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dc.contributor.advisorWeiller, Teresinha Heck
dc.creatorGiaretton, Daynah Waihrich Leal
dc.date.accessioned2014-05-06T14:42:04Z
dc.date.available2014-05-06T14:42:04Z
dc.date.issued2013-02-07
dc.date.submitted2013
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/223
dc.descriptionArtigo (especialização) - Universidade Federal de Santa Maria, Centro de Ciências da Saúde, Curso de Especialização em Residência Multiprofissional Integrada em Gestão e Atenção Hospitalar no Sistema Público de Saúde, RS, 2013.por
dc.description.abstractThe World Health Organization (WHO) estimates, for the year 2030, 27 million new cases and 17 million cancer deaths (INCA, 2011). This study presents the feelings of 85 workers of primary health care network and emergency care unit (UPA), from the city of Santa Maria, Rio Grande do Sul, about death. Being in contact with death brings implications and reflections for health professionals about the end of life (RODRIGUES; ZAGO, 2012). This is a qualitative descriptive study (BARDIN, 1995), that used interviews and subsequent analysis of the issues. We conclude that the lack of staff training about death and hard acceptance of the end of life, cause impotence workers. The intense suffering is observed in the speech of many interviewees. Moderate feelings of frustration, anxiety, sadness, pain, compassion and pity are cited by 35 professional. These reflect in the balance when faced with death. So that the death of another, mirrored in itself, be witnessed within the limits of individual suffering.eng
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectDoente terminalpor
dc.subjectMortepor
dc.subjectEmoçõespor
dc.subjectProfissionaispor
dc.titleMorte e o morrer: sentimentos dos profissionais da saúde diante do paciente terminalpor
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso de Especializaçãopor
dc.degree.localSanta Maria, RS, Brasil.por
dc.degree.specializationCurso de Especialização em Residência Multiprofissional Integrada em Gestão e Atenção Hospitalar no Sistema Público de Saúdepor
dc.description.resumoA Organização Mundial da Saúde (OMS) estima, para o ano de 2030, 27 milhões de casos novos e 17 milhões de mortes por câncer (INCA, 2011). O presente estudo apresenta os sentimentos de 85 trabalhadores da rede de atenção básica de saúde e da Unidade de Pronto-Atendimento (UPA), do município de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, sobre a morte. Estar em contato com a morte traz implicações e reflexões para os profissionais da saúde a respeito da finitude (RODRIGUES; ZAGO, 2012). Trata-se de uma pesquisa qualitativa e descritiva (BARDIN, 1995), realizada através de entrevistas e posterior análise das categorias. Conclui-se que a falta de preparo dos profissionais frente à morte e a difícil aceitação do fim da vida, causa impotência aos trabalhadores. O sofrimento intenso é observado na fala de muitos entrevistados. Já os sentimentos moderados de frustração, ansiedade, tristeza, dor, compaixão e pena são citados por 35 profissionais. Esses refletem no equilíbrio ao se deparar com a morte. Para que a morte do outro, espelhada em si mesmo, seja presenciada dentro dos limites de sofrimento individuais.por
dc.publisher.unidadeCentro de Ciências da Saúdepor


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