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dc.creatorCarvalho, Cibelle Machado
dc.date.accessioned2021-09-14T13:42:41Z
dc.date.available2021-09-14T13:42:41Z
dc.date.issued2020-01-29
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/22213
dc.description.abstractHydric planning aims to guarantee, in quantity and quality, the availability of water for current and future generations. However, due to various environmental changes in land use, in addition to global climate changes, it has become impossible to assume a stationary condition of the hydrological series. Hydrological series, the fundamental principle of water planning, is based on the implicit assumptions of randomness, independence, homogeneity. Due to such modifications, the notion that natural phenomena circulate in a fixed process of uncertainty may no longer exist. That is, the most fundamental basis of predictive statistics may have its bases undermined. Nevertheless, deterministic hydrological models and stationary assumptions are widely applied in projects, plans, instruments, reference flow, without the use of sensitive non-stationary detection methods. In this context, the main objective of this study was to evaluate the uncertainties and risks of non-stationarity in planning the use of hydric resources and to evaluate the distribution of stationary segments of the non-stationary time series. The R software was used to perform statistical tests and, for segmentations, the analysis of waves, justified because it preserves local, non-periodic and multiscale phenomena, appropriate for analyzing irregular, poorly distributed events and potentially non-stationary series at different frequencies. This methodological approach was applied at Station 87440000 - Passo das Canoas of the Gravataí River Watershed. By analyzing the frequency distribution of stationary segments in this non-stationary series, one can verify uncertainties of up to 70% in stationarity for trend and up to 80% in stationarity for level. The permanence frequency curves of the stationary segments for level and for trend showed restriction of up to 99% of the time. In addition, maximum periods of 2 years for trend and 3 years for level were found. Therefore, it was concluded that the use of stationary methods in watersheds with changes in land use and climate have high risks and uncertainties, making its management difficult. In addition, there is a need for statistical methods that are more sensitive to non-stationary hydrological series. The recommended path is the adaptive management conditioned to a decrease in the planning horizon in the watersheds with non-stationary hydrological series.eng
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/*
dc.subjectNão estacionariedadepor
dc.subjectSéries hidrológicaspor
dc.subjectGestão de recursos hídricospor
dc.subjectNon-stationaryeng
dc.subjectHydrological serieseng
dc.subjectHydric resources managementeng
dc.titleSérie hidrológica não estacionária e os riscos e incertezas nas tomadas de decisões no planejamento dos recursos hídricospor
dc.title.alternativeNon-stationary hydrological series and the risks and uncertainties in decision-making in hydric resources planningeng
dc.typeTesepor
dc.description.resumoO planejamento hídrico tem por objetivo garantir, em quantidade e qualidade, a água para as atuais e futuras gerações. No entanto, devido a diversas modificações ambientais, no uso do solo, além de mudanças climáticas globais, tornou-se impossível assumir uma condição estacionária das séries hidrológicas. As séries hidrológicas, princípio basilar do planejamento hídrico, tem por premissa as implícitas hipóteses de aleatoriedade, independência, homogeneidade. Com tais modificações, a estacionariedade, noção de que os fenômenos naturais circulam em um processo fixo de incerteza, pode não existir mais. Ou seja, a base mais fundamental da estatística preditiva pode ter suas bases solapadas. Porém, modelos hidrológicos determinísticos e pressupostos estacionários são amplamente aplicados em projetos, planos, instrumentos, vazão de referência, sem a utilização de sensíveis métodos de detecção da não estacionariedade. Perante tal, o objetivo geral norteador deste trabalho foi avaliar as incertezas e riscos da não estacionariedade no planejamento do uso dos recursos hídricos e avaliar a distribuição de segmentos estacionários da série temporal não estacionária. O software R foi utilizado para a realização de testes estatísticos e, para segmentações, utilizou-se como ferramenta a análise de ondaletas, este justificado, porque preserva os fenômenos locais, não periódicos e de multiescala, apropriada para analisar eventos irregulares, mal distribuídos e séries potencialmente não estacionárias em diferentes frequências. Aplicou-se esta abordagem metodológica na Estação 87440000 – Passo das Canoas da Bacia Hidrográfica do Rio Gravataí. Ao analisar a distribuição de frequência de segmentos estacionários nesta série não estacionária, pode-se verificar incertezas de até 70% em estacionariedade para tendência e de até 80% em estacionariedade para nível. As curvas de permanência de frequência de excedência dos segmentos estacionários para nível e para tendência demonstraram restrição de até 99% do tempo. Além do que, foram encontrados períodos máximos de 2 anos para tendência e 3 anos para nível. Portanto, conclui-se que a utilização de métodos estacionários em bacias com mudanças de uso do solo e clima tem, por consequência, riscos e incertezas altos, dificultando o gerenciamento. Além disso, conclui-se que há necessidade de métodos estatísticos mais sensíveis a séries hidrológicas não estacionarias. O caminho recomendado é o manejo adaptativo condicionado a diminuição no horizonte de planejamento nas bacias hidrográficas com séries hidrológicas não estacionárias.por
dc.contributor.advisor1Silveira, Geraldo Lopes da
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1014384740728586por
dc.contributor.advisor-co1Cruz, Rafael Cabral
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1246969166762146por
dc.contributor.referee1Foleto, Elaine Maria
dc.contributor.referee2Copetti, André Carlos Cruz
dc.contributor.referee3Swarowski, Alexandre
dc.contributor.referee4Bugs, Cristhian Augusto
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5235132116415726por
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.departmentEngenharia Civilpor
dc.publisher.initialsUFSMpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Engenharia Civilpor
dc.subject.cnpqCNPQ::ENGENHARIAS::ENGENHARIA CIVILpor
dc.publisher.unidadeCentro de Tecnologiapor


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