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dc.creatorCardôzo, Lisliane dos Santos
dc.date.accessioned2014-05-14
dc.date.available2014-05-14
dc.date.issued2013-04-05
dc.identifier.citationCARDÔZO, Lisliane dos Santos. THE PLURAL AND THE SINGULAR: THE HISTORY EDUCATION BETWEEN THE TEACHERS TRAINING AND THE SUBJECT WHO NARRATES. 2013. 147 f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, 2013.por
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/7066
dc.description.abstractThe present work is linked to the Research Line 2 - School Practice and Public Policy, from the Program in Education, Federal University of Santa Maria. Our goal is to search through the narrative identity of graduated teachers in the course of history from UFSM, as the initial training has involved the work of each of them in their life trajectories and how each subject interprets the social place of the History Teaching. For this, we interviewed four teachers. Based on this goal, we guide our research, in which the identity narrative (RICOEUR, 1997, 2000, 2006) had highlighted through approach (auto)biographical (DELORYMOMBERGER, 2008, 2011) (JOSSO, 2002, 2006). The narratives showed that, for teachers investigated, training is life history, is a process that is not limited to a particular time or formal practices. Thus, the primary training is in political activism, the affirmation of sexual orientation, in the struggle for social movements, the influence and example of the teachers, trainers and not just the course itself. In their view, the initial training is always present, even when it comes to needs, and cannot be separated from work, in relation to theoretical perspectives, and historiographical utopian Education and History Teaching. The narratives showed, similarly, that, at first, in the course of history from UFSM, education was a major concern because teacher training was intended solely to teaching in basic education. However, with the strengthening of post-graduation and payment of the curriculum for the training and licensed, this scenario, in a second moment, shifted and began to prioritize research over teaching, encouraging the research career. According to the study subjects, the initial training is considered crucial, since it modifies the academic and the look that this has on society, theory, policy, which will determine how it will act in their teaching practice school. It was observed, also, through narratives, that the work is not just seen as something painful, but as the determining factor in job satisfaction. In the reports of four subjects, the production of knowledge in the classroom is a praxis rewarding, full of meanings. This relates to the roles of the social place of the Teaching of History, which is seen as having a place of questioning society essentially critical, oppositional and emancipatory for student training area of historical awareness and training policy.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectEducaçãopor
dc.subjectEnsino de Históriapor
dc.subjectFormação de professorespor
dc.subject(Auto)biografiapor
dc.subjectNarrativapor
dc.subjectMemóriapor
dc.subjectEducationeng
dc.subjectHistory teachingeng
dc.subjectTeacher educationeng
dc.subject(Auto)biographyeng
dc.subjectNarrativeeng
dc.subjectMemoryeng
dc.titleO PLURAL E O SINGULAR: O ENSINO DE HISTÓRIA ENTRE A FORMAÇAO DE PROFESSORES E O SUJEITO QUE NARRApor
dc.title.alternativeTHE PLURAL AND THE SINGULAR: THE HISTORY EDUCATION BETWEEN THE TEACHERS TRAINING AND THE SUBJECT WHO NARRATESeng
dc.typeDissertaçãopor
dc.description.resumoA presente dissertação é vinculada à Linha de Pesquisa 2 Práticas Escolares e Políticas Públicas, do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Santa Maria. Nosso objetivo é pesquisar, através da identidade narrativa de professores formados no curso de História da UFSM, como a formação inicial tem implicado no trabalho de cada um deles, em suas trajetórias de vida e em como cada sujeito interpreta o lugar social do Ensino de História. Para isso, entrevistamos quatro professores. Partindo desse objetivo, orientamos nossa pesquisa, na qual a identidade narrativa (RICOEUR,1997, 2000, 2006) teve destaque por meio da abordagem (auto)biográfica (DELORY-MOMBERGER, 2008, 2011)(JOSSO, 2002, 2006). As narrativas demonstraram que, para os professores investigados, formação é história de vida, é um processo que não se circunscreve a um tempo determinado ou a práticas formais. Assim, a formação principal está na militância política, na afirmação da orientação sexual, na luta em movimentos sociais, na influência e exemplo dos professores-formadores e não apenas no curso em si. Na concepção deles, a formação inicial se faz sempre presente, inclusive, no que tange às carências, e não pode ser desvinculada do trabalho, no que se refere às perspectivas teóricas, historiográficas e utópicas da Educação e do Ensino de História. As narrativas evidenciaram, do mesmo modo, que, em um primeiro momento, no curso de História da UFSM, o ensino era a maior preocupação, pois a formação de professores destinava-se, unicamente, ao ensino na educação básica. Contudo, com o fortalecimento da pós-graduação e a integralização do currículo para a formação do bacharel e do licenciado, esse cenário, em um segundo momento, mudou e se passou a priorizar a pesquisa em detrimento do ensino, incentivando a carreira de pesquisador. Segundo os sujeitos pesquisados, a formação inicial é considerada determinante, uma vez que ela modifica o acadêmico e o olhar que esse tem acerca da sociedade, da teoria, da política, os quais vão determinar a forma como atuará em suas práticas didáticas escolares. Foi possível perceber, também, por meio das narrativas, que o trabalho não é visto apenas como algo penoso e sim como elemento determinante para a realização profissional. Nos relatos dos quatro sujeitos, a produção de conhecimento, em sala de aula, é uma práxis recompensadora, cheia de sentidos. Isso se relaciona às atribuições do lugar social do Ensino de História, que é visto como tendo um lugar de questionamento da sociedade, essencialmente crítico, contestador e emancipador para o estudante, espaço de formação de consciência histórica e de formação política.por
dc.contributor.advisor1Cunha, Jorge Luiz da
dc.contributor.advisor1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4793413Y6por
dc.contributor.referee1Schmidt, Maria Auxiliadora Moreira dos Santos
dc.contributor.referee1Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4767409P7por
dc.contributor.referee2Ferreira, Liliana Soares
dc.contributor.referee2Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4707249T0por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3649742368236694por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.departmentEducaçãopor
dc.publisher.initialsUFSMpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educaçãopor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAOpor


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