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dc.creatorAgostini, Sandra
dc.date.accessioned2008-09-22
dc.date.available2008-09-22
dc.date.issued2008-06-10
dc.identifier.citationAGOSTINI, Sandra. THE ORGANIZATION AND DEVELOPMENT OF CURRICULAR TRAININGS IN TEACHERS FORMATION COURSES AT UFSM: TRAINEES AND ADVISORS S COMMITMENT. 2008. 281 f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, 2008.por
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/6847
dc.description.abstractThis study aimed at collaborating to a better comprehension of Curricular Trainings organization and development in teachers formation courses. In this way, we are supposed to answer the following research question: How are the Curricular Trainings organization and development in teachers formation courses at UFSM characterized? . Our research worked with 13 courses: Languages-Portuguese; Languages-English; Languages-Spanish; Physical Education; Chemistry; Physics; Biology; Music; Mathematics; Philosophy; Geography; Visual Arts and History. As a source of information for our study, we have basically used the said courses Politic Pedagogical Projects (PPP) as well as the laws to Basic Education Teachers Formation in Brazil. Moreover, we did open questionnaires and group discussions to collect information with the trainee students besides collecting data with their Curricular Training advisors through structured interviews. The analysis showed that all the investigated courses adapted to 400 hours to the Curricular Training development. However, there is no pattern to the activities organization and development. From the trainee students narratives it was possible to perceive that generally most of them have had a good relation with their advisors since they were well received and also have had a good relation at schools. The subjects that most contributed to their Curricular Training development were the ones related to conceptual structure of the area. Most of the students (58,44%) have had orientation to get places at schools, most of the respondents considered their initial formation as an important moment of learning that permitted them to live their professional choice, however, some of them considered it as a negative experience phase due to the lack of discipline of students at schools that guided them to a disappointment in being teachers and they claimed not being prepared to that situation. In contrast, it was also possible to notice that schools do not follow the trainee students as well the responsible teachers almost do not contribute to the Curricular Training development. We could notice that this responsibility is centered at the High Education Institution (IES). All the advisors interviewed (12) used the subject that deal with didactic knowledge of the content to organize and guide the orientation meetings with the students. Most of them (83%) demonstrated to know about an agreement signed between UFSM and Public Educational Systems (Inter-Institutional Education Practices Program), however, it seems not having a specific function, neither practical or operational, since the respondents affirmed the necessity of signing a new agreement for the students to have support to access the schools. According to the advisors, there are many differences in Curricular Trainings development among schools, depending on the higher or lower tradition of schools in receiving trainees, on the exigency or not of following standard programs as High Education Ingress Program (PEIES) and on the higher or lower exigency that the school teachers work together with the trainees in their responsibilities. Throughout our study, we realized that for improving the initial formation, it is not enough the High Education Institution (IES) that must to ccomplish primary aspects of legal normative (such as the 400 hours of Curricular Training). It is necessary to search for ways of interaction that stimulate a intensive commitment among Basic Education Schools (EEB) and High Education Institution (IES), to provide attendance and help aiming at supporting trainee students difficulties like: lack of individual attendance, help and support throughout their trainings.eng
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectFormação inicial de professorespor
dc.subjectEstágio curricularpor
dc.subjectCursos de licenciaturapor
dc.subjectTeachers initial formationeng
dc.subjectCurricular trainingeng
dc.subjectTeachers formation courseseng
dc.titleA organização e o desenvolvimento de estágios curriculares em cursos de licenciatura da UFSM: envolvimentos de estagiários e orientadorespor
dc.title.alternativeThe organization and development of curricular trainings in teachers formation courses at UFSM: trainees and advisors s commitmenteng
dc.typeDissertaçãopor
dc.description.resumoO presente estudo teve por objetivo contribuir para uma melhor compreensão das formas de organização e desenvolvimento dos Estágios Curriculares em Cursos de Licenciatura. Nesse sentido, nos propusemos a responder o seguinte problema: Como se caracteriza a organização e o desenvolvimento dos Estágios Curriculares nos Cursos de Licenciatura da UFSM? . A pesquisa abrangeu 13 desses Cursos, a saber: Licenciatura em Letras/Português, em Letras/Inglês, em Letras/Espanhol, em Educação Física, em Química, em Física, em Ciências Biológicas, em Música, em Matemática, em Filosofia, em Geografia, em Artes Visuais e em História. Como parte das fontes de informação para o nosso estudo, utilizamos os Projetos Político-Pedagógicos (PPP) desses Cursos e as normativas legais para a Formação de Professores da Educação Básica no Brasil. Para coletar as informações junto aos sujeitos envolvidos utilizamos questionários e grupos de discussão com os alunos estagiários, e entrevistas estruturadas com os docentes orientadores de estágios. Constatamos que todas as Estruturas Curriculares dos cursos investigados adequaram-se às 400 horas previstas nas referidas normas para o desenvolvimento de seus Estágios Curriculares, porém não há um padrão mínimo quanto às formas de organização das atividades para o desenvolvimento desse estágio. Os alunos estagiários, em sua maioria, afirmaram que tiveram um bom relacionamento com os seus respectivos professores orientadores, foram bem recebidos pelas escolas campo de estágio, e se relacionaram de modo satisfatório no interior dessas escolas. As disciplinas que mais contribuíram para a realização dos Estágios Curriculares foram aquelas relacionadas ao conhecimento conceitual da matéria de ensino. Uma boa parte (58,44%) recebeu orientação mínima para conseguir vaga de estágio nas escolas, bem como, considerou sua formação inicial como um momento importante de aprendizagem que permitiu vivenciar sua opção profissional, porém alguns o consideraram como uma fase de experiências negativas devido principalmente à indisciplina dos alunos da Educação Básica, situação essa para a qual não foram preparados o que ajudou a formar uma idéia decepcionante da realidade escolar, no momento atual. Também foi possível perceber que as Escolas de Educação Básica (EEB) praticamente não acompanham o trabalho dos alunos estagiários, e, que os professores responsáveis pelas turmas pouco contribuem para a realização do Estágio Curricular, estando essa responsabilidade ainda fortemente centrada nas Instituições de Ensino Superior (IES). Das falas dos professores orientadores de Estágios Curriculares, pudemos depreender que não existem propriamente modelos de orientação, há formas peculiares de preparar os alunos estagiários para a realização do Estágio Curricular. Todos os professores entrevistados (12) utilizam as disciplinas que tratam do conhecimento pedagógico de conteúdo , para organizar e encaminhar as atividades de orientação de Estágios Curriculares. A maioria (83%) dos professores entrevistados demonstrou ter um conhecimento da existência de um Convênio firmado entre a UFSM e os Sistemas Públicos de Ensino (Programa de Práticas Educativas Interinstitucionais), contudo, este parece não ter uma função específica, nem mesmo prática ou operacional, pois os depoentes manifestaram a necessidade de firmar um novo convênio que desse suporte para auxiliar o acesso dos alunos estagiários às escolas. Pelas narrativas destes respondentes existem muitas diferenças entre as escolas no desenvolvimento dos estágios, dependendo da maior ou menor tradição da escola em receber estagiários, da exigência ou não de seguir programas-padrão (por exemplo, Programa de Ingresso ao Ensino Superior) e da maior ou menor cobrança para que seus professores acompanhem os estagiários nas suas diversas atividades. Ao longo de nosso estudo, concluímos que para haver melhorias na formação inicial, não basta a Instituição de Ensino Superior (IES) adaptar-se ao cumprimento de aspectos primários das normativas legais (tais como às 400 horas de atividades de Estágio Curricular). Faz-se necessário buscar formas de interação que estimulem um comprometimento intenso dos formadores de professores que atuam nas Escolas de Educação Básica (EEB) e nas Instituições de Ensino Superior (IES), no sentido de proporcionarem acompanhamento e auxílio, visando superar algumas dificuldades enfrentadas pelos estagiários como: a falta de orientações individuais, acompanhamento e auxílio no decorrer do desenvolvimento de seus estágios.por
dc.contributor.advisor1Terrazzan, Eduardo Adolfo
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0416614425134935por
dc.contributor.referee1Lima, Maria Socorro Lucena
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1596146508437623por
dc.contributor.referee2Oliveira, Marilda Oliveira de
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7835230852202032por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1965541642179662por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.departmentEducaçãopor
dc.publisher.initialsUFSMpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educaçãopor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAOpor


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