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dc.creatorNeuscharank, Angelica
dc.date.accessioned2019-10-14T15:31:23Z
dc.date.available2019-10-14T15:31:23Z
dc.date.issued2019-03-29
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/18577
dc.description.abstractThis research proposed to work with the notion of co-extensivity in order to problematize the ideas of time in education, thinking of it through an anionic time, with the concepts of duration, coexistence, and the eternal return. The conceptual twists developed are related to the movement of looking to education along with the reasoning of the philosophies of difference by authors such as Gilles Deleuze, Félix Guattari, Henri Bergson, and Friedrich Nietzsche. As research problem, the following question has been established: what can co-extensivity produce as effect with the notions of time in a research in Education? Thus, the process of mining has been used as a methodological possibility, a creative selection movement towards the modes of existence of a researcher-teacher in provisional space-time, telling about her affective collection of readings, images, objects, speeches, and other heterogeneity that would capture her to compose a writing with them. This is a method that problematizes the ways we naturalize the thought that judges, analyzes, systematizes, and ignores the shapeless, unpredictable, uncertain, unstable, and incalculable in life. The thesis in this dissertation, therefore, by articulating mined heterogeneous in the research as a thought that surrounds the time being, taking it as living, unfinished organism, becomings of living entities (organic or not) produced by creative involution, thinks an education in which different relations with time are sheltered, an education that is captured by chronology but also extrapolating it, inventing intervals within pontualities and specific hours to try out 'creative time losses'. Time is detached from a straight, evolutive, and progressist line that will not lead to a sad return of a past and the apology to a future, so that these segments are broken to think only on durations. This is time attached to life, imperceptible by the eye just like breathing, but axial to existence.eng
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/*
dc.subjectCoextensividadepor
dc.subjectTempopor
dc.subjectImagempor
dc.subjectGarimpagempor
dc.subjectEducaçãopor
dc.subjectCo-extensivityeng
dc.subjectTimeeng
dc.subjectImageeng
dc.subjectMiningeng
dc.subjectEducationeng
dc.titleCoextensividade: sobre as noções de tempo na educaçãopor
dc.typeTesepor
dc.description.resumoEsta pesquisa se propôs a operar com a noção de coextensividade, de modo a problematizar as ideias de tempo em educação, pensando-a a partir de um tempo aiônico, com os conceitos de duração, coexistência e eterno retorno. Para tanto, as torções conceituais que foram realizadas dizem respeito ao movimento de friccionar a educação junto ao pensamento das filosofias da diferença, e de autores como Gilles Deleuze, Félix Guattari, Henri Bergson e Friedrich Nietzsche. Como problemática traçou-se a seguinte questão: o que a coextensividade pode produzir como efeito com as noções de tempo numa pesquisa em educação? Assim, operou-se com a garimpagem como possibilidade metodológica, um movimento de seleção-criadora dos modos de existência de uma pesquisadora-docente em espaços-tempos provisórios, contando sobre as recolhas afetivas de leituras, imagens, objetos, falas e demais heterogêneos que a capturaram, para compor com eles uma escrita. Um método que problematiza os modos como naturalizamos o pensamento que julga, que analisa, que sistematiza e que ignora o informe, o imprevisto, o incerto, o instável e o incalculável da vida. A tese dessa tese, portanto, ao articular os heterogêneos garimpados na pesquisa com um pensamento que circunda o ser do tempo, este que é tomado como organismo vivo e inacabado, devir de entidades vivas, orgânicas ou não, que se produzem por involução criadora, pensa uma educação na qual se abrolham diferentes relações com o tempo, uma educação que é capturada pela cronologia mas também a faz vazar, inventando em meio a pontualidades e horas delimitadas intervalos para experimentar ‘perdas de tempo criadoras’. Desvincula-se o tempo de uma linha retilínea, evolutiva e progressista que, portanto, não levará mais a um retorno triste de um passado e a uma apologia de um futuro, para desmanchar esses segmentos e pensar apenas em durações. É o tempo colado à vida, imperceptível aos olhos, assim como a respiração, mas axial para a existência.por
dc.contributor.advisor1Oliveira, Marilda Oliveira de
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7835230852202032por
dc.contributor.referee1Guimarães, Leandro Belinaso
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7140550688991603por
dc.contributor.referee2Mossi, Cristian Poletti
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/9298073969911416por
dc.contributor.referee3Dalmaso, Alice Copetti
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/7551023626533385por
dc.contributor.referee4Cardonetti, Vivien Kelling
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/1649742737541059por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4954841155132938por
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.departmentEducaçãopor
dc.publisher.initialsUFSMpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educaçãopor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAOpor
dc.publisher.unidadeCentro de Educaçãopor


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