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dc.creatorMoraes, Daniel Corrente de
dc.date.accessioned2019-10-07T19:48:23Z
dc.date.available2019-10-07T19:48:23Z
dc.date.issued2017-04-03
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/18496
dc.description.abstractEste trabajo utiliza un mirar que busca escapar de la hegemonización impuesta por los países del norte, con este punto de vista, tiene como objetivo explorar el "diálogo de confrontación" entre las tesis que predican, de un lado, la defensa de la soberanía ambiental y, de otro, la injerencia ambiental. El estudio utiliza un enfoque dialéctico, en lo cual es trabajado en el primer capítulo la formación y la evolución del concepto de la soberanía, dirigiendo este enfoque, en un segundo momento, para la soberanía ambiental, la cual, parte de la doctrina argumenta ser necesaria para la preservación del medio ambiente, bien como para el desarrollo de los países periféricos, posición que, por medio de una perspectiva realista, culmina con la necesaria utilización del mecanismos de defensa nacional para su consolidación. El segundo capítulo parte de un posicionamiento neoliberal, contrario a la idea del capítulo anterior, trayendo la concepción de un amoldamiento de la soberanía, de forma a incluir el Estado-nación en segundo plano, abriendo espacio para el discurso securitizador que ampara la “injerencia ecológica” o “intervención por motivo ecológico”, como una herramienta necesaria para el mantenimiento de los activos naturales del planeta. En el tercer capítulo, el trabajo presenta una síntesis, en la cual se afirma, por medio de una percepción constructivista, la necesidad de la conservación de la soberanía ambiental, una vez que la carga discursiva de la tesis securitizadora de la injerencia ecológica, conduce consigo, implícitamente, los intereses de los países ricos en explorar lo patrimonio natural de los países detentores de las riquezas naturales, tal como el Brasil, motivo pelo cual el país debe ter mecanismos de defensa nacional aptos a disuadir cualquier iniciativa que camine en este sentido. Consecuentemente, el tercero capítulo busca responder cuales son los mecanismos de defensa, en ámbito de las tres Fuerzas (Marina, Ejército e Fuerza Aérea) que potencialmente poden ser usados para combatir la injerencia ecológica en territorio brasileño, e en qué medida eses mecanismos poden efectivamente contribuir en la preservación de la soberanía ambiental del país. Por fin, llegase en lo entendimiento de que, a pesar de las metamorfosis sufridas, la soberanía mantén-se cómo un sustentáculo del Estado, localizando en los mecanismos de defensa el aparato necesario a su manutención. Concluí-se, que estos instrumentos existentes, y la planificación, siguen siendo insuficientes para salvaguardar el medio ambiente brasileño frente las ambiciones externas, tanto presentes como futuras, principalmente en razón del desguace ocurrido durante años a fio, como también las limitaciones presupuestarias recién impuestas.spa
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/*
dc.subjectDefesa nacionalpor
dc.subjectIngerência ecológicapor
dc.subjectMeio ambientepor
dc.subjectSoberaniapor
dc.subjectInjerencia ambientalspa
dc.subjectDesarrollospa
dc.subjectSoberaníaspa
dc.titleSoberania (ambiental) e defesa nacional: mecanismos de defesa nacional no combate à ingerência ambientalpor
dc.title.alternativeSoberanía (ambiental) y la defensa nacional: mecanismos de defensa nacional en el combate à injerencia ambientalspa
dc.typeDissertaçãopor
dc.description.resumoEste trabalho utiliza um olhar que busca fugir da hegemonização imposta pelos países do norte, com esta visão, busca-se explorar o “conflituoso diálogo” entre as teses que pregam, de um lado, a defesa da soberania ambiental e, de outro, a ingerência ambiental. O estudo utiliza uma abordagem dialética, na qual é trabalhado no primeiro capítulo a formação e evolução do conceito de soberania, direcionando este enfoque, em um segundo momento, para a soberania ambiental, a qual parte da doutrina prega ser necessária para a preservação do meio ambiente, bem como o desenvolvimento de países periféricos, posição que, por meio de um viés realista, culmina com a necessária utilização de mecanismos de defesa nacional para sua consolidação. O segundo capítulo parte de um posicionamento neoliberal, contrário à ideia do capítulo anterior, trazendo a concepção de um amoldamento da soberania, de forma a colocar o Estado-nação em segundo plano, abrindo espaço para o discurso securitizador que prega a “ingerência ecológica” ou “intervenção por motivo ecológico”, como ferramenta necessária para a manutenção dos bens naturais do planeta. No terceiro capítulo, o trabalho apresenta uma síntese, na qual se afirma, por meio de uma visão construtivista, a necessidade de conservação da soberania ambiental, uma vez que a carga discursiva da tese securitizadora da ingerência ecológica, traz consigo, implicitamente, os interesses de países ricos em explorar o patrimônio natural de países detentores de riquezas naturais, tais como Brasil, motivo pelo qual o país deve ter mecanismos de defesa nacional aptos a dissuadir qualquer iniciativa que caminhe nesse sentido. Consequentemente, o terceiro capítulo busca responder quais são os mecanismos de defesa, no âmbito das três Forças (Marinha, Exército e Força Aérea) que potencialmente podem ser utilizados para combater a ingerência ecológica em território brasileiro, e em que medida esses mecanismos podem efetivamente contribuir na preservação da soberania ambiental do país. Por fim, chega-se ao entendimento de que, apesar das metamorfoses sofridas, a soberania mantem-se como um sustentáculo do Estado, localizando nos mecanismos de defesa o aparato necessário a sua manutenção. Conclui-se, que estes instrumentos existentes, e o planejamento, ainda são insuficientes para salvaguardar o meio ambiente brasileiro frente às ambições externas, tanto presentes como futuras, principalmente em razão do sucateamento ocorrido durante anos a fio, como também à contenções orçamentárias impostas recentemente.por
dc.contributor.advisor1Silva, Maria Beatriz Oliveira da
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9250920062835623por
dc.contributor.advisor-co1Pinto, Danielle Jacon Ayres
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2355082477420964por
dc.contributor.referee1Redin, Giuliana
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2298217007407061por
dc.contributor.referee2Silveira, Clóvis Eduardo Malinverni da
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/0824411824552682por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6704794158543809por
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.departmentDireitopor
dc.publisher.initialsUFSMpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Direitopor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITOpor
dc.publisher.unidadeCentro de Ciências Sociais e Humanaspor


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