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dc.contributor.advisorGastaldini, Maria do Carmo Cauduro
dc.creatorFróes, Silvio Marcos Ferreira
dc.date.accessioned2014-09-09T15:43:38Z
dc.date.available2014-09-09T15:43:38Z
dc.date.issued2004
dc.date.submitted2004
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/445
dc.descriptionArtigo (especialização) - Universidade Federal de Santa Maria, Centro de Tecnologia, Curso de Especialização para Gestores Regionais de Recursos Hídricos, RS, 2004por
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectTratamento de esgotopor
dc.subjectTratamento de efluentespor
dc.subjectPreservação ambientalpor
dc.subjectRestinga Seca (RS)por
dc.titleAnálise da eficácia do sistema não convencional de tratamento de esgoto sanitário implantado no município de Restinga Seca - RSpor
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso de Especializaçãopor
dc.degree.localSanta Maria, RS, Brasil.por
dc.degree.specializationGestores Regionais de Recursos Hídricospor
dc.description.resumoNo ano de 1999 foi implantado, na cidade de Restinga Seca, RS, um sistema não convencional de tratamento de esgoto sanitário, para atendimento de 301 famílias da Vila São Luiz, na zona urbana do Município. Trata-se do primeiro sistema de tratamento não-individual de efluentes, instalado na cidade. A responsabilidade da obra é da Prefeitura Municipal, sendo que os custos foram divididos com o Governo Federal, mediante assinatura de convênio com a Caixa Econômica Federal. O projeto e a obra têm licenciamento ambiental, com acompanhamento pelo órgão ambiental estadual. Foi executada rede de esgoto, com tubulação de PVC, e poços de inspeção do tipo tubos de concreto. A rede é alimentada pelos efluentes provenientes de fossas sépticas individuais, responsáveis pelo tratamento primário. O esgoto de todas as fossas é levado para um único filtro anaeróbico, onde recebe tratamento secundário, tendo como destino final a Sanga da Restinga. A eficiência do sistema está comprovada, haja vista que os níveis de exigência da legislação vigenteforam alcançados, com relação à qualidade do efluente. A grande dificuldade na implantação efetiva do projeto é a adesão da população beneficiada, que ficou muito aquém do esperado. Dos 301 domicílios, apenas 135 (44,85%) foram ligados totalmente ao sistema, enquanto que, 74 (24,58%) foram parcialmente ligados e 92 (30,57%) não tem nenhum tipo de ligação. Estes dados demonstram a inexistência de uma consciência de preservação ambiental dos beneficiários. Versa o presente artigo sobre a questão da eficácia deste sistema, através da abordagem de aspectos sócioeconômicos e técnicos.por
dc.publisher.unidadeCentro de Tecnologiapor


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