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dc.creatorPigatto, Giane Magrini
dc.date.accessioned2014-10-01
dc.date.available2014-10-01
dc.date.issued2013-08-05
dc.identifier.citationPIGATTO, Giane Magrini. POLYCHLORINATED BIPHENYLS (PCBs) IN FISH IN NATURA FROM THE COAST OF RIO GRANDE DO SUL, BRAZIL. 2013. 70 f. Dissertação (Mestrado em Ciência e Tecnologia dos Alimentos) - Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, 2013.por
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufsm.br/handle/1/5746
dc.description.abstractPolychlorinated biphenyls (PCBs) are toxic, non-biodegradable, and lipophilic chemical compounds of industrial origin. In Brazil, PCBs are still used in old electrical transformers and capacitors which were installed up to 1981 when their use and commercialization were banned. However, the permission to use devices with PCBs installed up to the early 80s was maintained up to the moment that their dielectric fluids or the entire device be fully replaced for products free of PCBs. Currently, PCBs are classified as persistent organic pollutants (POPs) because they pollute and accumulate in the environment affecting all organisms in the food chain. The main form of human intake is the ingestion of contaminated food, especially food of animal origin. Fish are the main means of transmission of PCB congeners to the human body. The concern about PCBs is centered on their toxicological potential, especially as inducers of cancer. Thus, the aim of this study was to investigate the possible contamination by residues of 11 individual PCB congeners in fresh marine fish from the state of Rio Grande do Sul (RS), Brazil. The methodology for the analysis of PCBs in fish included sampling on the coast of RS, the extraction and purification of these compounds by the use of acidified silica gel and solvents, as well as their identification and quantification using gas chromatography coupled to a micro electron capture detector (GC - μECD). Results were confirmed by gas chromatography coupled to mass spectrometry (GC - MS). PCBs investigated were not found in all samples. PCBs 28 and 52 were not detected. PCBs 153, 138, 180, 118, 101, 77, and 81 were found in 98.33 %, 95%, 93.33%, 60%, 33.33 %, and 31.67 % of the samples, respectively. PCBs 126 and 169 were found at lower frequencies, 18.33% and 15%, respectively. The individual congeners found in higher mean concentrations were PCB 153 (184.36 ng/g fat), followed by PCB 138 (159.27 ng/g fat), PCB 118 (98.16 ng/g fat), PCB 180 (69.04 ng/g fat), PCB 101 (32.99 ng/g fat), and PCB 77 (12.95 ng/g fat). PCBs 81, 126 and 169 were found in lower concentrations (4.97 ng/g, 4.49 ng/g and 2.08 ng/g fat, respectively). Results confirm the contamination by PCBs of all marine species of consumption analyzed and can be used as indicators of environmental contamination by these compounds in the coast of RS.eng
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal de Santa Mariapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectBifenilos policloradospor
dc.subjectPoluentes orgânicos persistentespor
dc.subjectPescados marinhospor
dc.subjectGC-MSpor
dc.subjectContaminaçãopor
dc.subjectPCB 153por
dc.subjectPolychlorinated biphenylseng
dc.subjectPersistent organic pollutantseng
dc.subjectMarine fisheng
dc.subjectContaminationeng
dc.titleBifenilos policlorados (PCBs) em pescados in natura do litoral do Rio Grande do Sul, Brasilpor
dc.title.alternativePolychlorinated biphenyls (PCBs) in fish in natura from the coast of Rio Grande do Sul, Brazileng
dc.typeDissertaçãopor
dc.description.resumoBifenilos policlorados (PCBs) são compostos químicos de origem industrial, tóxicos, não biodegradáveis, lipofílicos, e que foram produzidos a partir da década de 30 até os anos 70, quando foram proibidos. No Brasil, PCBs estão presentes, por exemplo, em transformadores e capacitores elétricos instalados até 1981, quando a comercialização e utilização desses compostos foram proibidas no país. Porém, manteve-se a permissão de utilização desses equipamentos contendo PCBs e instalados até o início dos anos 80, até que ocorra a substituição integral dos mesmos ou a troca de seus respectivos fluidos dielétricos por produtos isentos de PCBs. Atualmente, PCBs são classificados como poluentes orgânicos persistentes (POPs), pois poluem e se acumulam no meio ambiente, influenciando todos os organismos da cadeia alimentar. A principal forma de contaminação humana é a ingestão de alimentos contaminados, principalmente alimentos de origem animal. Dentre esses, os pescados constituem-se no principal meio de veiculação de congêneres de PCBs até o organismo humano. A preocupação acerca dos PCBs está centrada no seu potencial toxicológico, principalmente como indutores de câncer. Diante disso, o objetivo desse trabalho foi investigar a possível contaminação, por resíduos de 11 congêneres individuais de PCBs, em pescados marinhos in natura do estado do Rio Grande do Sul, Brasil. A metodologia empregada para análise de PCBs nos pescados incluiu a coleta de amostras do litoral do RS, a extração e purificação desses compostos com a utilização de sílica gel acidificada, solventes e, finalmente, a identificação e quantificação dos mesmos utilizando-se cromatografia gasosa acoplada a um micro detector de captura de elétrons (GC-μECD). Os resultados obtidos foram confirmados por cromatógrafo gasoso acoplado à espectrometria de massas (GC-MS). Os PCBs investigados não foram encontrados em todas as amostras analisadas. Os PCBs 28 e 52 não foram detectados. O PCB 153 foi encontrado em 98,33% das amostras analisadas, seguido pelos PCBs 138 e 180 encontrados em 95% das amostras, pelo PCB 118 encontrado em 93,33% das amostras, pelo PCB 101 encontrado em 60% das amostras, pelo PCB 77 e PCB 81, encontrados em 33,33% e 31, 67% das amostras, respectivamente. Os PCBs 126 e 169 foram encontrados com menores freqüências, 18,33% e 15%, respectivamente. Os congêneres individuais encontrados em maiores concentrações médias foram o PCB 153 (184,36 ng/g de gordura), seguido pelo PCB 138 (159,27 ng/g de gordura), PCB 118 (98,16 ng/g de gordura), PCB 180 (69,04 ng/g de gordura), PCB 101 (32,99 ng/g de gordura) e PCB 77 (12,95 ng/g de gordura). Os PCBs 81, 126 e 169 foram encontrados nas menores concentrações (4,97 ng/g, 4,49 ng/g e 2,08 ng/g de gordura, respectivamente). Os resultados obtidos confirmam a contaminação por PCBs de todas as espécies marinhas de consumo analisadas e podem ser utilizados como indicativos da contaminação ambiental, por esses compostos, no litoral do RS.por
dc.contributor.advisor1Sautter, Cláudia Kaehler
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9384438325422405por
dc.contributor.referee1Costabeber, Ijoni Hilda
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2529905835093392por
dc.contributor.referee2Hecktheuer, Luisa Helena Rychecki
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/7926116604048817por
dc.contributor.referee3Augusti, Paula Rossini
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/5389076387673136por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4844050073417100por
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.departmentCiência e Tecnologia dos Alimentospor
dc.publisher.initialsUFSMpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia dos Alimentospor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::CIENCIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOSpor


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