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dc.contributor.advisorHatje, Marli
dc.creatorZanella, Elisabete Cremonese
dc.date.accessioned2019-07-09T14:01:42Z
dc.date.available2019-07-09T14:01:42Z
dc.date.issued2009
dc.date.submitted2009
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/17360
dc.descriptionMonografia (especialização) - Universidade Federal de Santa Maria, Centro de Educação Física e Desportos, Curso de Especialização em Educação Física Escolar, RS, 2009.por
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/*
dc.subjectPNNE (Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais)por
dc.subjectInclusãopor
dc.subjectRede regular de ensinopor
dc.titleA inclusão de pessoas com necessidades educacionais especiais (PNEE) na rede regular de ensino no município de Restinga Seca - RSpor
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso de Especializaçãopor
dc.degree.localSanta Maria, RS, Brasilpor
dc.degree.specializationEducação Física Escolarpor
dc.description.resumoEste artigo versa sobre a inclusão de pessoas com necessidades educacionais especiais (PNEE) nas redes pública e privada de ensino. A pesquisa que originou o texto teve como objetivo refletir sobre a realidade da inclusão de PNEE na rede regular de ensino do município de Restinga Seca - RS, que possui 15 escolas. Especificamente fez-se uma revisão bibliográfica sobre a inclusão e as implicações pedagógicas; verificou-se quantos e quais alunos apresentam necessidades educacionais especiais; mapeou-se as necessidades educacionais especiais encontradas em cada uma das escolas. Para a coleta dos dados considerou-se a classificação adotada pelo Ministério da Educação, em 2008 no que se refere as PNEE, ou seja: a) Pessoas com deficiência mental/intelectual, física, auditiva e visual; b) pessoas com altas habilidades/superdotação; c) Transtornos Globais de Desenvolvimento, sendo acrescentado, para esta pesquisa, um quarto grupo: d) dificuldade de aprendizagem/déficit cognitivo, em função da realidade encontrada. Após o levantamento individual por escola e por tipo de deficiência observou-se que há 68 PNEE nas 9 escolas municipais, 20 nas 4 escolas estaduais e nenhum nas 2 escolas particulares. A deficiência que mais existe na rede municipal é déficit cognitivo, 61,76%, seguido da deficiência mental com 23,52%. Na rede estadual é o déficit cognitivo, com 47,36%, seguido das deficiências auditiva, 21,05%, e mental, com 15,78%. A maioria, ou seja, 63,21%, dos PNEE são do sexo masculino. Podemos concluir que os PNEE estão inseridos nas escolas, embora algumas ainda apresentam dificuldades para efetivar a inclusão. Existe a necessidade de adaptações físicas e mudança de atitude na escola e na comunidade, bem como uma melhor formação docente para atuar com a inclusão.por
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.initialsUFSMpor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::EDUCACAO FISICApor
dc.publisher.unidadeCentro de Educação Física e Desportospor


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