Avaliação da biossegurança de novas moléculas calcogênias em Caenorhabditis elegans
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Data
2025-01-31Primeiro membro da banca
Antonello, Maribel
Segundo membro da banca
Loro, Vania
Terceiro membro da banca
Pereira, Patricia
Quarto membro da banca
Schmatz, Roberta
Metadata
Mostrar registro completoResumo
Esse estudo avaliou a biossegurança e os efeitos toxicológicos de derivados calcogênios
do AZT (zidovudina), com foco na redução da toxicidade mitocondrial, utilizando o nematoide
Caenorhabditis elegans como modelo experimental. Modificações estruturais no AZT, como a adição
de átomos de selênio e enxofre, foram exploradas para minimizar os efeitos adversos associados ao uso
prolongado do fármaco, preservando sua eficácia terapêutica. Os resultados indicaram que o AZT induz
disfunção mitocondrial significativa, incluindo redução do potencial de membrana, diminuição dos
níveis de ATP e alterações no consumo de oxigênio.
No entanto, derivados como ASAT-4-Cl e 7D apresentaram menor toxicidade, preservando
melhor a bioenergética celular e causando menos impacto em parâmetros comportamentais, como
bombeamento faríngeo e locomoção. Esses compostos demonstraram ser promissores no
desenvolvimento de alternativas terapêuticas mais seguras e eficazes. Os achados reforçam o potencial
de C. elegans como modelo para estudos de toxicologia e farmacologia, contribuindo para o avanço no
design de novos análogos do AZT com menor toxicidade mitocondrial e maior segurança para aplicações
clínicas.
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