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dc.creatorPessoa, João Pedro Seefeldt
dc.date.accessioned2020-11-20T10:43:20Z
dc.date.available2020-11-20T10:43:20Z
dc.date.issued2018-09-03
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/20154
dc.description.abstractIn the network society, social relationships - and power relationships - are structured in a multidirectional way, in a horizontal distribution of interactions, where networks compete and cooperate with each other. The network State is only a node in this power play, which, in order to maintain imperial domination, uses institutional and total control and surveillance devices. This change of paradigm also enables the sharing of ideas among social actors, especially social movements, strengthening networks of conter power to refute hegemonic discourses, including through conter surveillance mechanisms. The present research studies the counter surveillance, that is, a shift in the direction of surveillance to transform the object of surveillance into the subject of surveillance, problematizing in wich extent conter surveillance, as an expression of conter power in the network society, may represent an exercise of democracy, especially from the new social movements connective action of the 21st century. For this, the present work is divided into three large blocks: the first one about the intensification of surveillance techniques on individuals and populations; the second on about the actors and processes of conter surveillance emerged essentially because of the reconfiguration of social movements in the 21st century, especially since the Arab Spring; and the third one about the re-signification of the theory of social movements, from new concepts, especially with regard to surveillance and the claim of rights. As for the methodology of approach, the dialectical method is used, because a relational connection is made between the themes through the juxtaposition and contraposition of concepts: from power to counter power, from surveillance to counter surveillance, from old collective action to new connective action. Regarding the methodology of procedure, the monographic method is eminently used, since the object of research is studied in detail, analyzing the social surveillance from a bias of the dominant governmental reason and also from the social movements collective action of the 21st century. To do this, the direct and indirect documentation techniques of research are applied. It is concluded that the new social movements collective (connective) action of the 21st century, mobilized by information and communication technologies, has expanded the counter surveillance against global surveillance engineered by the imperial power networks, in such a way that, if used as a social articulation to challenge hegemonic discourses and change dominant narratives, expresses a counter power in the network society and represents an exercise of democracy, from the reinvention of the public sphere in favor of alternative political projects of a digitally connected multitude.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/*
dc.subjectSociedade em redepor
dc.subjectAção coletiva conectivapor
dc.subjectMovimentos sociaispor
dc.subjectVigilância socialpor
dc.subjectContrapoderpor
dc.subjectNetwork societyeng
dc.subjectConnective collective actioneng
dc.subjectSocial movementseng
dc.subjectSocial surveillanceeng
dc.subjectCouter powereng
dc.title“Verás que um filho teu não foge à luta”: a contravigilância na sociedade em rede e a nova ação conectiva dos movimentos sociais do século XXIpor
dc.title.alternative"You will see that your child doesn't run from a fight": the counter surveillance in the network society and the new social movements connective action of the 21st centuryeng
dc.typeDissertaçãopor
dc.description.resumoNa sociedade em rede, as relações sociais - e de poder - são estruturadas de modo multidirecional, numa distribuição horizontal de interações, em que as redes competem e cooperam entre si. O Estado em rede é apenas um nó nesse jogo de poder, que, para manter a dominação imperial, usa dispositivos de controle e vigilância institucionais e totais. Essa mudança paradigmática também possibilita o compartilhamento de ideias entre atores sociais, especialmente movimentos sociais, fortalecendo redes de contrapoder para refutação de discursos hegemônicos, inclusive por meio de mecanismos de contravigilância. Assim, a presente pesquisa estuda a contravigilância, isto é, a alteração do sentido de vigilância para transformar o objeto de vigilância em sujeito de vigilância, problematizando em que medida a contravigilância, como expressão de contrapoder na sociedade em rede, pode representar um exercício de democracia, especialmente a partir da nova ação conectiva dos movimentos sociais do século XXI. Para tanto, o presente trabalho é dividido em três grandes blocos: o primeiro sobre o recrudescimento das técnicas de vigilância sobre indivíduos e populações; o segundo sobre os atores e processos de contravigilância emergidos essencialmente em virtude da reconfiguração dos movimentos sociais no século XXI, especialmente a partir da Primavera Árabe; e o terceiro sobre a ressignificação da teoria dos movimentos sociais, a partir de novos conceitos, especialmente no que tange à vigilância e à reivindicação de direitos. Quanto à metodologia de abordagem, utiliza-se o método dialético, porque se realiza uma conexão relacional entre os temas mediante a justaposição e contraposição de conceitos: de poder ao contrapoder, de vigilância à contravigilância, de velha ação coletiva à nova ação conectiva. No que se refere à metodologia de procedimento, emprega-se, eminentemente, o método monográfico, porquanto o objeto de pesquisa é detalhadamente estudado, analisando-se a vigilância social desde um viés da razão governamental dominante e também a partir da ação coletiva dos movimentos sociais do século XXI. Para tanto, aplicam-se as técnicas de pesquisa de documentação direta e indireta. Conclui-se que a nova ação coletiva (conectiva) dos movimentos sociais do século XXI, mobilizada pelas tecnologias de informação e comunicação, fez expandir, uma contravigilância em desfavor da vigilância global arquitetada pelas redes de poder imperial, de tal forma que, caso utilizada como articulação social para contestar discursos hegemônicos e mudar narrativas dominantes, expressa um contrapoder na sociedade em rede e representa um exercício de democracia, a partir da reinvenção da esfera pública em favor de projetos políticos alternativos de uma multidão digitalmente conectada.por
dc.contributor.advisor1Oliveira, Rafael Santos de
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9933895574541972por
dc.contributor.referee1Tybusch, Jerônimo Siqueira
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6477064173761427por
dc.contributor.referee2Raddatz, Vera Lucia Spacil
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/1381583047595764por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3238221565472756por
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.departmentDireitopor
dc.publisher.initialsUFSMpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Direitopor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITOpor
dc.publisher.unidadeCentro de Ciências Sociais e Humanaspor


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