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dc.creatorMaslowski, Adriano André
dc.date.accessioned2023-09-12T13:46:47Z
dc.date.available2023-09-12T13:46:47Z
dc.date.issued2023-07-17
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/30198
dc.description.abstractThis study aims to explore in the thought of Emmanuel Levinas (1906 - 1995) the theme of evasion as a renewal of the problem of being, perceiving to what extent the time on the horizon of newness and uniqueness will be decisive and constituent of his philosophical proposition. Levinas advocates the search for a philosophy beyond the knowledge presented by the Western philosophy, that means, it seeks a new way of philosophizing. In this sense, the axiom of investigation of this research seeks to observe to what extent evasion is the condition to state a concept of time, which allows renewing the question of being as being. In the search for its unfolding, the research covered some central works of Levinas's thought, they are: Time and the Other, On Evasion, From Existence to the Existent, Totality and Infinity and In another way than being or beyond the essence. For Levinas, evasion is a concrete situation, from which he pursues to think about the tension between ontology and ethics, where for the author ethics takes primacy over ontology. Levinas's philosophical construction originates from the dialogue with Husserl's phenomenology and Heidegger's ontology, and also, through the influence of the Jewish culture. Levinas is a Jewish philosopher who survived one of humanity's greatest atrocities. In this sense, in his experience of imprisonment, he observed the need for a new way of thinking, in which it is necessary to evade the domain of totality. So, the thesis defended in this research is that, for Levinas, the category of time is central for the evasion of being and, as a renewal of the problem of being. Levinas presents temporality as transcendence, which is a shadowy otherness, which is beyond the power of the present. Temporality as transcendence, that is, towards the other, being, therefore, manifested in alterity in relation to its infinite dimension as a critique of totality. For Levinas, the aspect in its manifestation presents an original saying prior to any saying, this being a metaphysics that look as if ontology in a relationship that takes place face to face. However, through the meaning of the expression, time is opened as diachrony and, at the same time, to an immemorial past, consequently being passivity and responsibility. In this sense, the author proposes the absolute originality of time, as ethical subjectivity. Therefore, the research in its objective covered the thought of Levinas, where he observed that time as a horizon of originality and uniqueness is presented as elementary in the unfolding of his philosophical thought, which makes it possible to observe evasion as a renewal of the problem of being. Time is openness to others. This opening is the human meaning of life that is presented in the epiphany of the other's expression. The relationship between time and the face is language and donation, kindness and justice. In the relationship between time and face to face, the original experience per excellence takes place and, therefore, it is ethical.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/*
dc.subjectEvasãopor
dc.subjectTempopor
dc.subjectÉticapor
dc.subjectAlteridadepor
dc.subjectLevinaspor
dc.subjectEvasioneng
dc.subjectTimeeng
dc.subjectEthiceng
dc.subjectAlterityeng
dc.titleEvasão como renovação do problema do ser: o tempo no horizonte da novidade e da singularidadepor
dc.title.alternativeEvasion as renewal to the problem of being: time on the horizon of newness and singularityeng
dc.typeTesepor
dc.description.resumoA pesquisa tem por objetivo investigar no pensamento de Emmanuel Levinas (1906 - 1995) a temática da evasão como renovação do problema do ser, observando em que medida o tempo no horizonte da novidade e da singularidade será decisivo e constituinte da sua proposição filosófica. Levinas, propõe-se à busca por uma filosofia para além do saber apresentado pela filosofia ocidental, ou seja, busca um novo modo de filosofar. Nesse sentido, o mote de investigação desta pesquisa procura observar em que medida a evasão é a condição para se falar num conceito de tempo, o qual permite renovar a pergunta do ser enquanto ser. Na busca pelo seu desdobramento, a pesquisa percorreu algumas obras centrais do pensamento levinasiano, sobretudo: O Tempo e o Outro, Da Evasão, Da Existência ao Existente, Totalidade e Infinito e De outro modo que ser ou para lá da essência. Para Levinas, a evasão é uma situação concreta, a partir da qual ele busca pensar a tensão entre ontologia e ética, onde para o autor a ética assume o primado ante a ontologia. A construção filosófica de Levinas origina-se a partir do diálogo com a fenomenologia de Husserl e com a ontologia de Heidegger, e também, por influência da cultura judaica. Levinas é um filósofo judeu sobrevivente de uma das maiores atrocidades da humanidade. Nesse sentido, em sua experiência de cativeiro observou a necessidade de um novo modo de pensar, no qual torna-se necessário evadir-se do domínio da totalidade. Assim, a tese que se defende nesta pesquisa é que, a categoria de tempo na filosofia levinasiana é fundamental para a evasão do ser e, enquanto renovação do problema do ser. Levinas apresenta a temporalidade como transcendência, sendo esta, uma alteridade misteriosa, que está para além do poder do presente. A temporalidade como transcendência, ou seja, em direção do outro, sendo, portanto, manifestada na alteridade em relação a sua dimensão de infinito como crítica à totalidade. Para Levinas, o rosto em sua manifestação apresenta um dizer original anterior a qualquer dito, sendo este, uma metafísica que aparece a ontologia numa relação que se dá no face a face. Contudo, por meio da significação do rosto, tem-se a abertura do tempo enquanto diacronia e, ao mesmo tempo, a um passado imemorial, sendo assim passividade e responsabilidade. Nesse sentido, o autor propõe a absoluta originalidade do tempo, como subjetividade ética. Portanto, a pesquisa em seu objetivo percorreu o pensamento de Levinas, onde observou que o tempo enquanto horizonte da novidade e da singularidade apresenta-se como elementar no desdobramento do seu pensamento filosófico, o qual possibilita observar a evasão enquanto renovação ao problema do ser. O tempo é abertura para outrem. Esta abertura é a significação humana da vida que se apresenta na epifania do rosto de outrem. A relação do tempo com o rosto é linguagem e doação, bondade e justiça. Na relação do tempo com o face a face, se dá a experiência originária por excelência e, por isso, é ética.por
dc.contributor.advisor1Fabri, Marcelo
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9122803302644811por
dc.contributor.referee1Cavalheiri, Alceu
dc.contributor.referee2Krassuski, Jair Antônio
dc.contributor.referee3Costa, José André da
dc.contributor.referee4Souza, José Tadeu Batista de
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4735978468198751por
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.departmentFilosofiapor
dc.publisher.initialsUFSMpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Filosofiapor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIApor
dc.publisher.unidadeCentro de Ciências Sociais e Humanaspor


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