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dc.creatorMedeiros, Caciane Souza de
dc.date.accessioned2010-12-17
dc.date.available2010-12-17
dc.date.issued2010-11-05
dc.identifier.citationMEDEIROS, Caciane Souza de. IMAGE-DRIVEN SOCIETY: THE (RE)PRODUCTION OF MEANINGS IN THE SPECTACLE MEDIA. 2010. 173 f. Tese (Doutorado em Letras) - Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, 2010.por
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/3966
dc.description.abstractIn our work we tried to understand the ways in which media discourses, considering the production conditions of media practices as a part of a society marked by the profusion of images and by the (re)production of meanings. We anchor our theoretical and methodological ground on a discursive reading and analysis basis which understands the discourse as an effect of meanings between narrators (PÊCHEUX, [1975] 2009). From the Discourse Analysis we mobilized concept such as ideology, memory and interdiscourse, as guidelines for our process of methodological and analytical construction of media objects cut out for our study corpus. We apprehend that it is through ideology that one naturalizes whatever is produced by history and that it is through simulation (and not occultation) that transparencies are identified (ORLANDI, 2007). The corpus of our study object is constituted of sixteen printed cover publications (IstoÉ, SuperInteressante and VEJA magazines), versed on themes related to violence and childhood, through which we deal with thinking the concepts that constitute the western society history, such as knowledge-power, vigilance, control, modernity, urban space and spectacle. Our observation of discursivity in the media and its relation of (re)production of meanings took us to a reflection over a concept that we designate as a ‗symbolic arrangement/scheme . This theoretical-methodological-analytic concept corroborates with our hypothesis that to materialize and consolidate its position in the social axis, media mobilizes different textual materialities, among which we highlight image, in a discursivity substantiated by interdiscursivity, which means affected by the symbolic, by what already makes sense, by what already exists in a pre-constructed and socially legitimated social imaginary (PÊCHEUX, [1975] 2009). Therefore, we took into consideration the production conditions of the media daily practices which are constituted in a production related to the market and to consumption. Our analytical cutouts were casted from the stitching of the concepts of pre-constructed (the interdiscursive memory) and the paraphrastic networks (the resumptions to the same meaning marked in a stabilized regularity) to which we propose to give visibility, understanding that the paraphrase constitute the comeback to the same spaces of saying (ORLANDI, 1999). In our analysis, we worked on four cutouts through which we analyze the ideological bias that discursively approximates (therefore paraphrastic networks) versions on violence in the practice of printed media. Our analysis point out that the way of discoursing in the media is being constantly fed back from/by the already mentioned statements, which corresponds to saying that it resumes, dislocates, repeats and reorders memory regions promoting the circulation of sayings, taken as notorious and important for all, useful and deserving of being reported, besides being trusted with credibility. The discourse of the media, in its paraphrased versions, is responsible for the circulation of the meanings that become referent, imaginarily trustworthy in/of social reality, contributing to the social constitution of images, values and conceptions of the world. We understand that the way to discourse of that one we detained ourselves to observe is being constantly fed back from/by the ones already mentioned. Memories and meanings/significances/senses of the (discursive) world of spectacle, of the Image-driven Society, that appear as data to its producers. Naturalized and caught up appearing as an ―innate‖ grammar of shadow and light, colors and volumes.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectMídiapor
dc.subjectIdeologiapor
dc.subjectImagempor
dc.subjectSentidopor
dc.subjectArranjo simbólicopor
dc.subjectImage-driven societyeng
dc.subjectSpeecheng
dc.subjectMediaeng
dc.subjectIdeologyeng
dc.titleSOCIEDADE DA IMAGEM: A (RE)PRODUÇÃO DE SENTIDOS DA MÍDIA DO ESPETÁCULOpor
dc.title.alternativeIMAGE-DRIVEN SOCIETY: THE (RE)PRODUCTION OF MEANINGS IN THE SPECTACLE MEDIAeng
dc.typeTesepor
dc.description.resumoEm nosso trabalho, buscamos compreender os modos de discursivizar da mídia, considerando as condições de produção das práticas midiáticas como parte de uma sociedade marcada pela profusão de imagens e pela (re)produção de sentidos. Ancoramos nossa fundamentação teórico-metodológica em uma base discursiva de leitura e análise que entende o discurso como efeito de sentido entre locutores (PÊCHEUX, [1975] 2009). Da Análise de Discurso mobilizamos conceitos como ideologia, memória e interdiscurso, enquanto norteadores do processo de construção metodológica e analítica dos objetos de mídia recortados para nosso corpus de estudo. Entendemos que é pela ideologia que se naturaliza o que é produzido pela história e que, através da simulação (e não da ocultação), é que são identificadas as transparências (ORLANDI, 2007). O corpus de nosso objeto de estudo é constituído de dezesseis publicações impressas de capa (revistas IstoÉ, SuperInteressante e VEJA), versadas em temáticas relativas à violência e à infância, por meio das quais tratamos de pensar os conceitos que constituem a história da sociedade ocidental, tais como saber-poder, vigilância, controle, modernidade, espaço urbano e espetáculo. Nossa observação da discursividade na mídia e sua relação de (re)produção de sentidos nos levou a refletir sobre um conceito que designamos ‗arranjo simbólico . Esse conceito teórico-metodológico e analítico corrobora com nossa hipótese de que, para se materializar e consolidar sua posição no eixo social, a mídia mobiliza diferentes materialidades textuais, entre as quais destacamos a imagem, em uma discursividade substanciada pela interdiscursividade, ou seja, afetada pelo simbólico, pelo que já faz sentido, pelo que já existe em um imaginário social pré-construído (PÊCHEUX, [1975] 2009) e socialmente legitimado. Levamos em consideração, portanto, as condições de produção das práticas cotidianas da mídia que se constituem em uma produção relacionada ao mercado e ao consumo. Nossos recortes analíticos foram elencados a partir do alinhavo dos conceitos de pré-construído (a memória interdiscursiva) e das redes parafrásticas (as retomadas ao mesmo sentido marcadas em uma regularidade estabilizada) a que nos propomos dar visibilidade, entendendo que a paráfrase constitui o retorno aos mesmos espaços do dizer (ORLANDI, 1999). Em nossas análises, trabalhamos com quatro recortes por meio dos quais analisamos o viés ideológico que aproxima discursivamente (por isso redes parafrásticas) versões sobre violência na prática de mídia impressa. Nossas análises nos apontam que o modo do discursivizar da mídia está sendo constantemente retroalimentado de/pelos relatos já ditos, o que corresponde a dizer que ele retoma, desloca, repete e reordena regiões de memória, promovendo a circulação de dizeres tidos como notórios e importantes para todos, úteis e dignos de serem relatados, além de passíveis de credibilidade. O discurso da mídia, em suas versões parafraseadas, é responsável pela circulação de sentidos que se tornam referentes, imaginariamente confiáveis da realidade social, contribuindo para a constituição social de imagens, valores e concepções de mundo. Memórias e sentidos do mundo (discursivo) do espetáculo, da sociedade da imagem, que aparecem como dados aos seus produtores, naturalizados e retomados sob a aparência de uma gramática ―inata‖ de luzes e sombras, cores e volumes.por
dc.contributor.advisor1Scherer, Amanda Eloina
dc.contributor.advisor1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4787503Z9por
dc.contributor.referee1Medeiros, Vanise Gomes de
dc.contributor.referee1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4728009T0por
dc.contributor.referee2Magalhães, Anderson Salvaterra
dc.contributor.referee2Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4761499Z5por
dc.contributor.referee3Silveira, Verli Fátima Petri da
dc.contributor.referee3Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4708430A3por
dc.contributor.referee4Angelo, Graziela Lucci de
dc.contributor.referee4Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4785796U4por
dc.creator.Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4778626J0por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.departmentLetraspor
dc.publisher.initialsUFSMpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Letraspor
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRASpor


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