-se em Campestre, Santa Maria, RS, um movimento messiânico encabeçado pelo asceta João Maria de Agostinho, o santo monge ou solitário eremita de Campestre e Botucaraí. João Maria foi homem versátil. Sua atuação se encontra a meio caminho entre a astúcia tática para empreender e a simplicidade rústica da sua pessoa. Era leigo, ermitão e caminhante. Foi um racionalista tanto no que se refere a seu modo de vida pessoal, quanto no que norteia as atitudes cotidianas práticas e morais dos fiéis. O anacoreta estabeleceu no local o culto a Santo Antão, legou aos fiéis um documento intitulado Aos do Campestre , onde escolheu os seus sucessores e instituiu a Romaria ou festa de Santo Antão. A partir de então, a população passa a conduzir o evento religioso. Baseou-se o estudo da Romaria em três fases: crescimento, de 1848 a 1900; auge, de 1900 a 1930; e consolidação, de 1930 aos dias atuais. Em todos os momentos da sua história, tratou-se de um evento popular, com diferentes grupos sociais envolvidos. O trabalho analisou alguns elementos que informam sobre quem são os romeiros de Santo Antão. Saber por que a população se integra ao culto foi intuito pelo qual se procedeu ao estudo do evento. Também se analisou amplamente as diversas formas em que o religioso, o social e o pragmático se manifestam na Romaria, através dos processos de memória, representações, reinterpretações, da ação e da cultura. Estudou-se a importância do sacrifício, da via sacra, do Cerro do Campestre, da água, da imagem, da paisagem, do monge , do Santo e de Deus para os devotos. Tentou-se entender o significado da idéia de festa de Santo Antão e se considerou todos os ritos e cultos que se pôde observar durante a semana do evento. Intuiu-se conhecer de que forma e por qual motivo o profano se integra ao sagrado e vice-versa. Partiu-se de um ponto de vista histórico, antropológico e cultural que dá visibilidade aos romeiros, peregrinos, moradores do lugar e clero, com destaque à versão da população que ingressa na Romaria. Valorizou-se as diferenças entre os devotos e o clero. Enfim se atentou para os problemas sociais que possam ter oferecido conjuntura histórica ao movimento, para a diversidade da Romaria, para o caráter coletivo das relações humanas e religiosas e para a idéia de que o homem deve ser valorizado antes de qualquer outro projeto.por
dc.contributor.advisor1Santos, Julio Ricardo Quevedo dos
dc.contributor.advisor1LattesSANTOS, J. R. Q.por
dc.contributor.referee1Steil, Carlos Alberto
dc.contributor.referee1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4782848A2por
dc.contributor.referee2Biasoli, Vitor Otávio Fernandes
dc.contributor.referee2Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4794806J2por
dc.creator.Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4592826J8por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.departmentDireitopor
dc.publisher.initialsUFSMpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Integração Latino-Americanapor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITOpor


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