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dc.contributor.advisorBiasoli, Vitor Otávio Fernandes
dc.creatorLopes, Lélia Coelho
dc.date.accessioned2017-01-02T12:57:08Z
dc.date.available2017-01-02T12:57:08Z
dc.date.issued2008-01
dc.date.submitted2008
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/2461
dc.descriptionMonografia (especialização) - Universidade Federal de Santa Maria, Centro de Ciências Sociais e Humanas, Curso de Especialização em História do Brasil, RS, 2008.por
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectFamília brasileirapor
dc.subjectFamília Rio-Grandensepor
dc.subjectFamília patriarcalpor
dc.subjectRio Pardopor
dc.subjectMilitarespor
dc.titleHistória de famílias no Rio Grande do Sul: readaptações e resistências em um contexto militarizado (1825 a 1845)por
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso de Especializaçãopor
dc.degree.localSanta Maria, RS, Brasil.por
dc.degree.specializationHistória do Brasilpor
dc.description.resumoO presente trabalho analisa a instituição familiar no Rio Grande do Sul, com ênfase a localidade de Rio Pardo, entre os anos de 1825 e 1845, época que compreende as Guerras da Cisplatina e Farrapos. O Rio Grande do Sul, região militarizada e de fronteira, deve ser avaliado segundo suas próprias características – que o distinguem do nordeste açucareiro considerado berço da família patriarcal tipicamente brasileira. Temos em mente, também, a diversidade existente no território sul-rio-grandense. A inviabilidade de contemplar toda a região fez-nos optar por analisar uma localidade influente, da então província do Rio Grande de São Pedro, Rio Pardo. Este município, devido a sua importância à época, permitiu-nos entender melhor a conjuntura familiar do restante da província. À medida que pesquisamos o tema, inferimos que a constante movimentação militar ocasionou relações extramatrimoniais, estáveis ou não, entre os homens para cá destacados e mulheres não brancas. Possibilitou, também, a existência de uma numerosa prole ilegítima, sem, porém, descartar a existência de famílias convencionais e sacramentadas. Em ambos os casos foram comuns os exemplos de ausência constante da presença masculina, além de famílias administradas por mulheres. O contexto beligerante revelou também as estratégias e favorecimentos utilizados pelas famílias para resistirem aos momentos de conflito.por
dc.publisher.unidadeCentro de Ciências Sociais e Humanaspor


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  • História do Brasil [51]
    Coleção dos trabalhos de conclusão do Curso de Especialização em História do Brasil

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